terça-feira, setembro 29, 2009

Site de Correspondentes GLOBAL POST

A CBS vai usar os serviços do GlobalPost.
O acordo está sendo considerado um exemplo de caminho para as TVs americanas, divididas entre a necessidade de cobrir assuntos internacionais e os orçamentos apertados. A CBS vai anunciar parceria com o GlobalPost, site de notícias com 70 correspondentes afiliados em 50 países. Os jornalistas vao realizar as reportagens e fornecer as informaçoes, mas nao vao aparecer no ar. A CBS colocará 'sua cara' nas reportagens, seja atraves de seus âncoras, seja enviando para o local seu proprio correspondente e cinegrafista para completar a materia.

Para conhecer mais da GLOBALPOST - clique aqui!


FONTE : BLUEBUS
MATÉRIA: NEW YORK TIMES

sábado, setembro 26, 2009

Bolsa de jornalismo foca em ciência e religião

Jornalistas interessados em ciência e religião podem se inscrever para uma bolsa de dois meses em 2010 quando estudarão independentemente e na Universidade de Cambridge, Inglaterra. As inscrições vão até 15 de dezembro.

O programa de bolsas de jornalismo Templeton-Cambridge em ciência e religião selecionará 10 jornalistas de imprensa, online rádio e TV. Os bolsistas receberão US$15.000, além de uma quantia para livros e despesas de viagem.

Jornalistas, incluindo freelancers, com ao menos três anos de experiência estão convidados a concorrer. Os participantes devem ter fluência em inglês.

A bolsa, que é para o período de junho e julho de 2010, incluirá três semanas de seminários intensivos na Unversidade de Cambridge, onde os bolsistas aprenderão com renomados acadêmicos da área.

Prazo Final:15/12/2009

Para mais informação, visite (em inglês) http://www.templeton-cambridge.org/.

sábado, setembro 19, 2009

BOLSAS DE ESTUDOS

As dicas abaixo foram reunidas no Blog Carreiras - o mundo do Trabalho .

Bolsas de estudo

Reino Unido
Candidatos a uma bolsa de pós graduação em universidades britânicas podem se inscrever no programa Chevening até 30/9. As áreas prioritárias são desenvolvimento econômico e social, combate ao crime internacional, direitos humanos e jornalismo, entre outras. Entre os pré-requisitos estão ser brasileiro, ter curso superior completo e morar e trabalhar no Brasil. As bolsas chegam a até 12 mil libras e incluem taxas do curso, manutenção, livros e tese. Informações em www.chevening.org.br.

Estados Unidos

Estão abertas, até 4/10, as inscrições para bolsas de estudo voltada a alunos de cursos superiores de tecnologia no Brasil, nas áreas de administração e gerenciamento de negócios, comunicação, tecnologia da informação, turismo e hotelaria e tecnologias de engenharia. Oferecidas pelo governo dos Estados Unidos, têm duração de um ano em "community colleges" (instituições de formação de tecnólogos) e incluem alojamento, alimentação, taxas escolares, passagem aérea e auxílio mensal, entre outros. Informações em www.fulbright.org.br.

Alemanha
A IJP (Internationale Journalisten-Programme) oferece bolsas de trabalho de dois meses para jornalistas latino-americanos. Os selecionados atuarão como redator-visitante em um veículo de comunicação alemão e receberão bolsa de 3.300 euros. Para participar, é preciso ter entre 23 e 35 anos, conhecimentos regulares da língua alemã (em casos excepcionais, fluência em inglês pode compensar a falta desse requisito) e trabalhar em um veículo de comunicação brasileiro. Inscrições podem ser feitas até 25/9. Informações em www.ijp.org.

FONTE: Carreira

3a.Conferência Brasileira de Comunicação e Tecnologias Digitais

O grupo de pesquisa em Comunicação e Tecnologias Digitais (Comtec), ligado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Faculdade de Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade de Brasília, recebe, até 02 de outubro de 2009, propostas de trabalhos para a III Conferência Brasileira de Comunicação e Tecnologias Digitais, que será realizada em 16 de outubro de 2009.

INSCRIÇÕES AQUI!

terça-feira, setembro 15, 2009

GOOGLE FAST FLIP





O FAST FLIP é um projeto experimental do Google. Ele permite que usuários naveguem horizontalmente passando por páginas que mostram conteudo de dezenas de títulos de jornais e revistas. A iniciativa é baseada no Google News e procura driblar um problema - a lentidao para carregar as paginas de sites de noticias. A rolagem horizontal do Fast Flip sugere a experiência de ler um jornal ou revista - é possivel passar os olhos por várias matérias com rapidez e escolher o que será lido - sem, no entanto, usar o recurso de simular a passagem de paginas. A expectativa do Google é que por ser uma forma de leitura mais rapida, a novidade leve os usuarios a consumirem mais noticias e a ver mais publicidade. A empresa vai exibir anuncios junto das noticias e dividir a receita com os veículos.

FONTE: BLUE BUS

quinta-feira, setembro 10, 2009

"Manifesto Internet" ou 17 percepções de como a Internet muda o jornalismo

A dica é do Webmanario .
Blogueiros alemães reuniram percepções sobre as influências da Internet na prática do jornalismo online.

FONTE: WEBMANARIO

segunda-feira, setembro 07, 2009

Matéria: As novas redes da Amazônia

Excelente matéria na Época desta semana sobre os Blogs da Amazônia.
Apresenta a Cartografia da blogosfera no Brasil, pesquisa de Fábio Malini, professor da Universidade Federal do Espírito Santo.Sua equipe analisou 300 blogs em quatro capitais: Belém, no Pará, Manaus, no Amazonas, Rio Branco, no Acre, e Macapá, no Amapá. Promoveu ainda encontros em Porto Velho, Rondônia, e Boa Vista, Roraima. Concluiu que quase 90% dos blogueiros da Região Norte fincaram sua bandeira entre 2007 e 2009. Possivelmente devido às dificuldades de acesso: segundo dados do Comitê Gestor da Internet no Brasil, até 2008 apenas 7% da população do Norte tinha acesso à internet em casa, em comparação a 25% no Sudeste.

FONTE : ÉPOCA

" Liquidificador com internet?" - Jeffrey Cole

Matéria na Época Negócios : "liquidificador com internet?"

“Em 2020, cerca de 50 bilhões de dispositivos estarão conectados na internet”. A afirmação é do pesquisador Jeffrey Cole. Ele é diretor do Centro do Futuro Digital da Universidade Annenberg, em Los Angeles, Califórnia, e supervisionou um estudo de 10 anos sobre o comportamento digital das pessoas em 30 países e já ouviu mais de 2 mil pessoas.
A conclusão é que a TV será a única indústria de mídia tradicional que poderá crescer na era digital, mas que isso não indica a morte de nenhuma outra indústria.

Fonte: Época Negócios

quinta-feira, setembro 03, 2009

SELEÇÃO DE JOVENS TALENTOS - TV VANGUARDA

Oportunidade!

A TV Vanguarda está fazendo um processo de seleção para jovens jornalistas.
Abaixo o anúncio:

Selecionamos jovens talentos para ser apresentador (a) da Rede Vanguarda em São José dos Campos e Taubaté. Se você é formado ou vai ser formar, nesse ano, em Jornalismo, essa é a sua chance de fazer uma carreira.

sábado, agosto 15, 2009

JORNALISMO EM QUADRINHOS COMO FONTE DE INFORMAÇÃO

Este trabalho tem por objetivo conceituar a importância que este novo gênero jornalístico, o jornalismo em quadrinhos, pode adquirir como sendo uma nova forma utilizada pelo jornalismo impresso de se divulgar informações, que se tornem mais compreensíveis pelos leitores, principalmente pelo o público jovem, por meio da utilização da notícia em conjunto com a imagem.
Confira o trabalho AQUI!

sábado, julho 25, 2009

Manual de Jornalismo da Reuters




A Reuters disponibilizou o seu manual de jornalismo que serve como guia aos profissionais que trabalham para a agência, gratuitamente na Internet.

Segundo Dean Wright, editor mundial de Inovação e Padrões de Notícias da agência Britânica “Trata-se de um bom ponto de partida para os novos jornalistas”: salienta ainda que uma das razões para a publicação do manual também se prende com facto da Reuters servir uma audiência global e ser constituída por jornalistas de diferentes culturas.

Este Manual é constituído por várias secções como os padrões e valores que um bom jornalista da Reuters deve seguir, os 10 mandamentos dos jornalistas da Reuters, o manual de redacção de A-a-Z, o manual de redacção desportivo, um guia das operações da Reuters, e uma secção de orientação especializada que fala de temas como a atribuição das fontes, os perigos legais, o uso da internet nas reportagens e como reagir perante ameaças ou reclamações.

Mindy Mcadams, professora de jornalismo, investigadora de recursos on-line e autora do blog Teaching on-line Journalism, já felicitou a iniciativa da Reuters e dá especial destaque à secção Guiões para televisão (television scripts) composta pelas secções, Write to pictures, Story structure, 10 key words Appproach, What Is the story? e Shooting Soundbites.

FONTE: Comunicamos

DICA DE SITE: Les Cahiers du Journalisme

Em francês, Les Cahiers du journalisme N° 20 - L’économie du journalisme .

domingo, julho 19, 2009

Morte dos Jornais

Foi criado um site que apresenta opiniões dos mais diversos jornalistas, estudiosos e analistas sobre a morte dos jornais.

Confira Aqui!

10 Jornalistas para seguir no Twitter - EUA

LISTA de 10 jornalistas para seguir no Twitter.


Aqui!

sábado, julho 18, 2009

Morre Walter Cronkite - Âncora EUA

Walter Cronkite, o âncora televisivo com voz de barítono, rosto sério e bigode ralo que narrou os principais eventos mundiais dos anos 60 e 70 para a classe média americana e moldou o cargo jornalístico que seria depois adotado por emissoras no mundo inteiro, morreu ontem em decorrência de problemas cerebrovasculares. Tinha 92 anos.
Conhecido pelo epíteto "o homem mais confiável da América" e por terminar as transmissões com a frase "That's the way it is" (é assim que as coisas são, em tradução livre), apresentou o principal telejornal da CBS de 1962 a 1981. Fez isso numa época, pré-Internet e com TV paga ainda incipiente, em que seu programa e os dos concorrentes, nas emissoras ABC e NBC, tinham mais de 80% da audiência total.
Sua relevância como o rosto noticioso por excelência dos televisores do país era tamanha que, em 1995, quase 15 anos após sua aposentadoria, "Tio Walter", o apelido carinhoso pelo qual ele ficou conhecido, ainda era apontado numa pesquisa de opinião feita pelo "TV Guide" como o principal nome no noticiário de TV em 13 de 14 categorias, entre elas "o mais confiável".
FONTE : www.ig.com.br

quarta-feira, julho 01, 2009

Reporters’ Center do GOOGLE

O Google anuncia em seu blog o lançamento do Reporters’ Center .

