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A Universidade do Texas vai promover o oitavo Simpósio Internacional de Jornalismo Online. Serão 2 dias de debates e palestras com editores, executivos e estudantes de diversos lugares com o olhar sobre as transformações que estão ocorrendo no universo do jornalismo online.
O Simpósio é organizado pelo prof. Rosental Calmon Alves que criou o simpósio em 1999.
Para conferir a programação é só clicar aqui !
Welcome!
Thank you for visiting the Web site of the International Symposium on Online Journalism at the University of Texas at Austin. You will find here a unique and rich repository of information on the progress of Online Journalism, with comments and insights from professionals and scholars who have been working on the frontlines.
Since 1999, editors, producers, executives, and academics from around the country (and lately from around the world) have gathered in Austin every year (except 2000) to discuss the evolution of this new genre of journalism. The Symposium has been a small, but very intense conference that serves as a barometer for the state of Online Journalism.
On this site, we publish all the transcripts (and some video) of the past symposia, which involved the participation of Web sites for publications such as The New York Times, The Washington Post, The Wall Street Journal, The Los Angeles Times and The Chicago Tribune. Participants also have included MSNBC.com and AOL.com, and institutions such as Jupiter Research and ABC Interactive.
In 2003, the Symposium became international, attracting participants from Europe, Asia, and Latin America. In 2004, a second day was added and we went from an exclusively industry-oriented event, to an academic/research conference as well. Professors from several universities help in the blind review process for the selection of research papers that are submitted by graduate students and faculty from around the world and presented at the symposium.
Visit again for updates about the next Symposium (2007). Come to Austin to participate or you can attend virtually -- because we usually Webcast the conference live.
Sincerely,
Professor Rosental Calmon Alves,Pesquisa da Vizu Answers e do Ad Age , nos EUA, apresenta dados interessantes e entre eles:
- 67% dos leitores de blogs nos EUA descobrem novos blogs atraves de links indicados por outros blogs.
- Para 22,9% dos usuarios, sao as recomendaçoes de outras pessoas que fazem com que descubram novos endereços.
- 19,6% encontram novos blogs atraves de ferramentas de busca.
- Ainda de acordo com a mesma pesquisa, para 65,7% dos usuários a leitura dos blogs é entretenimento.
- 42,5% responderam que lêem por conta de interesses pessoais ou hobbies.
- 32,5% procuram se educar ou se informar.
Há os que frequentam blogs porque têm relacionamento com o autor (13,1%). Apenas 12,3% responderam que lêem blogs por razao profissional.
Os leitores vao aos blogs em busca de informaçoes sobre segmentos/temas especificos (37,7%), rumores, fofocas e buzz (33,8%), noticias do momento (28,4%) e opinioes diferentes do já estabelecido (27,5%). Também existem os usuarios que nao procuram nada especifico (30,4%).
Fonte: Blue BusPara quem gosta de fotografia:
TYLER HICKS, do The NEw York Times é o Newspaper Photographer Of The Year.

Se você tiver interesse em Novas Tecnologias não pode deixar de acessar ao número mais recente da Revista Baquia, publicação espanhola.
É só fazer o download aqui!
Essa é para quem gosta de fotografia.
Os fotógrafos da agência Reuters criaram um Blog.
Como o editor Tom Szlukovenyi diz o Blog será um local para os amantes da arte de fotografar. E local onde els poderão falar sobre as imagens, como conseguiram, o processo de produção e troca de idéias.
O Brasil está em quinto lugar no ranking, e é descrito como uma área onde existem 'leis-mordaça', que controlam o exercício jornalístico com ameaças de prisão. O estudo foi elaborado pela ONG Cadal (Centro para Abertura e Desenvolvimento da América Latina) no relatório 'Indicadores de Jornalismo e Democracia em Nível Local na América Latina', divulgado no dia 7.
O relatório lembra que, no último ano, o Iraque foi a única região do mundo que superou a América Latina em assassinatos de jornalistas. Em termos de repórteres presos, apenas a China consegue ter um número maior do que a região. A Venezuela e Bolívia são consideradas países em que o Estado usa a imprensa para ampliar seu poder político.
O estudo diz que o pior país para profissionais da imprensa é Cuba, com uma grande presença do Estado, forte restrição da mídia e sérias dificuldades para a entrada e trabalho de correspondentes. O relatório lembra que existe uma demora de 21 dias para o fornecimento do visto e que o jornalista é obrigado a submeter a entrevista que quiser fazer à supervisão das autoridades cubanas.
A Argentina foi considerada o país menos restritivo para o trabalho jornalístico, apesar de ter critérios políticos para a publicidade governamental, licenças de rádio e TV. O país possui um sistema para que jornalistas apresentem suas queixas por telefone.
