sexta-feira, maio 01, 2009

Mudança Editorial na Folha de SP

Folha de S. Paulo dá início a mudança editorial

Jornal terá de 'trazer informação exclusiva, ampliar carga de interpretação e análise e ser conciso e claro'

Com o objetivo de dar início a uma mudança editorial, o diretor de redação da Folha de S. Paulo, Otavio Frias Filho, e a editora-executiva, Eleonora de Lucena, enviaram e-mail à redação para apresentar as diretrizes que vão “nortear as ações na produção e edição da Folha”. O jornal terá que trazer “informação exclusiva”, ampliar “a carga de interpretação e análise” e ser “conciso e claro”.

“Com esse projeto - que será desdobrado em várias medidas práticas -, busca-se reforçar os pilares do Projeto Editorial: praticar um jornalismo plural, crítico, apartidário e independente”, escrevem os dois na mensagem enviada na semana passada.

Conheça as diretrizes para a realização da mudança editorial:

1. Organizar a pauta selecionando mais os assuntos e priorizando as abordagens exclusivas dos fatos de relevo. Buscar o furo como prioridade máxima. Ter um planejamento de médio e longo prazo para desenvolvimento de pautas mais abrangentes;

2. Na produção, cuidar para ampliar o número de fontes, buscar o contraditório e sempre entender o contexto e os interesses que cercam a notícia. Não hesitar em pautar histórias que revigorem o prazer da leitura;

3. Na elaboração dos textos, trabalhar com concisão e didatismo. Observar a necessidade de a redação ter:
a) frases e parágrafos curtos (máximo de 10 linhas justificadas),
b) uso de aspas apenas quando houver relevância ou quando declaração for curiosa;
c) emprego de números e cifras com mais critério, lembrando sempre de relacionar a parte e o todo,
d) preocupação com as nuances, os matizes de argumentos e fatos, fazendo relatos com fidelidade, sem tentar enquadrá-los em categorias preconcebidas,
e) a memória do caso e suas inter-relações,
f) narração clara e fácil, evitando jargões;
g) conexão com a vida prática dos leitores;

4. Na edição, ter a preocupação de oferecer um produto mais compacto e integrado, sem reduzir espaço reservado a artes e fotos. É necessário reforçar a hierarquia nas páginas. Ajuste gráfico em curso auxiliará nessa tarefa. É preciso dar visibilidade ao “outro lado” e usar com mais frequência recursos como:
a) “análise”,
b) “perguntas e respostas” / “para entender o caso”,
c) “quem ganha e quem perde”,
d) “saiba mais”,
e) “e eu com isso?”


FONTE: Comunique-se

Master em Jornalismo

quarta-feira, abril 08, 2009

Mapa dos mais influentes da internet




Todos os anos, a Information Architects elabora um mapa de tendências da internet usando como referência o metrô de Tóquio. O estudo mapeia os 333 domínios e as 111 pessoas de maior influência na web e as transfere de acordo com o ranking para o mapa do metrô. Por exemplo, este ano o Twitter está na estaçao de Shibuya, que é a com maior movimento.
Para ver o mapa em alta resolução, clique aqui!

A dica é do LikeCool.

FONTE: Bluebus

'In the Papers'

Jornalista de NY cria site para livrar leitores do excesso de informação.
O jornalista Pat Kiernan é âncora de um programa chamado 'In the Papers' no canal a cabo NY1, local de Nova Iorque. Faz uma resenha em tom pessoal do noticiário do dia nos jornais e tabloides. Agora Kiernan decidiu usar o formato e ampliar o alcance do seu trabalho - lançou o PatsPapers.com, onde comenta as notícias dos jornais por email ou em video. A partir de sua experiência na TV, pretende compilar o que é mais relevante nos jornais de circulação nacional e propoe seu serviço como um guia para os leitores enfrentarem o excesso de notícias. Leia mais em matéria do New York Times.

FONTE : Blue Bus

Apesar das demissões o interesse por jornalismo continua crescente

NOS EUA
As demissoes no jornalismo americano nao param - este ano, já chegariam a 7,500, foram 5,000 no ano passado e somam mais de 10,000 se contadas desde 2001, diz matéria da Forbes. Mas ainda assim, o interesse pela carreira é crescente. As inscriçoes para os cursos nas universidades de Columbia, Stanford e New York aumentaram respectivamente 38%, 20% e 6%. Subiram também nas universidades estaduais.

FONTE : Bluebus

sábado, abril 04, 2009

Entrevista é arte? Ou técnica? Ou sorte?

Maurício Stycer escreveu no blog dele um texto sobre entrevistas. Duas questões são abordadas: uma a entrevista com Eduardo Coutinho e outra com Sergio Rodrigues.
O texto trata da função da entrevista por e-mail e o papel do imprevisto, capaz de alterar totalmente o rumo previsto de uma entrevista.

Vale a pena conferir ! aqui!

FONTE: BLOG Maurício Stycer

sexta-feira, abril 03, 2009

Globo prepara telejornal só para celular

A Globo vai testar no segundo semestre a produção e transmissão de telejornais exclusivos para telefones celulares. A novidade será anunciada na próxima quarta-feira, em São Paulo, pelo diretor da Central Globo de Jornalismo, Carlos Henrique Schroder, na apresentação para a imprensa da programação de 2009.
Schroder falará dos investimentos que a Globo vem fazendo em conteúdos jornalísticos para novas plataformas, o que inclui também internet.
As novas mídias entraram em 2008 na lista de prioridades da Globo. Em mensagem ao mercado financeiro, na semana passada, Roberto Irineu Marinho, presidente do grupo, ressaltou que "a evolução tecnológica da indústria de comunicação está criando novas oportunidades de participação, interatividade e de escolha do público sobre que conteúdos consumir, como e quando fazê-lo", conforme informou o noticiário especializado "Tela Viva".

FONTE: Folha de SP
Coluna do Daniel Castro

quinta-feira, abril 02, 2009

CARTÃO DE PONTO

* A experiência de cartão de ponto em O Globo.


Ponto x notícia

Uma longa tradição do jornalismo foi rompida. Por exigência do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro, ontem, pela primeira vez, repórteres, redatores, fotógrafos, diagramadores e editores assistentes assinaram ponto, ao entrar e ao sair da Redação, medida que criou polêmica e exigiu muitas reuniões. Todo jornalista sabe que notícia não tem hora para acontecer e, portanto, longas horas de trabalho nos dias em que o mundo parece que vai cair eram compensadas por folgões, quando a paz é restaurada na cidade, acaba a Copa do Mundo, ou terminam as eleições.

O ponto começa em plena época da internet, quando jornalistas não precisam mais estar na Redação para trabalhar, por ter à disposição notebooks e celulares para mandar notícias e fotos de onde estiverem. Em Brasília, por exemplo, a maioria dos repórteres da sucursal é de setoristas no Palácio do Planalto, nos ministérios, no Congresso ou no Banco Central. Vão direto de casa para o trabalho, lá mesmo escrevem suas matérias e as enviam para a Redação pela internet.

“Jornalismo do tipo bom é tudo aquilo que acontece fora da hora. O resto é entrevista coletiva.

Press release, informação de assessoria de imprensa. Declaração ditada pelo ministro.

O tédio e o nariz de cera”, escreveu Joaquim Ferreira dos Santos, a propósito do ponto, na sua crônica de segunda-feira.

Os jornais “Extra” e “Expresso”, da Infoglobo, também iniciaram a tomada do ponto. Num primeiro momento, será manual e servirá como experiênciapiloto. Os jornalistas assinarão o ponto indicando a hora de entrada e de saída da Redação.

O teste permitirá identificar demandas e avaliar a melhor maneira para o acompanhamento da jornada. O modelo definitivo será implantado em dois meses — diz EDNÉA MARQUES, gerente de Serviços de RH .

Algumas editorias, como a Rio, alteraram horários para tornar mais eficiente a troca de quem estiver na rua e precisar voltar para escrever sem ultrapassar suas horas de trabalho. Outra novidade é a jornada: em vez das sete horas, os jornalistas vão ficar oito horas na empresa — uma hora será dedicada, como determina a lei, para almoço ou descanso remunerado.

terça-feira, março 31, 2009

O QUE ESTÃO PREPARANDO PARA O FUTURO

Vale apena assistir o vídeo abaixo e ver o que estão preparando para um futuro próximo.

VÍDEO

Dica: Via Twitter Whaner

sábado, março 28, 2009

BOAS NOTÍCIAS

A DICA é do Sérgio D'Ávila correspondente da Folha.

No primeiro POST ele apresentou:

Boa notícia: site só com boas notícias

Manchetes de hoje:

- "Equipe britânica constrói peixe-robô para detectar poluição"

- "Índice Dow dispara 500 pontos depois de Geithner revelar plano para títulos tóxicos"

- "Levando festas de aniversário a crianças sem-teto"

- "Pinguins são soltos após recuperação"

É a Good News Network, que só dá notícia boa. Criada pela jornalista Geri Weis-Corbley, tem mil assinantes pagos, se inspirou em sessões de jornais do tipo no mundo inteiro --a Folha teve por anos a vinheta eventual "Boa Notícia", na Primeira Página-- e viu sua audiência subir 45% desde o começo da crise financeira. São pessoas que perderam seu pé-de-meia ou estão cansadas de só ler desgraça.