VIA TWITTER

AQUI!

sábado, junho 27, 2009

''Imprensa já não tem o poder que tinha'', diz Lula

''Imprensa já não tem o poder que tinha'', diz presidente

Lula afirma que, antes da internet, detentores da informação "podiam dar golpe de Estado"

Elder Ogliari

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que a humanidade vive um momento revolucionário por causa das transformações que a internet trouxe à comunicação. "A imprensa já não tem o poder que tinha há alguns anos atrás", avaliou, para afirmar que "a informação já não é mais uma coisa seletiva" como quando seus detentores "podiam dar um golpe de Estado". O discurso, feito aos participantes do 10º Fórum Internacional do Software Livre, em Porto Alegre, foi aplaudido diversas vezes.

Segundo Lula, noticiários eletrônicos da noite já estão velhos no dia seguinte. "O jornal (impresso) fica tão velho que todos os jornais criaram blogs para informarem seus leitores junto com os internautas do mundo inteiro".

FONTE: O Estado de Sp
27 06 2009

terça-feira, junho 23, 2009

DICAS PARA ESTAGIÁRIOS

Esse POST fala diretamente aos estagiários de Publicidade, mas com jeitinho você pode adaptá-lo para a sua área profissional.
O autor é Carlos Henrique Vilela do Site : CHMKT

Dicas para estagiários que querem ser contratados


Se você faz estágio em agência e deseja ser efetivado, tem 2 opções: esperar que a oportunidade de contratação caia do céu - e isso gera um nível de ansiedade altíssimo e desnecessário, com desgaste provavelmente em vão. Ou você pode conduzir o processo, criando condições para que seu chefe não tenha outra opção, a não ser contratá-lo.

Para ajudar nesse processo, a Advertising Age publicou 5 dicas bem interessantes que, se colocadas em prática, vão aumentar e muito as suas chances de começar uma carreira profissional já fazendo a diferença. São elas:

1 - Encontre projetos: O estagiário que senta na mesa e espera pelos projetos é aquele que será dispensado em questão de meses. Lembre-se que sempre há algum trabalho que pode ser feito. Não pare enquanto não encontrar um. No final do dia, você terá aprendido muito mais do que se ficasse no Facebook o dia todo.

2 - Faça uma lista: No seu primeiro dia como estagiário, crie uma planilha de Excel com seus projetos. À cada novo projeto, você atualiza sua lista. Inclua todos os detalhes possíveis. Por exemplo, o nome do projeto, com que você trabalhou, quais recursos foram usados, as novas habilidades que você aprendeu, quais softwares e ferramentas foram usados, prazo, feedback, etc. No final do estágio, você terá uma lista detalhada de todas as coisas importantes que fez.

3 - Reporte seu progresso: Não há nada de errado em manter o seu chefe atualizado. No final da semana, dê uma olhada na sua lista e escreva um e-mail com todos os projetos em que está envolvido, os prazos, o que você já completou ou não, e mostre que deseja fazer mais. Isso ajudará seu supervisor a monitorar seu progresso, além de mostrar que você é uma pessoa dedicada e proativa.

4 – Arrase nos treinos: Ser estagiário é como ser reserva em um time de basquete. Os melhores estagiários são aqueles que arrasam no aquecimento e convertem todas as cestas. Eles são informados e bem preparados, e melhor: criativos e curiosos. Eles fazem perguntas. Eles dedicam tempo e pensamentos para cada projeto, e tem idéias para melhorá-los. Quando for chamado para o jogo, mostre a eles para que veio. É sua grande chance.

5 - Torne-se um especialista: Talvez você seja um conhecedor das redes sociais. Talvez você tenha pesquisado tudo sobre um cliente e tem um sólido domínio do que foi trabalhado naquele segmento no passado. Talvez você tenha desenvolvido um ótimo relacionamento com a conta na qual vem trabalhando. Seja o que for, encontre uma maneira de aumentar seu valor na empresa. Saiba ou seja algo que ninguém lá dentro seja.

Tudo o que foi falado aqui parece ser mais fácil dito do que feito. Na verdade, são pontos muito simples de serem praticados. O importante é que, como estagiário, você tem uma oportunidade fantástica de provar qual o seu valor. Seja lá o que você faz, trabalhe duro e tenha sempre uma atitude positiva. Assim, com crise ou sem crise, suas chances de ser contratado vão ás alturas.

As dez boas práticas para estudantes de jornalismo com relação a redes sociais

O Mashable listou na semana passada dez boas práticas para estudantes de jornalismo com relação a redes sociais. Vale a pena dar uma olhada no post inteiro. Mas antecipo a lista (ainda que agora o diploma de jornalismo não valha mais muita coisa):

1 - Promoção de conteúdo, via Twitter, por exemplo
2 - Entrevista, via Facebook, ou Skype
3 - Pesquisa e coleta de notícias
4 - Crowdsourcing - o poder do esforço coletivo para resolver questões e desenvolver idéias
5 - Publicações de conteúdos jornalísticos exclusivamente via redes sociais
6 - Integração (por exemplo CoveritLive + Twitter + Qik)
7 - Construção de comunidade
8 - Marca pessoal (o texto fala que vale mais para estudantes do que para profissionais, que se utilizam das marcas para quais trabalham)
9 - Ética (lembra o perigo de participar de comunidades que não pegam muito bem para empregadores)
10 - Experimentação (usar, abusar, mesclar as diversas e crescentes plataformas de produção, publicação e compartilhamento de conteúdo online).

A dica é do Blog Rede e Mídia VIA TWITTER

sexta-feira, junho 19, 2009

LOST no jornalismo?

TV boliviana pasa imágenes de serie 'Lost' y las presenta como caída del Air France
Engaño sobre la tragedia. Un noticiero transmitió fotos del supuesto momento en que la nave modelo Airbus parte antes de caer al Atlántico.

AQUI

quarta-feira, maio 20, 2009

Sites sobre o mundo - onde há dados confiáveis sobre países na rede

Informações confiáveis na internet valem ouro - ou dólares, para jornalistas das editorias internacionais. Por isso, para esses profissionais, ter portos seguros na web para encontrar dados dos países sobre os quais irão escrever é fundamental. Para facilitar a tarefa, segue uma lista com os links mais usados nas redações:

- CIA World Factbook - Informações precisas compiladas pela agência de inteligência americana, atualizadas em 14 de maio de 2009. É a fonte mais completa, com mapas, história etc. Em inglês.

- BBC Country Profiles - O conglomerado de comunicações britânico tem esse belo site, que abrange também instituições como ONU e Liga Árabe, em linguagem e interface mais amigáveis do que o do CIA. Em inglês e francês.

- The Economist Country Brifiengs - A revista britânica traz um conteúdo reflexivo que reúne artigos, antecedentes e previsões compiladas pelo banco de dados Economist Intelligence Unit. Em inglês.

- IBGE Países - O IBGE tem esse site com um visual bem desenhado e boas opções de comparação entre países e download por excel. Em português, inglês e espanhol.

- Banco Mundial Países - Um mundo de informações reunidas pelo Bird sobre comércio, desenvolvimento, população etc. Em inglês.

A redatora da Editoria Mundo do GLOBO Sabrina Valle também indica o site da agência de notícias Reuters, que em coberturas mais quentes também faz infográficos com vários dados necessários. Ah, ela também desaconselha o uso da Wikipedia na apuração...

Via twitter

DICA DE VÍDEO : Uma análise da revolução da mídia participativa e as conseqüências para o futuro com Henry Jerkyns

Entrevista de Henry Jerkyns para o Programa Milênio em Março de 2009.

Os criadores de mídia estão transformando a cultura contemporânea. Henry Jenkins, teórico da mídia, aponta os caminhamos para um mundo onde o cinema vai perder a posição de líder do entretenimento.

FONTE: Via Twitter alexprimo

Luisa, do Rio, oferece 13 mil dólares para trabalhar de graça como jornalista.

A notícia completa está no site da lucia guimarães. Por muitos anos Lucia Guimarães fez parte da equipe do Manhattan Connection . Atualmente, colabora com o Programa Saia Justa , do GNT e escreve no estado de SP.

" Uma jovem carioca, Luisa Borges, ofereceu 13 mil dólares pelo privilégio de fazer um estágio de verão no site fundado por Arianna Huffington. O Huffngton Post emprega menos de 30 jornalistas e se alimenta principalmente de textos escritos de graça por deconhecidos ou celebridades. O leilão continua até 28 de maio, o próximo lance mínimo deve ser de 15.500 dólares". Estória completa aqui!

Holanda vai pagar para jovens jornalistas

A Holanda vai pagar os salários dos 60 jovens jornalistas que irão prestar serviços em diversos periódicos publicados por empresas privadas. O governo holandês reservou mais de 4 milhões de euros para o projeto, que vai durar dois anos. Durante este período, vários jornais do país poderão utilizar os serviços de dois destes jornalistas subsidiados com os salários. O ministro holandês da Comunicação, Ronald Plasterk, explicou que a medida responde ao fato de que os jornalistas são frequentemente os mais jovens os primeiros a perder os seus empregos quando há cortes. A sua carteira tem ainda outros 8 mil milhões de euros para gastar com novas medidas para salvar o setor.


FONTE: 233GRADOS

quinta-feira, maio 07, 2009

PARA SALVAR O JORNALISMO




Na home do "New York Times", "Amazon apresenta um Kindle de tela grande". É uma versão maior de seu leitor de livros, agora também para jornais. Em acordo com a empresa de comércio eletrônico, "NYT" e "Washington Post" vão oferecer o aparelho aos leitores, com desconto. O custo inicial é de US$ 489.
Visa a "salvar o jornalismo", destacou o "New York Observer", registrando a reação do "publisher" do "NYT", Arthur Sulzberger Jr., sobre o aparelho: "Maravilhoso". Contido, o "WSJ", que desenvolve aparelho concorrente, de título para a "tela maior".

"AINDA PEQUENO"
Nas "primeiras impressões" do próprio "NYT", em crítica de Damon Karlin, "ele ainda parece pequeno" e "não se sente como um jornal".
No título do site PC World, cobrando mais "flexibilidade" na apresentação das notícias, "Por que o Kindle DX não vai salvar os jornais".

"UM GRANDE PASSO"
A crítica mais positiva veio do site Gizmodo. Por exemplo, "a tela maior não é só efeito cosmético" e ajuda na funcionalidade. Agora professores e alunos podem distribuir PDFs antes vetados tecnicamente. Mas o crítico Wilson Rothman vê como "tênue" o vínculo com jornais.


FONTE: Coluna Nelson de Sá
Folha de Sp - 07 05 2009

sexta-feira, maio 01, 2009

GUIA DE COBERTURA JORNALÍSTICA PARA GRIPE SUINA 2

Guía de cubrimiento de la influenza porcina

La FNPI y La Iniciativa de la Comunicación recomiendan a los periodistas consultar las opciones de información acerca de cómo cubrir la influenza porcina que están disponibles en el sitio de Red Salud, una comunidad de práctica creada por iniciativa de ambas instituciones, junto con la Organización Panamericana de la Salud (OPS).