- O editor do 'The New York Times', um dos jornais mais prestigiados do mundo, não tem certeza se a publicação continuará a ser impressa daqui a cinco anos, devido à concorrência da internet, mas diz não estar preocupado com o fato. Em uma entrevista ao jornal israelense Haaretz , Arthur Sulzberger, presidente do grupo editorial, explicou as perspectivas da editora, que há quatro anos tem as contas no vermelho (na semana passada, o grupo declarou um prejuízo de US$ 570 milhões do jornal Boston Globe, também publicado por eles). - Não sei realmente se daqui a cinco anos ainda vamos imprimir o 'Times' e, na verdade, não importa muito - disse Sulzberger. - O fundamental é se concentrar no melhor modo de operar a transição da folha impressa à internet. - A internet é um lugar maravilhoso e nesse terreno estamos à frente de todos- disse o editor, feliz com o aumento de leitores da edição online do 'NYT', que passou a registrar 1,5 milhão de acessos por dia, enquanto o número de assinantes da edição impressa é de 1,1 milhão.
Sulzberger explicou que o 'NYT' chegou ao momento em que o grupo terá de decidir se vai manter ou não a edição impressa. É um processo que levou, por exemplo, à junção das redações do jornal impresso e da edição virtual. Segundo Sulzberger, é também um processo que deve rever as relações com os profissionais, com o desafio da manutenção de cotas de publicidade e as conseqüentes pressões dos anunciantes, com a concorrência da informação capilar, incontrolável, global e gratuita dos blogs, e a adequação a novas plataformas tecnológicas usadas para veicular notícias.
Fonte: Agência ANSA ROMA
Segundo estudo divulgado pelo instituto norte-americano J-Lab - The Institute for Interactive Journalism, o jornalismo colaborativo e os sites de notícias locais que oferecem conteúdo criado pelos próprios usuários influenciam as suas comunidades e chegaram para ficar. A pesquisa ouviu 500 sites dos Estados Unidos envolvidos com jornalismo colaborativo.
Notícia do Editors Weblog mostra que, deles, 73% creditaram seu sucesso ao impacto em suas comunidades e 61% afirmam que monitoram os governos locais. Além disso, 82% acreditam que oferecem oportunidade para o diálogo, enquanto 39% disseram que ajudam a comunidade a resolver problemas.
Fonte: coletiva net
Telejornalismo em Close: uma reflexão sobre a mídia A coluna Telejornalismo em Close, parte do projeto acadêmico do prof. Paulo José Cunha da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, vem sendo produzida desde agosto de 1999. Com cerca de 60 linhas (5.500 caracteres com espaços), "Telejornalismo em Close" é distribuída às quartas-feiras para publicação no final de semana seguinte. A retransmissão via web é incentivada e gratuita, mas a publicação em meios impressos depende de autorização do autor.
O prof. Paulo José Cunha é jornalista (ex-O Globo, ex-JB e ex-TV Globo).
Os interessados em receber "Telejornalismo em Close" podem fazer a solicitação pelo e-mail: paulojosecunha@uol.com.br, ou acessar o website oficial: http://caid.sites.uol.com.br.
Já não existe mais sentido econômico em publicar jornal de papel. Esta é a visão de Walter Bender (foto), que por mais de 20 anos foi diretor do Grupo de Publicação Eletrônica do Media Lab, do Massachusetts Institute of Technology (MIT).
Atualmente, Bender é presidente de Software e Conteúdo da organização sem fins lucrativos Um Laptop Por Criança (OLPC, na sigla em inglês), que tem como objetivo levar computadores de baixo custo para estudantes de países em desenvolvimento. É deles o projeto do XO, também conhecido como laptop de US$ 100.
O que o senhor acha da discussão sobre a morte do jornal?
Eu nunca disse que o jornal ia morrer. A notícia impressa pode morrer, mas não o jornal.
Quanto tempo levaria?
Isto é totalmente determinado por fatores econômicos. Em um ponto ou outro, os custos –- do papel e da distribuição, das máquinas e da energia, das sobras e da reciclagem –- vão causar uma mudança. Eu não sei quando isso vai acontecer. Olhando estritamente os números, o ponto já passou. Publicar eletronicamente é muito mais barato. Nossa tela, por exemplo, já tem resolução melhor que o papel impresso, pode ser lida ao ar livre, como o jornal, e consome muito pouca energia. Acho que esta geração de crianças não irá ler o jornal impresso. Estão interessadas em notícias, mas não em papel.
Quando as pessoas poderão comprar um dispositivo de papel eletrônico flexível e acessível?
É só uma questão de fabricação, não é mais uma questão de invenção. A tecnologia existe. Não há nada que já não saibamos para fazer isso.
E por que não aconteceu ainda?
Já aconteceu da perspectiva da tecnologia, mas não da perspectiva das empresas. Eu acho que em parte é por má administração.
Fonte: Blog Estadão