Pois a GNN começa a inspirar uma nova onda no jornalismo norte-americano. Há duas semanas, o âncora Brian Williams, da NBC, termina seu telejornal com uma boa notícia. Seu NBC Nightly News é o mais visto dos três principais telejornais de fim de tarde. E o diário californiano Los Angeles Times criou um tweet só de boas notícias. E um blog só de boas notícias? Sobreviveria?

* Outros sites ou sessões de jornais que vão na mesma linha, segundo o Washington Post: o Giramundo, o Good News Daily e a Making a Difference, do "Christian Science Monitor". E no Brasil?

O segundo POST:

Boa notícia: site só com boas notícias - parte 2

Fez sucesso o blog anterior, sobre um site norte-americano que só dá notícias boas. Vários blogueiros falaram de iniciativas semelhantes no Brasil, passadas e presentes. Uma lista dos atuais:

* o 365 Dias que Acalmaram o Mundo, da jornalista Julia Lordello;

* O Brasil que Dá Certo, do economista Stephen Kanitz, com iniciativas bem-sucedidas principalmente nas áreas acadêmica e econômica;

* A Rede TV faz o programa Good News, um telejornal diário só com boas notícias;

* A Mundial FM tem o programa diário Jornal da Boa Notícia, idem ibidem;

* Por fim, Jeff Reinholds, que comanda uma série de sites, promete pensar na ideia e fazer um parecido.


FONTE:Sérgio D'Ávila

domingo, março 22, 2009

ACADEMIA DE JORNALISMO DA BBC

A Academia de Jornalismo e o World Service da BBC lançaram 5 guias especiais de serviços africanos de línguas: Português para África, Kynyarwanda, Kirundi e Somali.

Os guias baseiam-se na experiência e conhecimento de jornalistas da BBC adquiridos ao longo de muitos anos, e temos a grande satisfação de partilhar este conhecimento, com jornalistas de todo o mundo.

Os guias realçam como, no final, o jornalismo é uma questão de linguagem.

De forma a discutir os valores do jornalismo, é necessário compreender o papel desempenhado pela língua na expressão desses valores.

Este novo lançamento acrescenta-se à lista de micro sites de línguas lançados até agora, contando-se entre outros: Árabe, Francês, Swahili e Hindi.

sábado, março 07, 2009

Correspondente no TWITTER

Tem falado-se muito nas últimas semanas que o Twitter é mais do que um site de relacionamento ou um serviço de microblogging. Com base nas suas mensagens de 140 postadas pelos usuários em tempo real, uma busca no Twitter pode trazer as informações e acontecimentos mais recentes. Foi assim com a queda do avião em Nova York, que teve a sua primeira foto publicada lá. Para o Sky News, que tem como slogan “O primeiro em notícias quentes”, monitorar o que se passa no Twitter tornou-se uma necessidade de primeira ordem. O site britânico acaba de nomear a jornalista Ruth Barnett (na foto) como sua correspondente no Twitter. Em um comunicado interno, a empresa explica que a missão de Barnett será vasculhar os perfis em buscas de matérias e opiniões. Mais um passo para o fim do jornalismo como o conhecemos? Não acho. Trata-se de mais uma nova fonte de informação, como o Google era nos idos de 2004. Hoje, o mecanismo de busca é ferramenta básica para a busca de dados, pessoas, contatos. Não só para jornalistas como para pessoas comuns em todo o mundo.

FONTE: Blog Tecneira

quarta-feira, março 04, 2009

Extra treina repórteres para a convergência de mídias

O Extra expandiu para toda a redação – papel e online integrados – uma ideia do editor de Geral, Fábio Gusmão, que deu certo. O jornal carioca trabalha com “repórteres 3G”, fazendo matérias para qualquer plataforma, editando-as no local da cobertura e enviando-as à redação em tempo real. O nome 3G vem de Terceira Geração, o celular que permite fazer fotos, vídeos, áudios, conectar-se à internet e até, se for preciso, falar ao telefone. Nos carros de reportagem há um laptop que os torna “redações móveis”. O projeto teve início em janeiro, na editoria de Geral, com dois repórteres em locais avançados, Fernando Torres, na Baixada Fluminense, e Isabella Guerreiro, na Zona Oeste. Atualmente, todas as áreas do jornal já produzem esse tipo de conteúdo, depois de um treinamento para os repórteres serem capazes de produzir matérias para qualquer plataforma. Atualmente, outras áreas do jornal podem produzir esse tipo de conteúdo, depois de um treinamento dos repórteres. A filosofia é desmistificar a tecnologia, com uso inicial simplificado do equipamento; passar técnicas de filmagem para quem tem técnica de texto; e fazer com que o pessoal treinado seja multiplicador dessa informação. “É a difusão do conhecimento no melhor sentido. Não tem aquilo de quem sabe mais, e sim, de compartilhar. E o número de acessos, medido instantaneamente, dá ao repórter a repercussão imediata do seu trabalho, coisa que ele não tem no papel, e que motiva muito as pessoas”, completa Gusmão. “A notícia pode ser uma só, mas a forma de apresentá-la é variada”, diz Aloy Jupiana, editor-executivo para assuntos online, a respeito da linguagem especifica para cada mídia. Dois editores, Paulo Maurício Costa e Giampaolo Braga, editam o que for preciso e selecionam o que vai para o papel ou online. “Um treinamento desses prepara o repórter para o que a gente imagina ser o futuro da profissão”, assinala Octavio Guedes, editor-chefe do jornal.

domingo, fevereiro 15, 2009

Dicas sobre Habilidades Digitais

A matéria é do Knight Center - Jornalismo nas Américas.
Joe Grimm, colaborador da área de recrutamento para o Poynter Institute, dá dicas sobre as principais habilidades digitais que um jornalista precisa ter nos dias de hoje.

“Eu aprenderia várias áreas de habilidade e me preocuparia menos com programas específicos”, recomenda Grimm. Você pode editar um vídeo usando o Movie Maker, iMovie, Final Cut Pro, ou o Avid, para nomear alguns. Eles variam na sofisticação, complexidade, custo e qualidade. Mas quando se aprende a produzir vídeos utilizando um certo programa, suas habilidades certamente serão transferidas caso precise usar outro no futuro.

Com relação às áreas de habilidade, é importante saber gravar e editar áudio e vídeo, editar fotos (neste caso, Grimm diz que o Photoshop é o programa mais utilizado), e manipular bases de dados (para isto o Excel é um bom começo).

O jornalista deve também aprender ferramentas da Web, como html básica, e um programa de design como o Dreamweaver ou o FrontPage. Por último, “pense além da Web e saiba como você pode transmitir informações para MP3 players e celulares”, acrescenta Grimm.

Mas, acima de tudo, nunca se esqueça que qualidades como a ética, a flexibilidade, e um forte alicerce jornalístico nunca podem ser deixadas para trás, diz.

Fonte: Knight Center

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

O Jornalista 3 em 1





O exemplo de um jornalista multimídia.
Como um único jornalista lida com múltiplos papéis: reportagem, filmagem e edição de vídeo Al Tompkins, da Poynter Online, fala com Joe Little, o "correspondente digital" da estação de TV de San Diego KGTV.

Little, conhecido na indústria como uma "banda de um único músico", descreve como grava seu próprio vídeo, faz a reportagem, e depois a edição.

Para conhecer o trabalho dele clique aqui !

Fonte : Knight Center

Capacitação em jornalismo online no YouTube

A Rede Internacional de Jornalistas (IJNet, por suas siglas em inglês) lançou um canal no YouTube que busca conectar jornalistas ao redor do mundo através de uma série de vídeos de capacitação em jornalismo online. A página estará em constante expansão.

Dentre os temas dos vídeos, estão Jornalismo 2.0, Reportagem e Edição, Ética do Jornalismo, Jornalismo Investigativo, e Técnicas de Entrevista. Para ajudar a expandir o canal, jornalistas, instrutores de jornalismo e profissionais da mídia são encorajados a contribuir com seus próprios vídeos de treinamento.


FONTE :Knight Center

"Mais e melhor jornalismo"

"Mais e melhor jornalismo": o debate sobre a integração das redações

Embora a tendência aponte à integração das redações, cada meio de comunicação enfrenta desafios diferentes. "Os requisitos para que funcione bem são muito exigentes em termos de adaptação, treinamento, recrutamento de novos profissionais e mudança da cultura organizacional", diz o professor da Universidade de Navarra (Espanha) José Luis Orihuela, em entrevista à jornalista peruana Esther Vargas para a revista Tinta Digital.