Hemos seleccionado una primera serie de vínculos a distintas guías y manuales con conceptos, recomendaciones y herramientas sobre cómo cubrir de manera profesional y responsable los hechos y la evolución de la influenza porcina.

Preguntas más frecuentes sobre la Influenza Porcina
Documento de la Organización Panamericana de la Salud (OPS) que de manera clara resume los aspectos más importantes que se deben saber sobre la Influenza Porcina.
http://www.comminit.com/es/node/290852

Gripe porcina: preguntas frecuentes
La Organización Mundial de la Salud (OMS), que coordina la respuesta mundial a los casos de gripe porcina A (H1N1) notificados en humanos y monitorea la amenaza de una pandemia, ofrece en su página web un documento sobre las preguntas que surgen ante esta enfermedad.
http://www.comminit.com/es/node/290855

Influenza Porcina
Sitio con información básica de la Dirección General de Promoción de la Salud / México.
http://www.comminit.com/en/node/290938

Datos importantes sobre la influenza porcina (gripe porcina) – Centers for Disease Control and Prevention
Define qué es la gripa porcina y cómo se contrae.
http://www.comminit.com/en/node/290941

Manual para periodistas: Comunicación sobre brotes epidémicos
Este manual tiene como referencia la pandemia de gripe o influencia aviar, pero responde a la necesidad de los profesionales de la información de contar con parámetros adecuados para el cubrimiento de otro tipo de pandemias similares.
http://www.comminit.com/es/node/173942

Pandemia de gripe: manual de la OMS para periodistas
La Organización Mundial de la Salud (OMS) ha publicado un nuevo recurso para ayudar a periodistas a aclarar la ciencia detrás de la gripe aviar y otros brotes de influenza.
http://www.comminit.com/es/node/173298

Guía informativa para comunicadores sobre la posible pandemia de influenza
Esta guía brinda la información necesaria para entender el problema, identificar sus consecuencias, y dar a conocer los componentes del Plan Nacional de Preparación y Respuesta ante una Pandemia de Influenza del estado Mexicano.
http://www.comminit.com/es/node/275711

La influenza pandémica y la comunicación de riesgo
Expertos y periodistas especializados en temas de salud ven la necesidad de impedir desastres y de dar un sonido de alarma con respecto a la influenza aviar.
http://www.comminit.com/es/node/196600

Periodismo preventivo y cobertura de situaciones de riesgo
Esta publicación pretende servir como punto de referencia para periodistas de diferentes segmentos de los medios de comunicación, a la hora de realizar coberturas de carácter preventivo, de situaciones de riesgo o de crisis.
http://www.comminit.com/en/node/290932

Herramientas de preparación para comunicadotes. Anticiparse a la pandemia de influenza. Un enfoque de promoción de la salud
Recurso didáctico para comunicadores de la Dirección General de Promoción de la Salud / México.
http://www.comminit.com/en/node/290937

Alerta y Respuesta ante Epidemias y Pandemias (EPR)
La Organización Mundial de la Salud (OMS) sobre gripe porcina A (H1N1) y da seguimiento a la evolución de la situación.
http://www.comminit.com/es/node/290853

Medidas preventivas – Portal informativo sobre la Influenza del Gobierno Federal de México
Presenta recomendaciones para prevenir el contagio.
http://www.comminit.com/en/node/290945

Planifique y Prepárese - PandemicFlu.gov - Sitio del gobierno de Estados Unidos
En estas páginas se brinda información para ayudar a que cada sector de la sociedad, desde el gobierno federal, estatal y local, hasta individuos y familias, participe en nuestros esfuerzos de planificación nacional.
http://www.comminit.com/en/node/290943

Kit para prepararse contra una Pandemia de Influenza
Este material busca incrementar la conciencia de las personas sobre la pandemia de influenza, de forma tal que se puedan tomar las medidas preventivas adecuadas para protegerse.
http://www.comminit.com/es/node/174438

Reducción del impacto de la próxima pandemia de influenza utilizando intervenciones de salud pública basadas en los hogares
Contenido publicado en la revista médica internacional PloS Medicine que determina la efectividad de medidas preventivas que las comunidades pueden implementar.
http://www.comminit.com/es/node/196522


OTRAS FUENTES:

Gripe porcina: respuestas a sus dudas – BBC
Preguntas desde México y otros países de América Latina.
http://www.bbc.co.uk/mundo/participe/2009/04/090429_participe_gripe_experta_am.shtml

Fases de una pandemia – BBC Mundo
La Organización Mundial de la Salud (OMS) establece seis fases de alerta pandémica cuando un virus se convierte en una amenaza.
http://www.bbc.co.uk/mundo/internacional/2009/04/090428_1218_gripe_porcina_fases_mr.shtml

¿Cuáles son los signos o síntomas para sospechar de Influenza?
Información sobre síntomas y recomendaciones para la población en general del Gobierno Federal de México.
http://www.e-mexico.gob.mx/wb2/eMex/eMex_Cuales_son_los_signos_o_sintomas_para_sospech

Señales de Alerta - El Universal de México
Recomendaciones y una tabla con información sobre las diferencias entre el catarro común y la influenza.
http://www.eluniversal.com.mx/graficos/pdf09/tablainfluenza2.pdf

Cómo cubrir la gripe porcina, en momentos en que más países declaran emergencias sanitarias
Este documento de Knight Center for Journalism in the Americas dirige a sitios web de organizaciones que están proporcionando recursos para periodistas.
http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=es/node/3772


FONTE: FNPI y La Iniciativa de la Comunicación

GUIA DE COBERTURA JORNALÍSTICA PARA GRIPE SUINA

Várias organizações fornecem recursos para jornalistas que estão cobrindo o surto da gripe suína:

* O Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos tem um site na internet com dados e estatísticas sobre o surto em inglês. Além disso, o governo americano criou um site especial, onde reúne informações sobre a gripe suína, disponível em inglês e espanhol.

* A Organização Mundial da Saúde também traz informações em inglês e espanhol.

* A Association of Health Care Journalists disponibiliza
documento sobre gripe aviária e pandemias de influenza (arquivo em PDF). O seu guia sobre recursos para cobrir a gripe suína, pandemias e estados de prevenção contém alguns links, disponíveis apenas para membros, mas muitos outros acessíveis para todos os jornalistas.

* Al Tompkins, do Poynter.org, publica material explicativo sobre a doença e links para fatos-chave da gripe suína e conselhos para as pessoas (em espanhol), disponibilizados pelo Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos.

* A Caixa de Ferramentas para Jornalistas (em inglês), da Society of Professional Journalists, oferece uma lista de sites relacionados com o tema da saúde, além de outros recursos para repórteres.

* O Google Maps localiza as pessoas que contraíram o vírus H1N1.

FONTE: KNIGHT CENTER

Mudança Editorial na Folha de SP

Folha de S. Paulo dá início a mudança editorial

Jornal terá de 'trazer informação exclusiva, ampliar carga de interpretação e análise e ser conciso e claro'

Com o objetivo de dar início a uma mudança editorial, o diretor de redação da Folha de S. Paulo, Otavio Frias Filho, e a editora-executiva, Eleonora de Lucena, enviaram e-mail à redação para apresentar as diretrizes que vão “nortear as ações na produção e edição da Folha”. O jornal terá que trazer “informação exclusiva”, ampliar “a carga de interpretação e análise” e ser “conciso e claro”.

“Com esse projeto - que será desdobrado em várias medidas práticas -, busca-se reforçar os pilares do Projeto Editorial: praticar um jornalismo plural, crítico, apartidário e independente”, escrevem os dois na mensagem enviada na semana passada.

Conheça as diretrizes para a realização da mudança editorial:

1. Organizar a pauta selecionando mais os assuntos e priorizando as abordagens exclusivas dos fatos de relevo. Buscar o furo como prioridade máxima. Ter um planejamento de médio e longo prazo para desenvolvimento de pautas mais abrangentes;

2. Na produção, cuidar para ampliar o número de fontes, buscar o contraditório e sempre entender o contexto e os interesses que cercam a notícia. Não hesitar em pautar histórias que revigorem o prazer da leitura;

3. Na elaboração dos textos, trabalhar com concisão e didatismo. Observar a necessidade de a redação ter:
a) frases e parágrafos curtos (máximo de 10 linhas justificadas),
b) uso de aspas apenas quando houver relevância ou quando declaração for curiosa;
c) emprego de números e cifras com mais critério, lembrando sempre de relacionar a parte e o todo,
d) preocupação com as nuances, os matizes de argumentos e fatos, fazendo relatos com fidelidade, sem tentar enquadrá-los em categorias preconcebidas,
e) a memória do caso e suas inter-relações,
f) narração clara e fácil, evitando jargões;
g) conexão com a vida prática dos leitores;

4. Na edição, ter a preocupação de oferecer um produto mais compacto e integrado, sem reduzir espaço reservado a artes e fotos. É necessário reforçar a hierarquia nas páginas. Ajuste gráfico em curso auxiliará nessa tarefa. É preciso dar visibilidade ao “outro lado” e usar com mais frequência recursos como:
a) “análise”,
b) “perguntas e respostas” / “para entender o caso”,
c) “quem ganha e quem perde”,
d) “saiba mais”,
e) “e eu com isso?”


FONTE: Comunique-se

Master em Jornalismo

quarta-feira, abril 08, 2009

Mapa dos mais influentes da internet




Todos os anos, a Information Architects elabora um mapa de tendências da internet usando como referência o metrô de Tóquio. O estudo mapeia os 333 domínios e as 111 pessoas de maior influência na web e as transfere de acordo com o ranking para o mapa do metrô. Por exemplo, este ano o Twitter está na estaçao de Shibuya, que é a com maior movimento.
Para ver o mapa em alta resolução, clique aqui!

A dica é do LikeCool.

FONTE: Bluebus

'In the Papers'

Jornalista de NY cria site para livrar leitores do excesso de informação.
O jornalista Pat Kiernan é âncora de um programa chamado 'In the Papers' no canal a cabo NY1, local de Nova Iorque. Faz uma resenha em tom pessoal do noticiário do dia nos jornais e tabloides. Agora Kiernan decidiu usar o formato e ampliar o alcance do seu trabalho - lançou o PatsPapers.com, onde comenta as notícias dos jornais por email ou em video. A partir de sua experiência na TV, pretende compilar o que é mais relevante nos jornais de circulação nacional e propoe seu serviço como um guia para os leitores enfrentarem o excesso de notícias. Leia mais em matéria do New York Times.

FONTE : Blue Bus

Apesar das demissões o interesse por jornalismo continua crescente

NOS EUA
As demissoes no jornalismo americano nao param - este ano, já chegariam a 7,500, foram 5,000 no ano passado e somam mais de 10,000 se contadas desde 2001, diz matéria da Forbes. Mas ainda assim, o interesse pela carreira é crescente. As inscriçoes para os cursos nas universidades de Columbia, Stanford e New York aumentaram respectivamente 38%, 20% e 6%. Subiram também nas universidades estaduais.