O slogan, diz Orihuela, deve ser: "mais e melhor jornalismo". No entanto, "o caminho da mudança para os grandes jornais é lento e está condicionado à democrafia de seu público, ao aumento os custos fixos e à evolução do mercado publicitário", acrescenta. Leia aqui a matéria completa da Tinta Digital.

Fonte: Knight Center

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Nos EUA Web supera jornais como fonte de informação

Notícia do Pew Research Center for People and the Press mostra que os jornais foram superados pela internet, este ano, como fonte de informação nos EUA.
Entre 2007 e 2008, as notícias dos jornais ganharam 1% de audiência, as da TV perderam 4% e a internet –como fonte de informação- ganhou 16%. os totais de audiência, somados, passam de 100% porque a resposta é de escolhas múltiplas. de seu pico, em 2002, a TV perdeu 12 pontos; do pico de 2003, o rádio perdeu 15 pontos. por outro lado, de sua base de 2001, que é quando banda começa a se tornar realmente disponível para a internet nos EUA, a audiência para notícias, na rede, saiu de 13 para 40 pontos. sinal dos tempos. Matéria completa AQUI!

FONTE: DIA A DIA, BIT A BIT - Blog de Sílvio Meira

terça-feira, janeiro 27, 2009

Declínio dos jornais ameaça a democracia

A dica é de Milton Coelho da Graça.
Ele apresenta os principais pontos do Artigo da Diretora da União pelas Liberdades Civis Americanas, Deborah Jacobs . Ela alerta (Editor & Publisher, 27/1): a partir da queda de qualidade do jornal Star-Ledge, do estado de New Jersey (após ser vendido, demitiu 150 pessoas na redação), Deborah percebe que a falta de repórteres profissionais cria um crescente risco para o sistema político e as liberdades democráticas.

Os principais trechos :

“O povo de New Jersey confia em repórteres para saber o que está ocorrendo e usa essas informações para formar opiniões, agir e definir o voto. Repórteres agem como se tivessem procurações de todos nós, fazem nossos deveres de cidadãos participando de reuniões até alta madrugada. Eles descobrem corrupção política e divulgam informações que podem proteger o público. Exercem pressão sobre funcionários simplesmente pelo seu trabalho, compelindo nossos líderes a corrigirem seus erros”
Repórteres trazem questões importantes para a praça pública. (…) Organizações civis muitas vezes descobrem novas causas para defender através de reportagens. Nossa ACLU freqüentemente se engaja em questões reveladas por repórteres investigativos, como, por exemplo, os segredos do Poder Executivo e os abusos em Guantánamo. (...) se um problema é descoberto, mas não for levado a conhecimento público, o “problema” continuará a existir?” Texto completo aqui !

Fonte: Comunique-se

sábado, janeiro 24, 2009

DICA DE SITE : stuffjournalistslike

O Blog Stuffjournalistlike é despretencioso e destaca facetas da do dia a dia do jornalista. Ele fala desde a mesa bagunçada presente em todas as redações, bem como dos jargões da profissão e rotina produtiva.

Vale a pena conferir!

sexta-feira, janeiro 23, 2009

Jornal quer que repórteres andem armados na Rússia

BRUXELAS - Uma caneta numa mão. Uma arma na outra. As ameaças contra jornalistas na Rússia obrigaram o jornal Novaya Gazeta a pedir permissão da Justiça local para que seus jornalistas andem armados. Nesta semana, mais um jornalista foi assassinado em Moscou, ao lado de um procurador. Mas uma parte dos jornalistas do grupo já alerta: não vão sair à rua armados.

Os casos de assassinatos de jornalistas na Rússia vem se proliferando e, segundo a entidade Freedom House, 16 profissionais foram mortos no país desde 2000. Dezenas de outros jornalistas foram agredidos e ameaçados. Na Europa, entidades como Repórteres Sem Fronteiras atacam o governo russo por não proteger jornalistas e até criar um ambiente de terror contra alguns jornais.

Nesta semana, Aleksandr Lebedev - um ex-agente secreto da KGB e hoje dono do jornal liberal em Moscou "Novaya Gazeta" - fez um apelo para que as autoridades permitam que jornalistas andem armados. "O governo não está cumprindo sua missão. Portanto, estamos pedindo oficialmente para que possamos portar armas", disse. Pela lei russa, cidadãos não podem andar armado, salvo em casos autorizados.

A vítima nesta semana foi a repórter Anastasia Baburova, que saia de uma conferência de imprensa ao lado do procurador Stanislav Markelov. Ambos foram assassinados. Baburova foi a quarta funcionária do jornal assassinada em oito anos. O primeiro, o jornalista Igor Domnikov, foi morto em 2000. Em 2003, Yury Shchekochikhin estava investigando o envolvimento dos serviços de segurança da Rússia em operações ilegais. Acabou sendo envenenado.

Mas o caso mais famoso é de Anna Politkovskaya, morta em 2006 ao sair de sua casa. Ela acusava em seus artigos o Exército russo de abusos contra a população na Chechênia. Sergei Sokolov, editor chefe do jornal, alerta que não tem outra opção agora senão tomar a si a responsabilidade de defender seus funcionários. Mas nem todos na redação aceitaram a ideia de levar uma arma. Para o Centro para Jornalismo em Situações Extremas, armar jornalistas não funcionará.

FONTE :O ESTADO DE SP

Jornal com conteúdo de Blogs

- Imagine ler posts de um blog num jornal impresso dedicado apenas a esse tipo de conteudo. É o que está propondo o empreendedor americano Joshua Karp, que prepara o lançamento do Printed Blog, que sairá duas vezes por dia e terá distribuiçao gratuita. Circulará em algumas cidades nos EUA, terá conteudo de blogs locais e espera com isso atrair anunciantes também locais, incluindo os classificados. Karp acredita que nao vai gastar mais do que USD 15 mil com a produçao e distribuiçao do 1o numero, que sai no dia 27. O jornal terá todas as suas paginas a cores. A meta é automatizar a produçao e dar ao leitor a possibilidade de votar nos blogs que devem ter conteudo incluido na ediçao seguinte. A noticia é da Wired.

Fonte: Bluebus

sexta-feira, janeiro 16, 2009

O que faz um repórter ser “bom”?

O que faz um repórter ser “bom”?


Em um recente artigo, a ombudsman do Washington Post Deborah Howell declarou que "Bons repórteres são o principal na apuração da notícia". Se é notícia, Howell disse, "Eles têm que saber. Sem [bons] repórteres, o público não teria a notícia e informação essenciais para o funcionamento de uma democracia".

As características inerentes a um bom repórter, de acordo com Howell, incluem: curiosidade sem fim, compromisso, a necessidade profunda de saber o que está acontencendo, a habilidade de seguir um pista pequena e filtrar informações conflitantes. Bons repórteres também tem muita energia e sabem pesquisar bem, ela explicou.

Artigo completo aqui!

FONTE: ijnet

Wave magazine busca artigos investigativos de jovens jornalistas

Wave magazine busca artigos investigativos de jovens jornalistas


Jovens jornalistas de todos os países podem enviar trabalhos para a Wave magazine, um projeto na Internet, que busca cooperação internacional. Os trabalhos são aceitos até o dia 10 de cada mês.

A Wave magazine tem o objetivo de promover o jornalismo de investigação de impacto internacional realizado por jovens jornalistas. Universitários também podem participar. Até o momento, os artigos devem ser escritos em inglês ou sérvio.

Atualmente, a revista trabalha com jornalistas da Itália, Alemanha, Ucrânia, Polônia, Áustria, Sérvia e Brasil.

Para mais informação ou participar do grupo, escreva para office@wavemagazine.net. Para saber mais sobre a Wave magazine, visite (em inglês) http://www.wavemagazine.net

/index.html
.

FONTE: ijnet

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Relembrando a campanha de O GLOBO - Muito além do papel de um jornal

Em setembro O Globo apresentou a campanha 'Muito além do papel de um jornal' .
O slogan traduz a proposta de ser um veiculo de informaçao, independentemente da plataforma - papel, internet, celular - ou do formato - texto, imagem, audio.
A campanha criada pela F Nazca aborda ainda a participaçao do leitor na produçao do conteudo.

Confira aqui!

Fonte: Blue Bus

Campanha do El Mundo - Onde quer que você vá

O espanhol El Mundo saiu com campanha para divulgar suas plataformas, além do papel, também a internet e o celular. A trilha sonora do filme repete o verso "wherever you may go" (onde quer que você vá), sugerindo que o conteudo acompanha o leitor sem prendê-lo a um unico formato.
Confira aqui!

Fonte: Blue Bus

sábado, dezembro 27, 2008

10 funções no jornalismo

10 funções no jornalismo
Pelo Blog Mindpark

O blog Mindpark apresenta os possíveis novos papéis dos editores no uso da Web na mídia :

Editor de Pesquisa. Uma crescente parcela de um site do tráfego vem do Google e outros motores de busca. Você precisa de uma pessoa para seguir de perto este tráfego.
Editor de Estatísticas. A web oferece várias oportunidades para acompanhar os usuários em seu site comportamento de perto.
Editor de Projetos. Muitas empresas parecem estar na mídia de forma muito mais rápida para lançar novos projetos no papel do que na web. Por que?
Editor de Link. Quem liga a maioria, vence no final. Mas alguém tem de ser o responsável pela ligação entre política e atividades.
Editor de Comunidade. Estar presente na atividade do leitor em nossos sites, bem como comunidades Centrar-se em outros sites.
Editor de Rede/conversa. Embarcar e responder as discussões sobre a sua marca em outros sites.
Editor de Tag. O desenvolvimento e manutenção estrutura de tags. A maioria das comunicação social as empresas não são muito sofisticadas, a este respeito.
Mashup Editor. Incluindo os widgets e mashups em seu site.
Editor de qualidade na Web. Garantir na mídia local os novos requisitos de qualidade na Web, bem como a inclusão das novas tendências.
Editor de Internet. Cobrir o que se passa na web. Mesmo jornais locais deveriam fazer isso!

VIA Synergias

sexta-feira, dezembro 26, 2008

Abraji lança site que faz mapeamento de dados sobre o Brasil

O projeto “Mapas temáticos sobre o Brasil” faz o mapeamento de diversos assuntos, como crescimento populacional, resultados de eleições, incidência da criminalidade e educação e serve de ferramenta aos jornalistas para a produção de reportagens. Ele integra o projeto internacional “Mapeamento dos meios de comunicação nas Américas”, que busca investigar a relação entre democracia e meios de comunicação no Canadá e 11 países da América Latina. Todos os mapas podem ser reproduzidos para fins jornalísticos, desde que citada a fonte. Há versões em alta resolução disponíveis para download.

Internet ultrapassa jornais como principal fonte de informação dos americanos

Internet ultrapassa jornais como principal fonte de informação dos americanos

A internet superou os jornais impressos como fonte de informações dos americanos. De acordo com pesquisa realizada pela Pew Research Center, 40% dos entrevistados afirmaram que o principal meio de informação é a internet, contra 35% que citaram os jornais. A televisão continua liderando o ranking, com 70%. Em 2007, a internet foi citada por apenas 24% dos pesquisados.

O percentual é ainda maior quando a pesquisa se limita aos americanos com menos de 30 anos. Nessa faixa etária, 59% disseram buscar informações na internet, o mesmo percentual alcançado pela TV.

Numa avaliação dos últimos oito anos da pesquisa, percebe-se que os leitores de jornais se estabilizaram na faixa dos 35% e que a internet vem “roubando” audiência da televisão. A queda no número de entrevistados que citaram a TV foi de quatro pontos percentuais em 2008 em relação ao ano passado.

De acordo com o levantamento, os jornais impressos perderam leitores principalmente entre 2003 e 2005, quando apresentou queda de 14 pontos percentuais.

Fonte: Comunique-se

terça-feira, dezembro 16, 2008

Jornais como Estradas de Ferro





"Os jornais hoje parecem ser o equivalente das estradas de ferro no inicio do século 20 - foram um grande negócio, mas foram eclipsadas por uma nova tecnologia", escreve James Surowiecki no artigo 'News you can lose' (Noticias que você pode perder) na ultima ediçao da New Yorker. E segue comentando ainda o que aconteceu com as estradas de ferro - "Se os empresarios tivessem entendido que eles estavam no negocio de transportes, e nao no negocio de estradas de ferro, eles poderiam ter migrado para os caminhoes ou para o transporte aereo, em vez de deixar outras empresas dominarem". E compara - "muitos argumentam que se os jornais tivessem entendido que estavam no negocio da informaçao, e nao no negocio do impresso, teriam se adaptado mais rapidamente e com mais sucesso à internet". O artigo analisa a situaçao dos jornais nos EUA, partindo do pedido de concordata do grupo Tribune, anterior aqui, e passa pela queda na receita publicitaria, a perda de leitores, a internet e o comportamento dos consumidores. Conclui - "O verdadeiro problema dos jornais, em outras palavras, nao é a internet; somos nós. Nós que queremos acesso a tudo, queremos agora, e queremos de graça".

A dica é do Blue Bus.
E o artigo completo no originalestá aqui!
Leia a integra, em inglês,

sexta-feira, dezembro 12, 2008

"Qualquer jornalista feliz e apaixonado pelo seu trabalho vai produzir notícias melhores":



Mark Deuze acredita que "qualquer jornalista feliz e apaixonado pelo seu trabalho vai produzir notícias melhores":

Mark Deuze reconhece que muitas plataformas estão a emergir na web e muitas têm um carácter inclusivo, desafiando as características do jornalismo tradicional.

Inicialmente, quando as organizações noticiosas passaram para o online, ou colavam o material da edição do meio tradicional sem pensar, ou faziam outsourcing de uma redacção localizada longe da redacção “original”.

O resultado disto, diz Mark Deuze, é que, nos últimos 5-10 anos, essas redacções online desenvolveram culturas próprias, muitas vezes opostas às culturas dos colegas do meio tradicional.

Mark Deuze afirma que há 6 ou 7 anos, previam-se vários futuros para os novos media:

- mais do mesmo (informação geral para público geral com interesse geral), porque as coisas não mudam rapidamente
- a possibilidade de a natureza da internet permitir dar notícias específicas para público específico de interesse específico, porque a Internet permite aos jornalistas saberem o que a audiência queria
- “jornalismo dialógico”, quando o jornalista pensa que o seu papel jornalista é igual ao papel de alguém da comunidade que ele serve. É o jornalista entrar numa conversação com a sociedade ou a comunidade, na vez de decidir o que aquelas pessoas vão saber.

Mark Deuze fala numa das novas tendências, o jornalismo “hiperlocal”, que desenvolve notícias para uma comunidade muito específica ou, por vezes, é a própria comunidade gere essas notícias.

Hoje vêem-se grandes exemplos de jornalismo como conversação (como o WikiNews), diz Mark Deuze, e também de participação dos cidadãos (como o Yo Periodista, do El País, entre muitos outros), mas em sites separados. Isto é, o jornalismo abraça cautelosamente a participação, não a associando completamente ao meio “original”.

O especialista holandês alerta para o aumento dos despedimentos no jornalismo e para a mudança do poder cultural, que passa do jornalista empregado para o seu empregador. E “encoraja os jornalistas a criarem alianças com os colegas e com pessoas específicas da comunidade, para produzir em conjunto”, declara.

Mark Deuze faz um apelo: “Talvez devêssemos parar de investigar e apoiar jornalistas que trabalham para grandes organizações. Devíamos olhar para o mais inovador e original jornalismo”, como o ProPublica, nos EUA. “Precisamos de jornalistas, mas, eventualmente, não os inseridos nas das grandes organizações noticiosas“, acrescenta.

“O desafio primário deste ecossistema com um meio único é a gestão”, considera. A indústria que tem futuro hoje é a “small-skill industry”, continua o especialista holandês, que precisa de pouco dinheiro para funcionar.

Mark Deuze acredita sinceramente que “qualquer jornalista feliz e apaixonado pelo seu trabalho vai produzir notícias melhores e mais relevantes para a comunidade” e aconselha sempre os seus alunos a “não tirarem cursos que os façam empregados de uma organização noticiosa, mas sim que os façãm criar o seu próprio projecto”.


FONTE : I Congresso Internacional de Ciberjornalismo

“Tendências do Jornalismo para a Emergente Sociedade em Rede”


Rosental Alves, professor na Universidade de Austin, Texas, acredita que esta nova sociedade ainda não tem um nome definido. Manuel Castells chama-lhe “sociedade em rede”, diz. E, apesar de a “revolução digital” já influenciar a política, economia e toda a sociedade, há dificuldades em receber a mudança, há “jornalistas revoltados”.

Pela primeira vez na História, o dispositivo que recebe também começa a emitir. A tecnologia digital derruba fronteiras entre os meios e todos passam a ser multimédia, tal como a ideia de periodicidade fixa se torna obsoleta (porque a informação é instantânea e está sempre disponível na Internet), explica Rosental Alves.

Segundo o professor, os media tradicionais já estão a perder poder e controlo e há três mudanças fundamentais:

- redes activas substituem ou convivem com audiencias passivas
- meios multimedia substituem ou convivem com meios monomedia
- ruptura da periocidiade tradicional das entregas informativas

Daí que a ruptura nos modelos de negócio seja inevitável.

O jornalismo, segundo Rosental Alves, deixou de ser monopólio do jornalista, “quer queiramos quer não, por muito que professores, estudantes e jornalistas protestem”. Antes, para ser jornalista era necessário um meio tradicional porque não havia audiência noutro sítio, mas hoje já não existe essa barreira.