FONTE : Bluebus

sábado, abril 04, 2009

Entrevista é arte? Ou técnica? Ou sorte?

Maurício Stycer escreveu no blog dele um texto sobre entrevistas. Duas questões são abordadas: uma a entrevista com Eduardo Coutinho e outra com Sergio Rodrigues.
O texto trata da função da entrevista por e-mail e o papel do imprevisto, capaz de alterar totalmente o rumo previsto de uma entrevista.

Vale a pena conferir ! aqui!

FONTE: BLOG Maurício Stycer

sexta-feira, abril 03, 2009

Globo prepara telejornal só para celular

A Globo vai testar no segundo semestre a produção e transmissão de telejornais exclusivos para telefones celulares. A novidade será anunciada na próxima quarta-feira, em São Paulo, pelo diretor da Central Globo de Jornalismo, Carlos Henrique Schroder, na apresentação para a imprensa da programação de 2009.
Schroder falará dos investimentos que a Globo vem fazendo em conteúdos jornalísticos para novas plataformas, o que inclui também internet.
As novas mídias entraram em 2008 na lista de prioridades da Globo. Em mensagem ao mercado financeiro, na semana passada, Roberto Irineu Marinho, presidente do grupo, ressaltou que "a evolução tecnológica da indústria de comunicação está criando novas oportunidades de participação, interatividade e de escolha do público sobre que conteúdos consumir, como e quando fazê-lo", conforme informou o noticiário especializado "Tela Viva".

FONTE: Folha de SP
Coluna do Daniel Castro

quinta-feira, abril 02, 2009

CARTÃO DE PONTO

* A experiência de cartão de ponto em O Globo.


Ponto x notícia

Uma longa tradição do jornalismo foi rompida. Por exigência do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro, ontem, pela primeira vez, repórteres, redatores, fotógrafos, diagramadores e editores assistentes assinaram ponto, ao entrar e ao sair da Redação, medida que criou polêmica e exigiu muitas reuniões. Todo jornalista sabe que notícia não tem hora para acontecer e, portanto, longas horas de trabalho nos dias em que o mundo parece que vai cair eram compensadas por folgões, quando a paz é restaurada na cidade, acaba a Copa do Mundo, ou terminam as eleições.

O ponto começa em plena época da internet, quando jornalistas não precisam mais estar na Redação para trabalhar, por ter à disposição notebooks e celulares para mandar notícias e fotos de onde estiverem. Em Brasília, por exemplo, a maioria dos repórteres da sucursal é de setoristas no Palácio do Planalto, nos ministérios, no Congresso ou no Banco Central. Vão direto de casa para o trabalho, lá mesmo escrevem suas matérias e as enviam para a Redação pela internet.

“Jornalismo do tipo bom é tudo aquilo que acontece fora da hora. O resto é entrevista coletiva.

Press release, informação de assessoria de imprensa. Declaração ditada pelo ministro.

O tédio e o nariz de cera”, escreveu Joaquim Ferreira dos Santos, a propósito do ponto, na sua crônica de segunda-feira.

Os jornais “Extra” e “Expresso”, da Infoglobo, também iniciaram a tomada do ponto. Num primeiro momento, será manual e servirá como experiênciapiloto. Os jornalistas assinarão o ponto indicando a hora de entrada e de saída da Redação.

O teste permitirá identificar demandas e avaliar a melhor maneira para o acompanhamento da jornada. O modelo definitivo será implantado em dois meses — diz EDNÉA MARQUES, gerente de Serviços de RH .

Algumas editorias, como a Rio, alteraram horários para tornar mais eficiente a troca de quem estiver na rua e precisar voltar para escrever sem ultrapassar suas horas de trabalho. Outra novidade é a jornada: em vez das sete horas, os jornalistas vão ficar oito horas na empresa — uma hora será dedicada, como determina a lei, para almoço ou descanso remunerado.

terça-feira, março 31, 2009

O QUE ESTÃO PREPARANDO PARA O FUTURO

Vale apena assistir o vídeo abaixo e ver o que estão preparando para um futuro próximo.

VÍDEO

Dica: Via Twitter Whaner

sábado, março 28, 2009

BOAS NOTÍCIAS

A DICA é do Sérgio D'Ávila correspondente da Folha.

No primeiro POST ele apresentou:

Boa notícia: site só com boas notícias

Manchetes de hoje:

- "Equipe britânica constrói peixe-robô para detectar poluição"

- "Índice Dow dispara 500 pontos depois de Geithner revelar plano para títulos tóxicos"

- "Levando festas de aniversário a crianças sem-teto"

- "Pinguins são soltos após recuperação"

É a Good News Network, que só dá notícia boa. Criada pela jornalista Geri Weis-Corbley, tem mil assinantes pagos, se inspirou em sessões de jornais do tipo no mundo inteiro --a Folha teve por anos a vinheta eventual "Boa Notícia", na Primeira Página-- e viu sua audiência subir 45% desde o começo da crise financeira. São pessoas que perderam seu pé-de-meia ou estão cansadas de só ler desgraça.

Pois a GNN começa a inspirar uma nova onda no jornalismo norte-americano. Há duas semanas, o âncora Brian Williams, da NBC, termina seu telejornal com uma boa notícia. Seu NBC Nightly News é o mais visto dos três principais telejornais de fim de tarde. E o diário californiano Los Angeles Times criou um tweet só de boas notícias. E um blog só de boas notícias? Sobreviveria?

* Outros sites ou sessões de jornais que vão na mesma linha, segundo o Washington Post: o Giramundo, o Good News Daily e a Making a Difference, do "Christian Science Monitor". E no Brasil?

O segundo POST:

Boa notícia: site só com boas notícias - parte 2

Fez sucesso o blog anterior, sobre um site norte-americano que só dá notícias boas. Vários blogueiros falaram de iniciativas semelhantes no Brasil, passadas e presentes. Uma lista dos atuais:

* o 365 Dias que Acalmaram o Mundo, da jornalista Julia Lordello;

* O Brasil que Dá Certo, do economista Stephen Kanitz, com iniciativas bem-sucedidas principalmente nas áreas acadêmica e econômica;

* A Rede TV faz o programa Good News, um telejornal diário só com boas notícias;

* A Mundial FM tem o programa diário Jornal da Boa Notícia, idem ibidem;

* Por fim, Jeff Reinholds, que comanda uma série de sites, promete pensar na ideia e fazer um parecido.


FONTE:Sérgio D'Ávila

domingo, março 22, 2009

ACADEMIA DE JORNALISMO DA BBC

A Academia de Jornalismo e o World Service da BBC lançaram 5 guias especiais de serviços africanos de línguas: Português para África, Kynyarwanda, Kirundi e Somali.

Os guias baseiam-se na experiência e conhecimento de jornalistas da BBC adquiridos ao longo de muitos anos, e temos a grande satisfação de partilhar este conhecimento, com jornalistas de todo o mundo.

Os guias realçam como, no final, o jornalismo é uma questão de linguagem.

De forma a discutir os valores do jornalismo, é necessário compreender o papel desempenhado pela língua na expressão desses valores.

Este novo lançamento acrescenta-se à lista de micro sites de línguas lançados até agora, contando-se entre outros: Árabe, Francês, Swahili e Hindi.

sábado, março 07, 2009

Correspondente no TWITTER

Tem falado-se muito nas últimas semanas que o Twitter é mais do que um site de relacionamento ou um serviço de microblogging. Com base nas suas mensagens de 140 postadas pelos usuários em tempo real, uma busca no Twitter pode trazer as informações e acontecimentos mais recentes. Foi assim com a queda do avião em Nova York, que teve a sua primeira foto publicada lá. Para o Sky News, que tem como slogan “O primeiro em notícias quentes”, monitorar o que se passa no Twitter tornou-se uma necessidade de primeira ordem. O site britânico acaba de nomear a jornalista Ruth Barnett (na foto) como sua correspondente no Twitter. Em um comunicado interno, a empresa explica que a missão de Barnett será vasculhar os perfis em buscas de matérias e opiniões. Mais um passo para o fim do jornalismo como o conhecemos? Não acho. Trata-se de mais uma nova fonte de informação, como o Google era nos idos de 2004. Hoje, o mecanismo de busca é ferramenta básica para a busca de dados, pessoas, contatos. Não só para jornalistas como para pessoas comuns em todo o mundo.

FONTE: Blog Tecneira

quarta-feira, março 04, 2009

Extra treina repórteres para a convergência de mídias

O Extra expandiu para toda a redação – papel e online integrados – uma ideia do editor de Geral, Fábio Gusmão, que deu certo. O jornal carioca trabalha com “repórteres 3G”, fazendo matérias para qualquer plataforma, editando-as no local da cobertura e enviando-as à redação em tempo real. O nome 3G vem de Terceira Geração, o celular que permite fazer fotos, vídeos, áudios, conectar-se à internet e até, se for preciso, falar ao telefone. Nos carros de reportagem há um laptop que os torna “redações móveis”. O projeto teve início em janeiro, na editoria de Geral, com dois repórteres em locais avançados, Fernando Torres, na Baixada Fluminense, e Isabella Guerreiro, na Zona Oeste. Atualmente, todas as áreas do jornal já produzem esse tipo de conteúdo, depois de um treinamento para os repórteres serem capazes de produzir matérias para qualquer plataforma. Atualmente, outras áreas do jornal podem produzir esse tipo de conteúdo, depois de um treinamento dos repórteres. A filosofia é desmistificar a tecnologia, com uso inicial simplificado do equipamento; passar técnicas de filmagem para quem tem técnica de texto; e fazer com que o pessoal treinado seja multiplicador dessa informação. “É a difusão do conhecimento no melhor sentido. Não tem aquilo de quem sabe mais, e sim, de compartilhar. E o número de acessos, medido instantaneamente, dá ao repórter a repercussão imediata do seu trabalho, coisa que ele não tem no papel, e que motiva muito as pessoas”, completa Gusmão. “A notícia pode ser uma só, mas a forma de apresentá-la é variada”, diz Aloy Jupiana, editor-executivo para assuntos online, a respeito da linguagem especifica para cada mídia. Dois editores, Paulo Maurício Costa e Giampaolo Braga, editam o que for preciso e selecionam o que vai para o papel ou online. “Um treinamento desses prepara o repórter para o que a gente imagina ser o futuro da profissão”, assinala Octavio Guedes, editor-chefe do jornal.

domingo, fevereiro 15, 2009

Dicas sobre Habilidades Digitais

A matéria é do Knight Center - Jornalismo nas Américas.
Joe Grimm, colaborador da área de recrutamento para o Poynter Institute, dá dicas sobre as principais habilidades digitais que um jornalista precisa ter nos dias de hoje.