Os produtos fechados abrem-se à participação do público, transformam-se em serviços abertos. “Publicar uma notícia não é mais o fim de um processo”, reitera Rosental Alves, que acredita que os jornalistas estão a aperceber-se que “não pode estar à margem da grande conversação da Sociedade em Rede”. O público não só reage à notícia como ajuda na sua construção (corrigindo erros, sugerindo adendas).

Os blogs tornam-se pequenas empresas de media, com grande audiência e que chegam a fazer publicidade para meios noticiosos gigantes como o New York Times e existe também o jornalismo agregado ou “de curadoria”. Hoje, os jornais fazem links para outros media, embora ainda “timidamente”, diz Rosental Alves, porque os media mostram versões diferentes do que está publicado no seu site online, em vez de coisas que acrescentem ao que o site publicou.

Há também uma ascenção de jornalismo sem fim lucrativo e novos modelos de negócio, já que as pessoas se apercebem, nos EUA, que não se podem dar ao luxo de perder os jornais. Daí que floresçam projectos como o Spot.us e que os jornais sem fins lucrativos que dependem da comunidade para financiar a sua actividade, como o Voice of San Diego.

Esta “revolução digital”, diz Rosental Alves, é “uma reconstrução que não respeita fronteiras”.

DICA DE SITE



Um site sensacional - que oferece em áudio as pronúncias de diversas palavras, nas mais diferentes línguas possíveis e o mais legal: Você pode gravar palavras disponíveis! Além de tirar a sua dúvida, você acaba registrando seu sotaque para o mundo e, possivelmente, também tirar as dúvidas de alguém.

DICA: Ah!Tri Né

sábado, dezembro 06, 2008

Arianna Huffington e o Guia dos Blogs

Arianna Huffington: o blog revolucionou o jornalismo popular

As novas e velhas mídias podem entrar em choque e se excluir mutuamente. Mas, em seu novo livro — The Huffington Post Complete Guide to Blogging —, a célebre blogueira Arianna Huffington argumenta que os dois mundos estão se aproximando rapidamente para reforçar o que cada um tem de melhor. Jornalistas tradicionais vêm escrevendo blogs, enquanto blogueiros estão ganhando credibilidade e status na mídia tradicional.

Publicado pela editora Simon & Schuster, o guia para blogueiros oferece dicas sobre como começar e como ser notado, além de opiniões da própria Ariana Huffington. Ela é ninguém menos que a criadora de um dos sites mais influentes da internet — o blog Huffington Post, ou HuffPo —, que ganhou destaque ainda maior durante a corrida à Casa Branca deste ano.

O HuffPo fez experimentos com jornalismo cidadão em seu setor "Off the Bus", em que milhares de amadores escreveram relatos da campanha eleitoral. Um dos maiores momentos do HuffPo aconteceu quando um colaborador voluntário gravou o então candidato Barack Obama num evento de levantamento de fundos fechado à imprensa, dizendo que os moradores de cidades pequenas ficam amargos e "se agarram às armas ou à religião".
Matéira completa AQUI!

sexta-feira, dezembro 05, 2008

Entrevista com a blogueira Yoani Sánchez,

Entrevista exclusiva com a blogueira Yoani Sánchez, vencedora do The BOBs 2008 e considerada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, segundo a revista TIME.
Tiago Dória , Antônio Granado e Fábio Malini entrevistaram Yoani Sánchez, vencedora do The BOBs 2008 .

Vale a pena ler e ouvir a entrevista ! Aqui!

quinta-feira, novembro 27, 2008

Guia digital para investigar corrupção

Lançado durante conferência de jornalismo investigativo em Bruxelas, o manual "Follow the money: a digital guide for tracking corruption" (Seguindo o dinheiro: um guia digital para investigar corrupção) fornece ferramentas para pesquisa de esquemas e redes de corrupção internacionais. O guia pode ser baixado pela internet.

FONTE: ABRAJI

domingo, novembro 23, 2008

Bolsa de Estudo Fundação Reuters

Jornalistas podem inscrever-se para bolsa de estudos de pesquisa em Oxford. O Programa de Bolsas de Estudos da Fundação Reuters permite que jornalistas estudem de três a nove meses na Universidade de Oxford, onde poderão perseguir e atingir seus interesses de pesquisa.
Os candidatos devem ter no mínimo cinco anos de experiência e proficiência na língua inglesa. Será dada prioridade aos jornalistas que propuserem projetos de pesquisa dentro das áreas de foco do Instituto Reuters de Estudos em Jornalismo, que incluem política, economia e o futuro do jornalismo.
As inscrições vão até 28 de janeiro de 2009. Veja detalhes http://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/fellowships/applying.html

terça-feira, novembro 18, 2008

Futuro do jornal além do papel

"Nosso verdadeiro negocio nao é imprimir sobre arvores mortas", declarou mais uma vez Rupert Murdoch, CEO da News Corp, dona de jornais como The Times e Wall Street Journal. Repetiu no domingo seu velho discurso sobre o tema 'o futuro dos jornais', fala gravada nos EUA e transmitida na Australia pela Australian Broadcasting Corp. Defende o jornal, embora nao seu formato físico (papel). Acredita que as pessoas nunca estiveram tao "famintas por informaçao" e acha que os jornais têm uma vantagem sobre outros formatos novos (blogs, etc) - "a credibilidade" (como se os outros formatos...). Vê o futuro do jornal desvinculado do papel - "É verdade que nas proximas decadas as versoes impressas de alguns jornais vao perder circulaçao", admitiu. Mas defendeu que "se os jornais fornecerem aos leitores noticias nas quais eles possam confiar, veremos ganhos em circulaçao - nas nossas paginas na internet, atraves do RSS, nos emails que entregam noticias customizadas e publicidade, nos celulares".

Dica : Bluebus

sábado, novembro 15, 2008

Como se faz infográficos?

A dica é do NUPEJOC - Núcleo de Pesquisa em Linguagens do Jornalismo Científico uma entrevista com Luiz Iria, da editora Abril, para a TV FIZ mostra o processo de criação do infográfico Mundo Árvore, publicado na edição de julho da Superinteressante.
Em março desse ano, as partes I e II de Mundo Árvore foram premiadas com medalha de prata do prêmio Malofiej.

Dica: NUPEJOC

sábado, novembro 08, 2008

12 passos para o jornalista digital em 2009




O blog 233grados publicou uma lista de 12 dicas para os jornalistas enfrentarem o meio online em 2009. A compilação é fruto do trabalho de Jeremy Lennard, editor da versão online do "The Guardian", e de Philippe Couve, do Centro de Formação de Jornalistas de Paris. Os dados foram apresentados durante a 64ª edição da Assembléia da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP).

Entre as dicas:
- Conheça as ferramentas digitais para poder inovar com elas.
- Esteja minimamente preparado para produzir conteúdo para todas as mídias.
- Saiba narrar histórias valendo-se de diversos suportes de mídia.

A dica é do Blog Qualidade de Conteúdo, FSP.

Confira o conteúdo . Aqui!

quinta-feira, outubro 30, 2008

O peso das Novas Mídias

Os jornalistas estao sobrecarregados com o aumento das exigências de que eles usem mais novas midias (blogs, Twitter, etc) em seu trabalho. Foi o que disseram profissionais reunidos na Universidade de Missouri, nos EUA, para um forum no National Press Club. Elaine Sciolino, correspondente do New York Times em Paris, descreveu sua rotina - "publicar na web até o meio dia, produzir um video para a internet, escrever para o International Herald Tribune (controlado do mesmo grupo) e ainda escrever uma matéria perfeita para o NYT do dia seguinte".

Fonte :Editors Weblog
Dica : Blue Bus

sexta-feira, outubro 17, 2008

Como fazer Pesquisas no Google

Saiba procurar no Google da melhor forma
Por Andressa Xavier

Google Search é, atualmente, o site de busca mais famoso, eficaz e visitado da web.
Aqui segue uma lista com uma boa quantidade de comandos úteis aos internautas:

Conteúdo entre aspas: o comando "entre aspas" efetua a busca pela ocorrência exata de tudo que está entre as aspas, agrupado da mesma forma.

Sinal de subtração:
este comando procura todas as ocorrências que você procurar, exceto as que estejam após o sinal de subtração. É chamado de filtro (ex: baixaki -download)

OR (ou):
OR serve para fazer uma pesquisa alternativa. No caso de "Carro (vermelho OR verde)" (sem as aspas), Google irá procurar Carro vermelho e Carro verde. É necessário usar os parênteses e OR em letra maiúscula.

Asterisco coringa: utilizar o asterisco entre aspas o torna um coringa. (ex: café * leite: Google buscará ocorrências de café + qualquer palavra + leite.

Define:
comando para procurar definições de qualquer coisa na internet (define:abacate).

Info: info serve para mostrar as informações que o Google tem sobre algum site (info:www.eujafui.com.br).

Palavra-chave + site: procura certa palavra dentro de um site específico (download site:www.baixaki.com.br).

Link: procura links externos para o site especificado (ex: link:www.blogaki.com.br).

Intitle:
restringe os termos da busca aos títulos dos sites (ex: intitle:eu ja fui).

Allinurl:
restringe os termos da busca às URL dos sites (ex: allinurl:cachorro).

Filetype:
serve para procurar ocorrências algum formato de arquivo específico (ex: "arvore azul:pdf").

Time: pesquisa o horário das principais cidades do mundo (ex: time:new york).

Weather: pesquisa a previsão do tempo para as principais cidades do mundo (ex: weather:tokyo).

Calculadora:
serve para efetuar contas matemáticas com o Google (ex: 10 / 2).

Conversão de moedas: serve para comparar o atual valor de duas moedas (ex: 7 dollar in real).

Conversão de temperatura: converte temperatura em Celsius para Fahreinheit (ex: 140 C in F).

Conversão de distâncias: utilizada para ver a correspondente distância em diferentes medidas (ex: 100 miles in kilometers).

Conversão de velocidade:
comando para converter medidas de velocidade (ex: 48 kph to mph).

Find a business:
procure lojas ou restaurantes em certa cidade. (não disponível para o Brasil) (ex: shopping, Chicago).

Movie:
comando para procurar por títulos de filmes (ex: movie: Batman).

Director:
o comando director serve para descobrir o nome de um diretor de certo filme (ex: director braveheart).

quinta-feira, outubro 16, 2008

Ter BLOG muda a rotina do jornalista

Uma pesquisa sobre jornalistas blogueiros que ouviu 200 profissionais de 30 países aponta que manter um blog afeta a maneira como o jornalista atua em outras mídias. A experiência de blogar, por exemplo, mudou a forma como jornalistas pensam e trabalham suas pautas - isso é mais forte no caso de freelancers e de profissionais que atuam na internet; e menos vivido pelos que estao nos meios impressos (jornais e revistas).
A pesquisa 'Blogging Journalists' é ampla e analisa também se o fato de manter um blog provocou mudanças na forma do jornalista apurar, produzir a noticia, se relacionar com a audiência etc. Os resultados do estudo estao sendo publicados diariamente desde o inicio da semana.

FONTE: Ponto Media
DICA: Bluebus

POPTUBE

O Google lançou no YouTube um novo conteudo, o Poptube, um canal com programas dedicados a cobertura das personalidades do mundo do entretenimento. O lançamento foi discreto, em setembro, diz noticia do Hollywood Reporter, e tem patrocinio da Pepsi. O programa já tem mais de 100 episódios produzidos - o conteudo vai de entrevistas com personagens que sao sucesso no YouTube, como a Obama Girl, a coberturas mais convencionais de estreias de cinema. O que difere o 'Poptub' dos programas do mesmo gênero que passam na TV americana é que o foco no entretenimento é mais amplo - nao apenas os astros de Hollywood, mas também as personalidades que surgiram 'na casa', populares graças ao YouTube.

FONTE: BLUEBUS

sexta-feira, outubro 10, 2008

"The Places We Live " - projeto da Agência Magnun

Essa é do Blog NA RUA :
A mítica agência Magnum lançou na rede esta semana um novo projeto, chamado “The Places We Live” [Os lugares em que vivemos], de autoria do fotógrafo Jonas Bendiksen. Entre 2005 e 2007, Bendiksen fotografou a vida em favelas espalhadas pelo mundo. O que torna o projeto mais interessante é a adaptação para a web, produzida pela Magnum In Motion, a face online da Magnum, uma agência sexagenária que tem se esforçado bastante para se adaptar ao mundo conectado.

Fonte: Na Rua

quinta-feira, outubro 02, 2008

Google Maps - Mídia alternativa

Está funcionando no google maps um mapa da mídia alternativa no mundo: Google Maps .
Quem tiver informações sobre um meio alternativo no Brasil (impresso, rádio, tv ou Internet) deve escrever ao jornalista Chico Sant'Anna através do endereço: chicosantanna@hotmail.com.
O e-mail deve conter o nome do meio, um relato de três linhas sobre seu propósito (versões em português, inglês, francês e/ou espanhol), a cidade onde ele opera e se está ligado a alguma organização, movimento ou sindicato.

Fonte: SBPJOR

quarta-feira, outubro 01, 2008

Palin não sabe dizer quais jornais lê

Entrevistada por Katie Couric, na CBS, Sarah Palin, vice na chapa de John McCain, foi incapaz de citar o nome de ao menos um jornal que costuma ler. A ausência de nomes chama atençao porque a candidata e governadora do Alasca é formada em jornalismo. Quando Couric perguntou que jornais e revistas ela lia, Palin foi vaga e bajuladora - "Eu leio a maioria deles, novamente, com uma grande apreciaçao pela imprensa, pela midia". A âncora da CBS insistitu, querendo ouvir que titulos especificamente. Palin saiu mais uma vez pela tangente - "Hum, todos eles, qualquer um que passou pela minha frente durante todos esses anos". Couric insistiu de novo, pedindo que ela citasse nomes. A governadora continuou vaga, respondendo que usava uma variedade de fontes para se informar.
Veja o vídeo no Huffington Post aqui!

Fonte: Bluebus

terça-feira, setembro 30, 2008

'New York Sun' fecha por causa da crise financeira




O jornal The New York Sun publicou nesta terça-feira sua última edição, após mais de seis anos no mercado, devido aos prejuízos que estava registrando e coincidindo com a crise financeira que afeta Wall Street.
O jornal, cujo lema era "Brilha para todos", fecha devido às dificuldades de encontrar apoio financeiro nesta época de crise, explicaram os diretores.
"Este mês, para não falar esta semana, foi um dos piores do século para tentar encontrar uma injeção de capital e, no final, não tínhamos nem dinheiro nem tempo", explicou seu diretor, Seth Lipsky, aos funcionários do periódico em seu discurso de despedida.
O último número do jornal foi publicado exatamente um dia depois de as bolsas de Nova York terem sofrido a maior queda em pontos de sua história (777,68 pontos) e sua maior baixa percentual desde os atentados de 11 de setembro de 2001 (6,98%).

Fonte: Terra

quinta-feira, setembro 04, 2008

1 blog só para acompanhar uma materia da redação

A revista Wired criou Storyboard, um blog para acompanhar a produção de uma matéria para a edição de novembro. Publica o processo quase que em tempo real - da ideia à redação, edição e diagramação. Todos os passos são publicados, incluindo troca de emails internos, layouts, rascunhos etc. A matéria em questão é sobre Charlie Kaufman, o roteirista de filmes como 'Adaptaçao' e 'Brilho eterno de uma mente sem lembranças' que está estreando como diretor.
DICA: Bluebus

domingo, agosto 03, 2008

Números da WEB

Os dados foram pubicados no Estadão do dia 03/08/2008:

O tamanho da web

1 trillhão
é o total de páginas de internet identificadas pelo Google. O número não inclui páginas duplicadas ou endereços que apontam para a mesma página

1 bilhão
era o número de páginas da web identificadas pelo Google até o ano 2000

26 milhões
de páginas tinham sido indexadas pelo Google em 1998, quando a empresa começou

10 anos
foi o tempo que demorou para chegar ao mercado a interface gráfica do usuário, sistema de computação baseado em imagens, como o Macintosh, da Appple, e o Windows, da Microsoft

30 anos
foi quanto levou para ser lançado um sistema comercial baseado na interface de linguagem natural, em que o computador busca entender o signficado das frases .

FONTE: O ESTADO DE SP

sábado, agosto 02, 2008

Jornalismo Móvel - através de um Nokia 95

Revista Época adota conceito de Jornalismo Móvel em São Paulo com repórter fazendo matérias com um celular Nokia N95 pelas ruas da cidade. Através do Urblog da revista Época SP, que entrou no ar esta semana, serão explorados temas vinculados ao espaço urbano. Vídeos, histórias, percepções da cidade serão relatadas diariamente no blog sem um roteiro prévio, sem uma pauta definida. A ideia é mostrar o que foge do olhar pautado dos repórteres. Transmissões ao vivo direto da rua via celular e o uso da tecnologia geotagging associada ao local de produção da matéria faz parte do projeto Urblog.

FONTE: Jornalismo Móvel

Bolsas para jornalistas em universidades dos Estados Unidos são boa opção para latino-americanos

A experiência de Rosental Alves num programa de Bolsa de Estudos:

Vinte anos atrás, eu terminava uma bolsa de estudos na Universidade de Harvard que seria um divisor de águas na minha carreira e na minha vida. Fui o primeiro brasileiro a conseguir uma bolsa Nieman para jornalistas, um programa que a universidade de Harvard oferece há 70 anos. De lá para cá, outras universidades criaram bolsas similares e todas estão abertas a jornalistas da América Latina e do Caribe.

Graças à Fundação John S. e James L. Knight, pelo menos duas bolsas Nieman estão reservadas todos os anos para jornalistas da América Latina. A Fundação Knight também patrocina bolsas para jornalistas em outras universidades dos Estados Unidos.