“Eu aprenderia várias áreas de habilidade e me preocuparia menos com programas específicos”, recomenda Grimm. Você pode editar um vídeo usando o Movie Maker, iMovie, Final Cut Pro, ou o Avid, para nomear alguns. Eles variam na sofisticação, complexidade, custo e qualidade. Mas quando se aprende a produzir vídeos utilizando um certo programa, suas habilidades certamente serão transferidas caso precise usar outro no futuro.

Com relação às áreas de habilidade, é importante saber gravar e editar áudio e vídeo, editar fotos (neste caso, Grimm diz que o Photoshop é o programa mais utilizado), e manipular bases de dados (para isto o Excel é um bom começo).

O jornalista deve também aprender ferramentas da Web, como html básica, e um programa de design como o Dreamweaver ou o FrontPage. Por último, “pense além da Web e saiba como você pode transmitir informações para MP3 players e celulares”, acrescenta Grimm.

Mas, acima de tudo, nunca se esqueça que qualidades como a ética, a flexibilidade, e um forte alicerce jornalístico nunca podem ser deixadas para trás, diz.

Fonte: Knight Center

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

O Jornalista 3 em 1





O exemplo de um jornalista multimídia.
Como um único jornalista lida com múltiplos papéis: reportagem, filmagem e edição de vídeo Al Tompkins, da Poynter Online, fala com Joe Little, o "correspondente digital" da estação de TV de San Diego KGTV.

Little, conhecido na indústria como uma "banda de um único músico", descreve como grava seu próprio vídeo, faz a reportagem, e depois a edição.

Para conhecer o trabalho dele clique aqui !

Fonte : Knight Center

Capacitação em jornalismo online no YouTube

A Rede Internacional de Jornalistas (IJNet, por suas siglas em inglês) lançou um canal no YouTube que busca conectar jornalistas ao redor do mundo através de uma série de vídeos de capacitação em jornalismo online. A página estará em constante expansão.

Dentre os temas dos vídeos, estão Jornalismo 2.0, Reportagem e Edição, Ética do Jornalismo, Jornalismo Investigativo, e Técnicas de Entrevista. Para ajudar a expandir o canal, jornalistas, instrutores de jornalismo e profissionais da mídia são encorajados a contribuir com seus próprios vídeos de treinamento.


FONTE :Knight Center

"Mais e melhor jornalismo"

"Mais e melhor jornalismo": o debate sobre a integração das redações

Embora a tendência aponte à integração das redações, cada meio de comunicação enfrenta desafios diferentes. "Os requisitos para que funcione bem são muito exigentes em termos de adaptação, treinamento, recrutamento de novos profissionais e mudança da cultura organizacional", diz o professor da Universidade de Navarra (Espanha) José Luis Orihuela, em entrevista à jornalista peruana Esther Vargas para a revista Tinta Digital.

O slogan, diz Orihuela, deve ser: "mais e melhor jornalismo". No entanto, "o caminho da mudança para os grandes jornais é lento e está condicionado à democrafia de seu público, ao aumento os custos fixos e à evolução do mercado publicitário", acrescenta. Leia aqui a matéria completa da Tinta Digital.

Fonte: Knight Center

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Nos EUA Web supera jornais como fonte de informação

Notícia do Pew Research Center for People and the Press mostra que os jornais foram superados pela internet, este ano, como fonte de informação nos EUA.
Entre 2007 e 2008, as notícias dos jornais ganharam 1% de audiência, as da TV perderam 4% e a internet –como fonte de informação- ganhou 16%. os totais de audiência, somados, passam de 100% porque a resposta é de escolhas múltiplas. de seu pico, em 2002, a TV perdeu 12 pontos; do pico de 2003, o rádio perdeu 15 pontos. por outro lado, de sua base de 2001, que é quando banda começa a se tornar realmente disponível para a internet nos EUA, a audiência para notícias, na rede, saiu de 13 para 40 pontos. sinal dos tempos. Matéria completa AQUI!

FONTE: DIA A DIA, BIT A BIT - Blog de Sílvio Meira

terça-feira, janeiro 27, 2009

Declínio dos jornais ameaça a democracia

A dica é de Milton Coelho da Graça.
Ele apresenta os principais pontos do Artigo da Diretora da União pelas Liberdades Civis Americanas, Deborah Jacobs . Ela alerta (Editor & Publisher, 27/1): a partir da queda de qualidade do jornal Star-Ledge, do estado de New Jersey (após ser vendido, demitiu 150 pessoas na redação), Deborah percebe que a falta de repórteres profissionais cria um crescente risco para o sistema político e as liberdades democráticas.

Os principais trechos :

“O povo de New Jersey confia em repórteres para saber o que está ocorrendo e usa essas informações para formar opiniões, agir e definir o voto. Repórteres agem como se tivessem procurações de todos nós, fazem nossos deveres de cidadãos participando de reuniões até alta madrugada. Eles descobrem corrupção política e divulgam informações que podem proteger o público. Exercem pressão sobre funcionários simplesmente pelo seu trabalho, compelindo nossos líderes a corrigirem seus erros”
Repórteres trazem questões importantes para a praça pública. (…) Organizações civis muitas vezes descobrem novas causas para defender através de reportagens. Nossa ACLU freqüentemente se engaja em questões reveladas por repórteres investigativos, como, por exemplo, os segredos do Poder Executivo e os abusos em Guantánamo. (...) se um problema é descoberto, mas não for levado a conhecimento público, o “problema” continuará a existir?” Texto completo aqui !

Fonte: Comunique-se

sábado, janeiro 24, 2009

DICA DE SITE : stuffjournalistslike

O Blog Stuffjournalistlike é despretencioso e destaca facetas da do dia a dia do jornalista. Ele fala desde a mesa bagunçada presente em todas as redações, bem como dos jargões da profissão e rotina produtiva.

Vale a pena conferir!

sexta-feira, janeiro 23, 2009

Jornal quer que repórteres andem armados na Rússia

BRUXELAS - Uma caneta numa mão. Uma arma na outra. As ameaças contra jornalistas na Rússia obrigaram o jornal Novaya Gazeta a pedir permissão da Justiça local para que seus jornalistas andem armados. Nesta semana, mais um jornalista foi assassinado em Moscou, ao lado de um procurador. Mas uma parte dos jornalistas do grupo já alerta: não vão sair à rua armados.

Os casos de assassinatos de jornalistas na Rússia vem se proliferando e, segundo a entidade Freedom House, 16 profissionais foram mortos no país desde 2000. Dezenas de outros jornalistas foram agredidos e ameaçados. Na Europa, entidades como Repórteres Sem Fronteiras atacam o governo russo por não proteger jornalistas e até criar um ambiente de terror contra alguns jornais.

Nesta semana, Aleksandr Lebedev - um ex-agente secreto da KGB e hoje dono do jornal liberal em Moscou "Novaya Gazeta" - fez um apelo para que as autoridades permitam que jornalistas andem armados. "O governo não está cumprindo sua missão. Portanto, estamos pedindo oficialmente para que possamos portar armas", disse. Pela lei russa, cidadãos não podem andar armado, salvo em casos autorizados.

A vítima nesta semana foi a repórter Anastasia Baburova, que saia de uma conferência de imprensa ao lado do procurador Stanislav Markelov. Ambos foram assassinados. Baburova foi a quarta funcionária do jornal assassinada em oito anos. O primeiro, o jornalista Igor Domnikov, foi morto em 2000. Em 2003, Yury Shchekochikhin estava investigando o envolvimento dos serviços de segurança da Rússia em operações ilegais. Acabou sendo envenenado.

Mas o caso mais famoso é de Anna Politkovskaya, morta em 2006 ao sair de sua casa. Ela acusava em seus artigos o Exército russo de abusos contra a população na Chechênia. Sergei Sokolov, editor chefe do jornal, alerta que não tem outra opção agora senão tomar a si a responsabilidade de defender seus funcionários. Mas nem todos na redação aceitaram a ideia de levar uma arma. Para o Centro para Jornalismo em Situações Extremas, armar jornalistas não funcionará.

FONTE :O ESTADO DE SP

Jornal com conteúdo de Blogs

- Imagine ler posts de um blog num jornal impresso dedicado apenas a esse tipo de conteudo. É o que está propondo o empreendedor americano Joshua Karp, que prepara o lançamento do Printed Blog, que sairá duas vezes por dia e terá distribuiçao gratuita. Circulará em algumas cidades nos EUA, terá conteudo de blogs locais e espera com isso atrair anunciantes também locais, incluindo os classificados. Karp acredita que nao vai gastar mais do que USD 15 mil com a produçao e distribuiçao do 1o numero, que sai no dia 27. O jornal terá todas as suas paginas a cores. A meta é automatizar a produçao e dar ao leitor a possibilidade de votar nos blogs que devem ter conteudo incluido na ediçao seguinte. A noticia é da Wired.

Fonte: Bluebus

sexta-feira, janeiro 16, 2009

O que faz um repórter ser “bom”?

O que faz um repórter ser “bom”?


Em um recente artigo, a ombudsman do Washington Post Deborah Howell declarou que "Bons repórteres são o principal na apuração da notícia". Se é notícia, Howell disse, "Eles têm que saber. Sem [bons] repórteres, o público não teria a notícia e informação essenciais para o funcionamento de uma democracia".

As características inerentes a um bom repórter, de acordo com Howell, incluem: curiosidade sem fim, compromisso, a necessidade profunda de saber o que está acontencendo, a habilidade de seguir um pista pequena e filtrar informações conflitantes. Bons repórteres também tem muita energia e sabem pesquisar bem, ela explicou.

Artigo completo aqui!

FONTE: ijnet

Wave magazine busca artigos investigativos de jovens jornalistas

Wave magazine busca artigos investigativos de jovens jornalistas


Jovens jornalistas de todos os países podem enviar trabalhos para a Wave magazine, um projeto na Internet, que busca cooperação internacional. Os trabalhos são aceitos até o dia 10 de cada mês.

A Wave magazine tem o objetivo de promover o jornalismo de investigação de impacto internacional realizado por jovens jornalistas. Universitários também podem participar. Até o momento, os artigos devem ser escritos em inglês ou sérvio.

Atualmente, a revista trabalha com jornalistas da Itália, Alemanha, Ucrânia, Polônia, Áustria, Sérvia e Brasil.

Para mais informação ou participar do grupo, escreva para office@wavemagazine.net. Para saber mais sobre a Wave magazine, visite (em inglês) http://www.wavemagazine.net

/index.html
.

FONTE: ijnet

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Relembrando a campanha de O GLOBO - Muito além do papel de um jornal

Em setembro O Globo apresentou a campanha 'Muito além do papel de um jornal' .
O slogan traduz a proposta de ser um veiculo de informaçao, independentemente da plataforma - papel, internet, celular - ou do formato - texto, imagem, audio.
A campanha criada pela F Nazca aborda ainda a participaçao do leitor na produçao do conteudo.

Confira aqui!