Neste mês de agosto, os bolsistas estão chegando a Cambridge, Massachusetts, para os nove meses da classe 2008-09, do ano acadêmico da Nieman Fellowship. Eles vão poder estudar o que quiserem em Harvard e participar de vários programas exclusivos, como seminários semanais na sede da Nieman.

Mas este é também um bom mês para jornalistas pensarem em se candidatar não só à Nieman, mas a pelo menos três outras excelentes bolsas similares oferecidas em universidades americanas de grande prestigio: a Knight Fellowship na Universidade de Stanford; a Knight-Wallace Fellowship na Universidade de Michigan; e a Knight Science Journalism Fellowships no MIT (Massachussetts Institute of Technology).

O que todas elas oferecem é um ano sabático, para você sair das pressões do dia-a-dia da redação e mergulhar num ambiente universitário para crescer intelectualmente. Além de não ter de pagar nada para tomar os cursos que quiser na universidade, você ainda ganha uma ajuda de custo bastante generosa: $60.000 em Harvard, $60.000 em Stanford, $70.000 em Michigan e $55.000 no MIT. Todas dão ainda ajuda para viagem, para casa e para completar seguro saúde.

Para quem estiver interessado em se candidatar a essas bolsas, é importante começar a preparar-se agora mesmo, para poder pensar bem nos detalhes do application, como as cartas de referência, o plano de estudos, o ensaio biográfico, etc. Uma dica importante: os administradores das quatro bolsas gostam de early birds, ou seja, daqueles candidatos que mandam cedo uma boa application, completa e bem organizada. E não dos que deixam para fazer tudo às pressas e mandar em cima da hora.

O trabalho para se candidatar começa com uma pesquisa cuidadosa nos sites das quatro bolsas: Nieman Fellowship at Harvard; Knight Fellowship at Stanford; Knight-Wallace Fellowship at Michigan; e Knight Science Journalism Fellowships at MIT.

No Site do Knight Center você pode encontrar os testemunhos de gente que já viveu a experiência de ser bolsista e de quem ainda vai vivenciar um destes programas.

A dica é do Prof. Rosental Alves

FONTE: Knight Center for Journalism

sexta-feira, agosto 01, 2008

Redações online e impressas começam a conviver na Argentina, Equador e Brasil

No blog Cobertura Digital, o jornalista equatoriano Christian Espinoza examina o projeto de integração das redações do jornal argentino Clarín e de sua edição online Clarín.com, explicando a criação de uma Mesa Central e de uma editoria de Notícias Contínuas 24 Horas no Clarín.

Espinoza, consultor do Diario Hoy, de Quito, diz que a proximidade entre as mesas de edição impressa e online do Hoy já criou sinergias valorosas para ambas as publicações.

No Brasil, segundo o blog Innovations in Newspapers, da consultoria Innovation, o jornal Correio da Bahia também está integrando suas redações impressa e online. Tradicionalmente identificado com a corrente política do falecido senador Antonio Carlos Magalhães, o jornal iniciou no ano passado uma série de reformas para afastar o viés político, segundo o Comunique-se.

FONTE: Comunique-se

quarta-feira, julho 30, 2008

Acervo do The Times de 1785 a 1985 está online

O tradicional jornal inglês The Times, publicado diariamente desde 1785, colocou todo o seu arquivo disponível online - gratuitamente - até o ano de 1985. São 200 anos de informações de primeira mão sobre alguns dos mais importantes fatos da história da humanidade. A página do arquivo oferece recursos como uma linha do tempo com fatos relevantes de determinados anos, desde a execução da rainha da França, Maria Antonieta , passando pela prisão de Nelson Mandela em 1964 até o solo de bateria de 20 minutos de John Bonhan em 1973 .

É possível navegar também por citações que aparecem no alto da página, do lado direito. Clicando na citação, chega-se à notícia relacionada. Em duas visualizações, as frases foram " We shall fight on the beaches. We shall fight on the hills. We shall never surrender ", de Winston Churchill; e " The English ministers are fighting with each other; all is perfect anarchy ", de Napoleão Bonaparte.

O The Times não é o pioneiro na iniciativa de colocar seus arquivos na rede. No ano passado o New York Times já tinha feito o mesmo, disponibilizando gratuitamente seus arquivos desde 1987, assim como todo o material publicado de 1851 até 1922, que já era de domínio público. O jornal americano continua cobrando o acesso às notícias publicadas entre 1923 e 1986.

Outra iniciativa semelhante que merece menção é a " Fotogaleria da Biblioteca do Congresso", que publica fotos do acervo da Bilbioteca do Congresso dos EUA no Flickr. Nesse caso, além de disponibilizar gratuitamente o material, a iniciativa serve também para identificar muitas das fotos que têm "muita pouca descrição" .

FONTE: O Globo

segunda-feira, julho 28, 2008

CUIL novo sistema de busca

Depois de passar mais de dois anos como o segredo mais bem guardado do vale do silício, o engenho de busca cuil [do gaélico para conhecimento, pronunciado como em cool] está no ar a partir de hoje. segundo a home page e os press-releases espalhados cuidadosamente pela web [veja este aqui em techcrunch] a máquina cobre mais de 120 bilhões de páginas, o que deixa qualquer outro sistema de indexação e busca no chinelo. Pelo que se sabe [por baixo do pano] google indexa 40 bilhões de páginas, apesar de dizer que "sabe" de algo da ordem de um trilhão.

FONTE: BIT A BIT por Sílvio Meira

sábado, julho 26, 2008

Revista Esquire terá capa especial com tinta eletrônica

Os leitores da revista masculina Esquire terão uma surpresa na edição de setembro: uma capa com um display movido a bateria, com a seguinte mensagem em tinta eletrônica: “o século 21 começa agora”.

No entanto, os leitores não poderão interagir com a tela, que deve deixar de funcionar em 90 dias, quando a bateria acabar.

As informações foram reveladas pelo editor chefe da revista, David Granger, em entrevista ao New York Times.

A nova capa será inserida apenas em 100 mil exemplares da tiragem de 720 mil da revista.

A Esquire firmou um acordo exclusivo com a E Ink - que fornece a tecnologia usada no leitor de e-books Kindle, da Amazon - para utilizar o display com tinta eletrônica até 2009 em revistas impressas.

FONTE: IDG NOW

sexta-feira, julho 25, 2008

O Twitter é uma forma de jornalismo?

"Para muitos jornalistas e guardiões da profissão, a idéia de que algum jornalista possa voluntariamente adotar um espaço mais curto é horripilante e burra", escreve o repórter político John Dickerson na mais nova edição da Nieman Reports. Mas, diz ele, o "Twitter não ameaça as tradições do nosso trabalho. Ele acrescenta, em vez de subtrair, ao que nós fazemos."

O Twitter tornou-se uma forma cada vez mais popular de microblog, permitindo que os usuários publiquem mensagens instantâneas para amigos em sua rede de contatos em pequenos textos de até 140 caracteres - mesmo tamanho de uma mensagem instantânea enviada pelo celular.

Mas será que o Twitter é uma forma de jornalismo? O USA Today, nesta semana, o comparou a um hipertransmissor de fofocas. Ao passo que o serviço incha de usuários (de 200 mil em maio de 2007 para 2 milhões hoje), as empresas jornalísticas começam a utilizá-lo para dividir notícias de última hora e jornalistas individuais vêm encontrando nele um lar conveniente para informações que não cabem no impresso. Como observa Dickerson:

"Enquanto passo quase todo o meu tempo na estrada, atualmente, cobrindo as campanhas presidenciais, o Twitter é o lugar perfeito para todas aquelas observações que escrevi nas centenas de bloquinhos que tenho guardados na minha garagem de coberturas de campanhas e outras reportagens ao longo dos anos. Dentro desses blocos estão pequenos pedaços de vida que captei ao longo do caminho. Às vezes, eles fogem demais do assunto ou são inconseqüentes demais para colocar numa reportagem. Às vezes, são pequenas noções ou pensamentos paralelos que se tornam o lead de uma reportagem. Todos eles encontraram seu lar no Twitter."

No Brasil, o programa de entrevistas Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo, abriu um canal para a participação de usuários do Twitter. A cada programa, três usuários do serviço participam no estúdio, contando bastidores do programa e interagindo com os espectadores. O jornalista André Deak, que participou nesta semana, fez em seu blog algumas observações sobre a experiência.

Para obter dicas sobre como usar o Twitter para cobrir eventos ao vivo, veja este texto de Amy Gahran.