Fonte: Blue Bus

Campanha do El Mundo - Onde quer que você vá

O espanhol El Mundo saiu com campanha para divulgar suas plataformas, além do papel, também a internet e o celular. A trilha sonora do filme repete o verso "wherever you may go" (onde quer que você vá), sugerindo que o conteudo acompanha o leitor sem prendê-lo a um unico formato.
Confira aqui!

Fonte: Blue Bus

sábado, dezembro 27, 2008

10 funções no jornalismo

10 funções no jornalismo
Pelo Blog Mindpark

O blog Mindpark apresenta os possíveis novos papéis dos editores no uso da Web na mídia :

Editor de Pesquisa. Uma crescente parcela de um site do tráfego vem do Google e outros motores de busca. Você precisa de uma pessoa para seguir de perto este tráfego.
Editor de Estatísticas. A web oferece várias oportunidades para acompanhar os usuários em seu site comportamento de perto.
Editor de Projetos. Muitas empresas parecem estar na mídia de forma muito mais rápida para lançar novos projetos no papel do que na web. Por que?
Editor de Link. Quem liga a maioria, vence no final. Mas alguém tem de ser o responsável pela ligação entre política e atividades.
Editor de Comunidade. Estar presente na atividade do leitor em nossos sites, bem como comunidades Centrar-se em outros sites.
Editor de Rede/conversa. Embarcar e responder as discussões sobre a sua marca em outros sites.
Editor de Tag. O desenvolvimento e manutenção estrutura de tags. A maioria das comunicação social as empresas não são muito sofisticadas, a este respeito.
Mashup Editor. Incluindo os widgets e mashups em seu site.
Editor de qualidade na Web. Garantir na mídia local os novos requisitos de qualidade na Web, bem como a inclusão das novas tendências.
Editor de Internet. Cobrir o que se passa na web. Mesmo jornais locais deveriam fazer isso!

VIA Synergias

sexta-feira, dezembro 26, 2008

Abraji lança site que faz mapeamento de dados sobre o Brasil

O projeto “Mapas temáticos sobre o Brasil” faz o mapeamento de diversos assuntos, como crescimento populacional, resultados de eleições, incidência da criminalidade e educação e serve de ferramenta aos jornalistas para a produção de reportagens. Ele integra o projeto internacional “Mapeamento dos meios de comunicação nas Américas”, que busca investigar a relação entre democracia e meios de comunicação no Canadá e 11 países da América Latina. Todos os mapas podem ser reproduzidos para fins jornalísticos, desde que citada a fonte. Há versões em alta resolução disponíveis para download.

Internet ultrapassa jornais como principal fonte de informação dos americanos

Internet ultrapassa jornais como principal fonte de informação dos americanos

A internet superou os jornais impressos como fonte de informações dos americanos. De acordo com pesquisa realizada pela Pew Research Center, 40% dos entrevistados afirmaram que o principal meio de informação é a internet, contra 35% que citaram os jornais. A televisão continua liderando o ranking, com 70%. Em 2007, a internet foi citada por apenas 24% dos pesquisados.

O percentual é ainda maior quando a pesquisa se limita aos americanos com menos de 30 anos. Nessa faixa etária, 59% disseram buscar informações na internet, o mesmo percentual alcançado pela TV.

Numa avaliação dos últimos oito anos da pesquisa, percebe-se que os leitores de jornais se estabilizaram na faixa dos 35% e que a internet vem “roubando” audiência da televisão. A queda no número de entrevistados que citaram a TV foi de quatro pontos percentuais em 2008 em relação ao ano passado.

De acordo com o levantamento, os jornais impressos perderam leitores principalmente entre 2003 e 2005, quando apresentou queda de 14 pontos percentuais.

Fonte: Comunique-se

terça-feira, dezembro 16, 2008

Jornais como Estradas de Ferro





"Os jornais hoje parecem ser o equivalente das estradas de ferro no inicio do século 20 - foram um grande negócio, mas foram eclipsadas por uma nova tecnologia", escreve James Surowiecki no artigo 'News you can lose' (Noticias que você pode perder) na ultima ediçao da New Yorker. E segue comentando ainda o que aconteceu com as estradas de ferro - "Se os empresarios tivessem entendido que eles estavam no negocio de transportes, e nao no negocio de estradas de ferro, eles poderiam ter migrado para os caminhoes ou para o transporte aereo, em vez de deixar outras empresas dominarem". E compara - "muitos argumentam que se os jornais tivessem entendido que estavam no negocio da informaçao, e nao no negocio do impresso, teriam se adaptado mais rapidamente e com mais sucesso à internet". O artigo analisa a situaçao dos jornais nos EUA, partindo do pedido de concordata do grupo Tribune, anterior aqui, e passa pela queda na receita publicitaria, a perda de leitores, a internet e o comportamento dos consumidores. Conclui - "O verdadeiro problema dos jornais, em outras palavras, nao é a internet; somos nós. Nós que queremos acesso a tudo, queremos agora, e queremos de graça".

A dica é do Blue Bus.
E o artigo completo no originalestá aqui!
Leia a integra, em inglês,

sexta-feira, dezembro 12, 2008

"Qualquer jornalista feliz e apaixonado pelo seu trabalho vai produzir notícias melhores":



Mark Deuze acredita que "qualquer jornalista feliz e apaixonado pelo seu trabalho vai produzir notícias melhores":

Mark Deuze reconhece que muitas plataformas estão a emergir na web e muitas têm um carácter inclusivo, desafiando as características do jornalismo tradicional.

Inicialmente, quando as organizações noticiosas passaram para o online, ou colavam o material da edição do meio tradicional sem pensar, ou faziam outsourcing de uma redacção localizada longe da redacção “original”.

O resultado disto, diz Mark Deuze, é que, nos últimos 5-10 anos, essas redacções online desenvolveram culturas próprias, muitas vezes opostas às culturas dos colegas do meio tradicional.

Mark Deuze afirma que há 6 ou 7 anos, previam-se vários futuros para os novos media:

- mais do mesmo (informação geral para público geral com interesse geral), porque as coisas não mudam rapidamente
- a possibilidade de a natureza da internet permitir dar notícias específicas para público específico de interesse específico, porque a Internet permite aos jornalistas saberem o que a audiência queria
- “jornalismo dialógico”, quando o jornalista pensa que o seu papel jornalista é igual ao papel de alguém da comunidade que ele serve. É o jornalista entrar numa conversação com a sociedade ou a comunidade, na vez de decidir o que aquelas pessoas vão saber.

Mark Deuze fala numa das novas tendências, o jornalismo “hiperlocal”, que desenvolve notícias para uma comunidade muito específica ou, por vezes, é a própria comunidade gere essas notícias.

Hoje vêem-se grandes exemplos de jornalismo como conversação (como o WikiNews), diz Mark Deuze, e também de participação dos cidadãos (como o Yo Periodista, do El País, entre muitos outros), mas em sites separados. Isto é, o jornalismo abraça cautelosamente a participação, não a associando completamente ao meio “original”.

O especialista holandês alerta para o aumento dos despedimentos no jornalismo e para a mudança do poder cultural, que passa do jornalista empregado para o seu empregador. E “encoraja os jornalistas a criarem alianças com os colegas e com pessoas específicas da comunidade, para produzir em conjunto”, declara.

Mark Deuze faz um apelo: “Talvez devêssemos parar de investigar e apoiar jornalistas que trabalham para grandes organizações. Devíamos olhar para o mais inovador e original jornalismo”, como o ProPublica, nos EUA. “Precisamos de jornalistas, mas, eventualmente, não os inseridos nas das grandes organizações noticiosas“, acrescenta.

“O desafio primário deste ecossistema com um meio único é a gestão”, considera. A indústria que tem futuro hoje é a “small-skill industry”, continua o especialista holandês, que precisa de pouco dinheiro para funcionar.

Mark Deuze acredita sinceramente que “qualquer jornalista feliz e apaixonado pelo seu trabalho vai produzir notícias melhores e mais relevantes para a comunidade” e aconselha sempre os seus alunos a “não tirarem cursos que os façam empregados de uma organização noticiosa, mas sim que os façãm criar o seu próprio projecto”.


FONTE : I Congresso Internacional de Ciberjornalismo

“Tendências do Jornalismo para a Emergente Sociedade em Rede”


Rosental Alves, professor na Universidade de Austin, Texas, acredita que esta nova sociedade ainda não tem um nome definido. Manuel Castells chama-lhe “sociedade em rede”, diz. E, apesar de a “revolução digital” já influenciar a política, economia e toda a sociedade, há dificuldades em receber a mudança, há “jornalistas revoltados”.

Pela primeira vez na História, o dispositivo que recebe também começa a emitir. A tecnologia digital derruba fronteiras entre os meios e todos passam a ser multimédia, tal como a ideia de periodicidade fixa se torna obsoleta (porque a informação é instantânea e está sempre disponível na Internet), explica Rosental Alves.

Segundo o professor, os media tradicionais já estão a perder poder e controlo e há três mudanças fundamentais:

- redes activas substituem ou convivem com audiencias passivas
- meios multimedia substituem ou convivem com meios monomedia
- ruptura da periocidiade tradicional das entregas informativas

Daí que a ruptura nos modelos de negócio seja inevitável.

O jornalismo, segundo Rosental Alves, deixou de ser monopólio do jornalista, “quer queiramos quer não, por muito que professores, estudantes e jornalistas protestem”. Antes, para ser jornalista era necessário um meio tradicional porque não havia audiência noutro sítio, mas hoje já não existe essa barreira.

Os produtos fechados abrem-se à participação do público, transformam-se em serviços abertos. “Publicar uma notícia não é mais o fim de um processo”, reitera Rosental Alves, que acredita que os jornalistas estão a aperceber-se que “não pode estar à margem da grande conversação da Sociedade em Rede”. O público não só reage à notícia como ajuda na sua construção (corrigindo erros, sugerindo adendas).

Os blogs tornam-se pequenas empresas de media, com grande audiência e que chegam a fazer publicidade para meios noticiosos gigantes como o New York Times e existe também o jornalismo agregado ou “de curadoria”. Hoje, os jornais fazem links para outros media, embora ainda “timidamente”, diz Rosental Alves, porque os media mostram versões diferentes do que está publicado no seu site online, em vez de coisas que acrescentem ao que o site publicou.

Há também uma ascenção de jornalismo sem fim lucrativo e novos modelos de negócio, já que as pessoas se apercebem, nos EUA, que não se podem dar ao luxo de perder os jornais. Daí que floresçam projectos como o Spot.us e que os jornais sem fins lucrativos que dependem da comunidade para financiar a sua actividade, como o Voice of San Diego.

Esta “revolução digital”, diz Rosental Alves, é “uma reconstrução que não respeita fronteiras”.

DICA DE SITE



Um site sensacional - que oferece em áudio as pronúncias de diversas palavras, nas mais diferentes línguas possíveis e o mais legal: Você pode gravar palavras disponíveis! Além de tirar a sua dúvida, você acaba registrando seu sotaque para o mundo e, possivelmente, também tirar as dúvidas de alguém.

DICA: Ah!Tri Né

sábado, dezembro 06, 2008

Arianna Huffington e o Guia dos Blogs

Arianna Huffington: o blog revolucionou o jornalismo popular

As novas e velhas mídias podem entrar em choque e se excluir mutuamente. Mas, em seu novo livro — The Huffington Post Complete Guide to Blogging —, a célebre blogueira Arianna Huffington argumenta que os dois mundos estão se aproximando rapidamente para reforçar o que cada um tem de melhor. Jornalistas tradicionais vêm escrevendo blogs, enquanto blogueiros estão ganhando credibilidade e status na mídia tradicional.

Publicado pela editora Simon & Schuster, o guia para blogueiros oferece dicas sobre como começar e como ser notado, além de opiniões da própria Ariana Huffington. Ela é ninguém menos que a criadora de um dos sites mais influentes da internet — o blog Huffington Post, ou HuffPo —, que ganhou destaque ainda maior durante a corrida à Casa Branca deste ano.

O HuffPo fez experimentos com jornalismo cidadão em seu setor "Off the Bus", em que milhares de amadores escreveram relatos da campanha eleitoral. Um dos maiores momentos do HuffPo aconteceu quando um colaborador voluntário gravou o então candidato Barack Obama num evento de levantamento de fundos fechado à imprensa, dizendo que os moradores de cidades pequenas ficam amargos e "se agarram às armas ou à religião".
Matéira completa AQUI!

sexta-feira, dezembro 05, 2008

Entrevista com a blogueira Yoani Sánchez,

Entrevista exclusiva com a blogueira Yoani Sánchez, vencedora do The BOBs 2008 e considerada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, segundo a revista TIME.
Tiago Dória , Antônio Granado e Fábio Malini entrevistaram Yoani Sánchez, vencedora do The BOBs 2008 .

Vale a pena ler e ouvir a entrevista ! Aqui!

quinta-feira, novembro 27, 2008

Guia digital para investigar corrupção

Lançado durante conferência de jornalismo investigativo em Bruxelas, o manual "Follow the money: a digital guide for tracking corruption" (Seguindo o dinheiro: um guia digital para investigar corrupção) fornece ferramentas para pesquisa de esquemas e redes de corrupção internacionais. O guia pode ser baixado pela internet.

FONTE: ABRAJI

domingo, novembro 23, 2008

Bolsa de Estudo Fundação Reuters

Jornalistas podem inscrever-se para bolsa de estudos de pesquisa em Oxford. O Programa de Bolsas de Estudos da Fundação Reuters permite que jornalistas estudem de três a nove meses na Universidade de Oxford, onde poderão perseguir e atingir seus interesses de pesquisa.
Os candidatos devem ter no mínimo cinco anos de experiência e proficiência na língua inglesa. Será dada prioridade aos jornalistas que propuserem projetos de pesquisa dentro das áreas de foco do Instituto Reuters de Estudos em Jornalismo, que incluem política, economia e o futuro do jornalismo.
As inscrições vão até 28 de janeiro de 2009. Veja detalhes http://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/fellowships/applying.html

terça-feira, novembro 18, 2008

Futuro do jornal além do papel

"Nosso verdadeiro negocio nao é imprimir sobre arvores mortas", declarou mais uma vez Rupert Murdoch, CEO da News Corp, dona de jornais como The Times e Wall Street Journal. Repetiu no domingo seu velho discurso sobre o tema 'o futuro dos jornais', fala gravada nos EUA e transmitida na Australia pela Australian Broadcasting Corp. Defende o jornal, embora nao seu formato físico (papel). Acredita que as pessoas nunca estiveram tao "famintas por informaçao" e acha que os jornais têm uma vantagem sobre outros formatos novos (blogs, etc) - "a credibilidade" (como se os outros formatos...). Vê o futuro do jornal desvinculado do papel - "É verdade que nas proximas decadas as versoes impressas de alguns jornais vao perder circulaçao", admitiu. Mas defendeu que "se os jornais fornecerem aos leitores noticias nas quais eles possam confiar, veremos ganhos em circulaçao - nas nossas paginas na internet, atraves do RSS, nos emails que entregam noticias customizadas e publicidade, nos celulares".

Dica : Bluebus

sábado, novembro 15, 2008

Como se faz infográficos?

A dica é do NUPEJOC - Núcleo de Pesquisa em Linguagens do Jornalismo Científico uma entrevista com Luiz Iria, da editora Abril, para a TV FIZ mostra o processo de criação do infográfico Mundo Árvore, publicado na edição de julho da Superinteressante.
Em março desse ano, as partes I e II de Mundo Árvore foram premiadas com medalha de prata do prêmio Malofiej.

Dica: NUPEJOC

sábado, novembro 08, 2008

12 passos para o jornalista digital em 2009




O blog 233grados publicou uma lista de 12 dicas para os jornalistas enfrentarem o meio online em 2009. A compilação é fruto do trabalho de Jeremy Lennard, editor da versão online do "The Guardian", e de Philippe Couve, do Centro de Formação de Jornalistas de Paris. Os dados foram apresentados durante a 64ª edição da Assembléia da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP).

Entre as dicas:
- Conheça as ferramentas digitais para poder inovar com elas.
- Esteja minimamente preparado para produzir conteúdo para todas as mídias.
- Saiba narrar histórias valendo-se de diversos suportes de mídia.

A dica é do Blog Qualidade de Conteúdo, FSP.

Confira o conteúdo . Aqui!

quinta-feira, outubro 30, 2008

O peso das Novas Mídias

Os jornalistas estao sobrecarregados com o aumento das exigências de que eles usem mais novas midias (blogs, Twitter, etc) em seu trabalho. Foi o que disseram profissionais reunidos na Universidade de Missouri, nos EUA, para um forum no National Press Club. Elaine Sciolino, correspondente do New York Times em Paris, descreveu sua rotina - "publicar na web até o meio dia, produzir um video para a internet, escrever para o International Herald Tribune (controlado do mesmo grupo) e ainda escrever uma matéria perfeita para o NYT do dia seguinte".

Fonte :Editors Weblog
Dica : Blue Bus

sexta-feira, outubro 17, 2008

Como fazer Pesquisas no Google

Saiba procurar no Google da melhor forma
Por Andressa Xavier

Google Search é, atualmente, o site de busca mais famoso, eficaz e visitado da web.
Aqui segue uma lista com uma boa quantidade de comandos úteis aos internautas:

Conteúdo entre aspas: o comando "entre aspas" efetua a busca pela ocorrência exata de tudo que está entre as aspas, agrupado da mesma forma.

Sinal de subtração:
este comando procura todas as ocorrências que você procurar, exceto as que estejam após o sinal de subtração. É chamado de filtro (ex: baixaki -download)

OR (ou):
OR serve para fazer uma pesquisa alternativa. No caso de "Carro (vermelho OR verde)" (sem as aspas), Google irá procurar Carro vermelho e Carro verde. É necessário usar os parênteses e OR em letra maiúscula.

Asterisco coringa: utilizar o asterisco entre aspas o torna um coringa. (ex: café * leite: Google buscará ocorrências de café + qualquer palavra + leite.

Define:
comando para procurar definições de qualquer coisa na internet (define:abacate).

Info: info serve para mostrar as informações que o Google tem sobre algum site (info:www.eujafui.com.br).

Palavra-chave + site: procura certa palavra dentro de um site específico (download site:www.baixaki.com.br).

Link: procura links externos para o site especificado (ex: link:www.blogaki.com.br).

Intitle:
restringe os termos da busca aos títulos dos sites (ex: intitle:eu ja fui).

Allinurl:
restringe os termos da busca às URL dos sites (ex: allinurl:cachorro).

Filetype:
serve para procurar ocorrências algum formato de arquivo específico (ex: "arvore azul:pdf").

Time: pesquisa o horário das principais cidades do mundo (ex: time:new york).

Weather: pesquisa a previsão do tempo para as principais cidades do mundo (ex: weather:tokyo).

Calculadora:
serve para efetuar contas matemáticas com o Google (ex: 10 / 2).

Conversão de moedas: serve para comparar o atual valor de duas moedas (ex: 7 dollar in real).

Conversão de temperatura: converte temperatura em Celsius para Fahreinheit (ex: 140 C in F).

Conversão de distâncias: utilizada para ver a correspondente distância em diferentes medidas (ex: 100 miles in kilometers).

Conversão de velocidade:
comando para converter medidas de velocidade (ex: 48 kph to mph).

Find a business:
procure lojas ou restaurantes em certa cidade. (não disponível para o Brasil) (ex: shopping, Chicago).

Movie:
comando para procurar por títulos de filmes (ex: movie: Batman).

Director:
o comando director serve para descobrir o nome de um diretor de certo filme (ex: director braveheart).

quinta-feira, outubro 16, 2008

Ter BLOG muda a rotina do jornalista

Uma pesquisa sobre jornalistas blogueiros que ouviu 200 profissionais de 30 países aponta que manter um blog afeta a maneira como o jornalista atua em outras mídias. A experiência de blogar, por exemplo, mudou a forma como jornalistas pensam e trabalham suas pautas - isso é mais forte no caso de freelancers e de profissionais que atuam na internet; e menos vivido pelos que estao nos meios impressos (jornais e revistas).
A pesquisa 'Blogging Journalists' é ampla e analisa também se o fato de manter um blog provocou mudanças na forma do jornalista apurar, produzir a noticia, se relacionar com a audiência etc. Os resultados do estudo estao sendo publicados diariamente desde o inicio da semana.

FONTE: Ponto Media
DICA: Bluebus

POPTUBE

O Google lançou no YouTube um novo conteudo, o Poptube, um canal com programas dedicados a cobertura das personalidades do mundo do entretenimento. O lançamento foi discreto, em setembro, diz noticia do Hollywood Reporter, e tem patrocinio da Pepsi. O programa já tem mais de 100 episódios produzidos - o conteudo vai de entrevistas com personagens que sao sucesso no YouTube, como a Obama Girl, a coberturas mais convencionais de estreias de cinema. O que difere o 'Poptub' dos programas do mesmo gênero que passam na TV americana é que o foco no entretenimento é mais amplo - nao apenas os astros de Hollywood, mas também as personalidades que surgiram 'na casa', populares graças ao YouTube.

FONTE: BLUEBUS

sexta-feira, outubro 10, 2008

"The Places We Live " - projeto da Agência Magnun

Essa é do Blog NA RUA :
A mítica agência Magnum lançou na rede esta semana um novo projeto, chamado “The Places We Live” [Os lugares em que vivemos], de autoria do fotógrafo Jonas Bendiksen. Entre 2005 e 2007, Bendiksen fotografou a vida em favelas espalhadas pelo mundo. O que torna o projeto mais interessante é a adaptação para a web, produzida pela Magnum In Motion, a face online da Magnum, uma agência sexagenária que tem se esforçado bastante para se adaptar ao mundo conectado.

Fonte: Na Rua

quinta-feira, outubro 02, 2008

Google Maps - Mídia alternativa

Está funcionando no google maps um mapa da mídia alternativa no mundo: Google Maps .
Quem tiver informações sobre um meio alternativo no Brasil (impresso, rádio, tv ou Internet) deve escrever ao jornalista Chico Sant'Anna através do endereço: chicosantanna@hotmail.com.
O e-mail deve conter o nome do meio, um relato de três linhas sobre seu propósito (versões em português, inglês, francês e/ou espanhol), a cidade onde ele opera e se está ligado a alguma organização, movimento ou sindicato.

Fonte: SBPJOR

quarta-feira, outubro 01, 2008

Palin não sabe dizer quais jornais lê

Entrevistada por Katie Couric, na CBS, Sarah Palin, vice na chapa de John McCain, foi incapaz de citar o nome de ao menos um jornal que costuma ler. A ausência de nomes chama atençao porque a candidata e governadora do Alasca é formada em jornalismo. Quando Couric perguntou que jornais e revistas ela lia, Palin foi vaga e bajuladora - "Eu leio a maioria deles, novamente, com uma grande apreciaçao pela imprensa, pela midia". A âncora da CBS insistitu, querendo ouvir que titulos especificamente. Palin saiu mais uma vez pela tangente - "Hum, todos eles, qualquer um que passou pela minha frente durante todos esses anos". Couric insistiu de novo, pedindo que ela citasse nomes. A governadora continuou vaga, respondendo que usava uma variedade de fontes para se informar.
Veja o vídeo no Huffington Post aqui!

Fonte: Bluebus

terça-feira, setembro 30, 2008

'New York Sun' fecha por causa da crise financeira




O jornal The New York Sun publicou nesta terça-feira sua última edição, após mais de seis anos no mercado, devido aos prejuízos que estava registrando e coincidindo com a crise financeira que afeta Wall Street.
O jornal, cujo lema era "Brilha para todos", fecha devido às dificuldades de encontrar apoio financeiro nesta época de crise, explicaram os diretores.
"Este mês, para não falar esta semana, foi um dos piores do século para tentar encontrar uma injeção de capital e, no final, não tínhamos nem dinheiro nem tempo", explicou seu diretor, Seth Lipsky, aos funcionários do periódico em seu discurso de despedida.
O último número do jornal foi publicado exatamente um dia depois de as bolsas de Nova York terem sofrido a maior queda em pontos de sua história (777,68 pontos) e sua maior baixa percentual desde os atentados de 11 de setembro de 2001 (6,98%).

Fonte: Terra

quinta-feira, setembro 04, 2008

1 blog só para acompanhar uma materia da redação

A revista Wired criou Storyboard, um blog para acompanhar a produção de uma matéria para a edição de novembro. Publica o processo quase que em tempo real - da ideia à redação, edição e diagramação. Todos os passos são publicados, incluindo troca de emails internos, layouts, rascunhos etc. A matéria em questão é sobre Charlie Kaufman, o roteirista de filmes como 'Adaptaçao' e 'Brilho eterno de uma mente sem lembranças' que está estreando como diretor.
DICA: Bluebus

domingo, agosto 03, 2008

Números da WEB

Os dados foram pubicados no Estadão do dia 03/08/2008:

O tamanho da web

1 trillhão
é o total de páginas de internet identificadas pelo Google. O número não inclui páginas duplicadas ou endereços que apontam para a mesma página

1 bilhão
era o número de páginas da web identificadas pelo Google até o ano 2000

26 milhões
de páginas tinham sido indexadas pelo Google em 1998, quando a empresa começou

10 anos
foi o tempo que demorou para chegar ao mercado a interface gráfica do usuário, sistema de computação baseado em imagens, como o Macintosh, da Appple, e o Windows, da Microsoft

30 anos
foi quanto levou para ser lançado um sistema comercial baseado na interface de linguagem natural, em que o computador busca entender o signficado das frases .

FONTE: O ESTADO DE SP

sábado, agosto 02, 2008

Jornalismo Móvel - através de um Nokia 95

Revista Época adota conceito de Jornalismo Móvel em São Paulo com repórter fazendo matérias com um celular Nokia N95 pelas ruas da cidade. Através do Urblog da revista Época SP, que entrou no ar esta semana, serão explorados temas vinculados ao espaço urbano. Vídeos, histórias, percepções da cidade serão relatadas diariamente no blog sem um roteiro prévio, sem uma pauta definida. A ideia é mostrar o que foge do olhar pautado dos repórteres. Transmissões ao vivo direto da rua via celular e o uso da tecnologia geotagging associada ao local de produção da matéria faz parte do projeto Urblog.

FONTE: Jornalismo Móvel

Bolsas para jornalistas em universidades dos Estados Unidos são boa opção para latino-americanos

A experiência de Rosental Alves num programa de Bolsa de Estudos:

Vinte anos atrás, eu terminava uma bolsa de estudos na Universidade de Harvard que seria um divisor de águas na minha carreira e na minha vida. Fui o primeiro brasileiro a conseguir uma bolsa Nieman para jornalistas, um programa que a universidade de Harvard oferece há 70 anos. De lá para cá, outras universidades criaram bolsas similares e todas estão abertas a jornalistas da América Latina e do Caribe.

Graças à Fundação John S. e James L. Knight, pelo menos duas bolsas Nieman estão reservadas todos os anos para jornalistas da América Latina. A Fundação Knight também patrocina bolsas para jornalistas em outras universidades dos Estados Unidos.

Neste mês de agosto, os bolsistas estão chegando a Cambridge, Massachusetts, para os nove meses da classe 2008-09, do ano acadêmico da Nieman Fellowship. Eles vão poder estudar o que quiserem em Harvard e participar de vários programas exclusivos, como seminários semanais na sede da Nieman.

Mas este é também um bom mês para jornalistas pensarem em se candidatar não só à Nieman, mas a pelo menos três outras excelentes bolsas similares oferecidas em universidades americanas de grande prestigio: a Knight Fellowship na Universidade de Stanford; a Knight-Wallace Fellowship na Universidade de Michigan; e a Knight Science Journalism Fellowships no MIT (Massachussetts Institute of Technology).

O que todas elas oferecem é um ano sabático, para você sair das pressões do dia-a-dia da redação e mergulhar num ambiente universitário para crescer intelectualmente. Além de não ter de pagar nada para tomar os cursos que quiser na universidade, você ainda ganha uma ajuda de custo bastante generosa: $60.000 em Harvard, $60.000 em Stanford, $70.000 em Michigan e $55.000 no MIT. Todas dão ainda ajuda para viagem, para casa e para completar seguro saúde.

Para quem estiver interessado em se candidatar a essas bolsas, é importante começar a preparar-se agora mesmo, para poder pensar bem nos detalhes do application, como as cartas de referência, o plano de estudos, o ensaio biográfico, etc. Uma dica importante: os administradores das quatro bolsas gostam de early birds, ou seja, daqueles candidatos que mandam cedo uma boa application, completa e bem organizada. E não dos que deixam para fazer tudo às pressas e mandar em cima da hora.

O trabalho para se candidatar começa com uma pesquisa cuidadosa nos sites das quatro bolsas: Nieman Fellowship at Harvard; Knight Fellowship at Stanford; Knight-Wallace Fellowship at Michigan; e Knight Science Journalism Fellowships at MIT.

No Site do Knight Center você pode encontrar os testemunhos de gente que já viveu a experiência de ser bolsista e de quem ainda vai vivenciar um destes programas.

A dica é do Prof. Rosental Alves

FONTE: Knight Center for Journalism

sexta-feira, agosto 01, 2008

Redações online e impressas começam a conviver na Argentina, Equador e Brasil

No blog Cobertura Digital, o jornalista equatoriano Christian Espinoza examina o projeto de integração das redações do jornal argentino Clarín e de sua edição online Clarín.com, explicando a criação de uma Mesa Central e de uma editoria de Notícias Contínuas 24 Horas no Clarín.

Espinoza, consultor do Diario Hoy, de Quito, diz que a proximidade entre as mesas de edição impressa e online do Hoy já criou sinergias valorosas para ambas as publicações.

No Brasil, segundo o blog Innovations in Newspapers, da consultoria Innovation, o jornal Correio da Bahia também está integrando suas redações impressa e online. Tradicionalmente identificado com a corrente política do falecido senador Antonio Carlos Magalhães, o jornal iniciou no ano passado uma série de reformas para afastar o viés político, segundo o Comunique-se.

FONTE: Comunique-se

quarta-feira, julho 30, 2008

Acervo do The Times de 1785 a 1985 está online

O tradicional jornal inglês The Times, publicado diariamente desde 1785, colocou todo o seu arquivo disponível online - gratuitamente - até o ano de 1985. São 200 anos de informações de primeira mão sobre alguns dos mais importantes fatos da história da humanidade. A página do arquivo oferece recursos como uma linha do tempo com fatos relevantes de determinados anos, desde a execução da rainha da França, Maria Antonieta , passando pela prisão de Nelson Mandela em 1964 até o solo de bateria de 20 minutos de John Bonhan em 1973 .

É possível navegar também por citações que aparecem no alto da página, do lado direito. Clicando na citação, chega-se à notícia relacionada. Em duas visualizações, as frases foram " We shall fight on the beaches. We shall fight on the hills. We shall never surrender ", de Winston Churchill; e " The English ministers are fighting with each other; all is perfect anarchy ", de Napoleão Bonaparte.

O The Times não é o pioneiro na iniciativa de colocar seus arquivos na rede. No ano passado o New York Times já tinha feito o mesmo, disponibilizando gratuitamente seus arquivos desde 1987, assim como todo o material publicado de 1851 até 1922, que já era de domínio público. O jornal americano continua cobrando o acesso às notícias publicadas entre 1923 e 1986.

Outra iniciativa semelhante que merece menção é a " Fotogaleria da Biblioteca do Congresso", que publica fotos do acervo da Bilbioteca do Congresso dos EUA no Flickr. Nesse caso, além de disponibilizar gratuitamente o material, a iniciativa serve também para identificar muitas das fotos que têm "muita pouca descrição" .

FONTE: O Globo

segunda-feira, julho 28, 2008

CUIL novo sistema de busca

Depois de passar mais de dois anos como o segredo mais bem guardado do vale do silício, o engenho de busca cuil [do gaélico para conhecimento, pronunciado como em cool] está no ar a partir de hoje. segundo a home page e os press-releases espalhados cuidadosamente pela web [veja este aqui em techcrunch] a máquina cobre mais de 120 bilhões de páginas, o que deixa qualquer outro sistema de indexação e busca no chinelo. Pelo que se sabe [por baixo do pano] google indexa 40 bilhões de páginas, apesar de dizer que "sabe" de algo da ordem de um trilhão.

FONTE: BIT A BIT por Sílvio Meira