Nieman Reports, USA Today
FONTE Knight Center

quinta-feira, julho 24, 2008

KNOL - a Wikipédia do Google




O Google abriu ontem para o publico em geral o Knol, que vinha sendo testado desde dezembro. O serviço reune artigos produzidos pelos usuarios - cada um escreve sobre área que conhece profundamente. Os textos sao assinados - um diferencial em relaçao à Wikipedia, que permite o anonimato. Diferente também da Wikipedia, o Knol nao terá apenas um artigo sobre um tema - será encorajada a concorrência entre os usuarios de forma a ter varios textos sobre um mesmo assunto. A popularidade dos artigos junto aos visitantes vai determinar como eles estarao posicionados no ranking. Os usuários que lerem os artigos nao vao poder edita-los nem colaborar, a nao ser que tenham permissao do autor. Mas poderao notificar o Google em caso de conteudo questionável.
Fonte: Bluebus

terça-feira, julho 22, 2008

" Quando um homem morde um cachorro.. "

O espírito do jornalismo diz que "quando um cachorro morde um homem, não é notícia; mas, quando um homem morde um cachorro, temos a notícia".

No G1 - Menino morde pit bull para se defender de ataque

sexta-feira, julho 18, 2008

Jornais têm futuro lucrativo, diz Juan Luis Cebrián




Para Juan Luis Cebrián, fundador do jornal espanhol El Pais e presidente do Grupo Prisa, ainda que os jornais estejam perdendo seu papel central entre os meios de comunicação, não devem desaparecer porque "o jornal continua a ter um futuro racional e lucrativo", disse o empresário e intelectual em entrevista publicada pela revista colombiana La Semana.

Apesar das mudanças no negócio, Cebrián defende o papel tradicional do jornalista - "alguém que conta aos outros o que acontece" - como importante para todas as plataformas de mídia - impressa, rádio, TV e Web.

"A dificuldade que temos agora é que a sociedade digital tende a nulificar os processos de intermediação. Isso significa que há muita informação precisa misturada com muitas mentiras, boatos e lixo". Entretanto, disse Cebrián, é aí que o jornalista pode intervir, no processo de mediação entre a realidade e os cidadãos.

Ao referir-se aos investimentos do Grupo Prisa fora da Espanha, ele disse que a empresa ainda não havia avaliado a possibilidade de lançar um jornal nacional na Colômbia, o que demandaria uma liderança jornalística local.

Leia a entrevista completa aqui.

Assinante processa jornal que demitiu jornalistas

Keith Hempstead, assinante do News & Observer de Raleigh, disse que renovou sua assinatura em maio, um mês antes de o jornal anunciar a demissão de 70 funcionários e cortes de páginas de notícias, relata o jornal. Para ele, o jornal perdeu valor e quebrou o contrato com ele.

Hempstead, advogado e ex-repórter, disse que poderia simplesmente cancelar a assinatura, mas moveu o processo como ponto de princípio.


Fonte: The News & Observer

quinta-feira, julho 17, 2008

Entrevista Judith Miller

"Repórteres não iniciam uma guerra"
Em entrevista a ÉPOCA, a jornalista Judith Miller, que publicou reportagens dizendo que Saddam Hussein tinha armas de destruição em massa, reconhece o erro, mas nega que tenha responsabilidade no início da guerra dos Estados Unidos contra o Iraque

"Nos Estados Unidos, os jornalistas têm que escolher entre a prisão e a proteção suas fontes"
Entrevista completa na Revista Época.

quinta-feira, julho 03, 2008

Dica de Site 2 - Marca Texto




O site se propõe a selecionar palavras e frases como se usasse uma caneta marca texto. As ferramentas vão um pouco além: é possível gerar uma nova página usando apenas os trechos selecionados. Também é possível compartilhar endereços marcados com outros usuários.

Fonte: Comunique-se

Dicas de Site - Dicionário


O Hyperdicionary fornece definições de termos em inglês, apresentando sinônimos e antônimos. Basta um clique e qualquer termo que compõe a resposta também pode ser consultado.

Fonte: Comunique-se

terça-feira, julho 01, 2008

Releases palavras que chamam atenção

Escrevendo nos releases palavras que os jornalistas querem ler...
'Verde', 'sexo', 'ambiente' e 'dinheiro' sao algumas das palavras usadas por profissionais de RP nos EUA para chamar atençao dos jornalistas para seus releases, diz noticia do New York Times. Quem trabalha na area de entretenimento ensina que o ideal é usar os termos 'bebê', 'rompimento', 'casamento' e 'divorcio', preferencialmente junto de um nome de celebridade. Especialistas ouvidos pelo jornal dizem que nao se trata apenas de criar um titulo que seja um chamariz para a midia, mas de trabalhar 'cientificamente' para que ele seja eficiente também para as ferramentas de busca, de forma a aparecer no alto nos resultados das pesquisas.

FONTE :Bluebus

Quanto custa a sobrecarga de informações?



Segundo a companhia de pesquisas norte-americana Basex, a sobrecarga de informação já custa cerca de US$ 650 bilhões aos EUA. A informação é do Read Write Web.

Os dados indicam que as tecnologias que criamos para aumentar nossa produtividade (em especial computadores e internet) também deixam os trabalhadores esgotados, ao lidar com cada vez maiores quantidades de informação e interrupções.

A coisa está ficando tão séria que, segundo o New York Times, Microsoft, Intel, Google e IBM estão se unindo para criar um grupo para estudar o problema.

Fonte: Produtividade Pessoal

sexta-feira, junho 27, 2008

50 % das notícias tem que ser positivas

O Senado da Romênia aprovou uma emenda para a lei que vai obrigar as emissoras de televisão e rádio a veicularem notícias positivas em pelo menos 50% da programação.

Antes de se tornar lei, a emenda precisa ser assinada pelo presidente Traian Basescu.
A União dos Jornalistas Profissionais da Romênia afirmou nesta quinta-feira que considera a proposta uma "censura" ao conteúdo, além de ser "impossível estabelecer quando uma matéria positiva ou negativa".
Rasvan Popescu, presidente do Conselho Nacional Audiovisual - órgão que regula os meios de comunicação na Romênia- afirma que as notícias refletem a realidade e não são negativas nem positivas.
O Clube Romeno de Imprensa (CRP) também protestou contra a emenda e pediu que o presidente Basescu não a sancione.
O Conselho de Honra do CRP afirmou em comunicado divulgado nesta quinta-feira que o projeto legislativo tem caráter "profundamente autoritario", vai contra as normas européias, limita a liberdade de expressão e o direito à informação.
"Apenas nas sociedades autoritárias se apresenta um texto de lei para obrigar a louvar certos aspectos da sociedade", disse o CRP, acrescentando que informações de caráter negativo que sejam de interesse público correm o risco de não entrar em telejornais em razão do critério imposto.

quinta-feira, junho 26, 2008

1/4 do planeta estará online em 2012

1/4 do mundo vai estar online em 2012, segundo pesquisa da Jupiter Research. Significa que 25% da populaçao do planeta estarao acessando a internet com regularidade. Essa expansao está sendo puxada pelos países emergentes - Brasil, Russia, India e China estarao entre as maiores taxas de crescimento. Até 2011, a China assume a liderança em numero de usuarios regulares, com os EUA em 2o e a India em uma distante 3a posiçao. De acordo com a pesquisadora, a Asia nao apenas terá o maior indice de crescimento comparado aos das outras regioes como também terá um grande numero de usuarios mais experientes.

Fonte: Bluebus

YOU TOMB

You Tomb - O nome parece piada, mas trata-se de um projeto de investigaçao do MIT ligado a uma organizaçao internacional chamada Students for Free Culture. O projeto monitora a retirada dos vídeos mais populares do YouTube e armazena toda a informaçao possível sobre o conteúdo e, ainda mais, sobre o motivo da denúncia. O objetivo, finalmente, é separar o joio do trigo, ou seja, o que é realmente ilegal do que é um simples erro do algoritmo.

O YouTomb tem mais de 240 mil vídeos monitorados, mas, obviamente, nao disponibiliza o conteúdo na íntegra, apenas uma imagem e a informaçao relacionada. Ou seja, se o que você quer mesmo é assistir ao vídeo, nao vai ajudar muito. Mas para os curiosos de plantao, é um prato cheio.

Fonte: Bluebus
Por: Débora Serra

61º CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO MUNDIAL DE JORNAIS

Destaques do Congresso da Associação de Mundial de Jornais

1. Alguns donos de imprensa de todo o mundo se reuniram entre 1 e 4 de junho em Göteborg (Suécia) para o 61º Congresso da Associação Mundial de Jornais (AMJ) e para o Fórum Mundial de Editores. O principal assunto da reunião foi a reação dos donos de jornais, face à dinâmica da Internet. “A exploração máxima destas novas oportunidades multimídia tornou-se uma aposta para empresas de imprensa”, escreveu a AMJ. As receitas provenientes de atividades eletrônicas representavam, em 2007, 13,7% do faturamento do Washington Post (4,2% em 2002) e 8,1% o do New York Times (2,4% em 2002), segundo Borrel Associates. O grupo Le Fígaro, teve 13% de sua receita com a área eletrônica em 2007, prevê que o faturamento aumente para 20% em 2010.

2. Em forte queda com o impresso, as receitas com publicidade prosseguem sua progressão com o eletrônico. O celular também representa uma oportunidade: as receitas com publicidade poderiam atingir 11,4 bilhões de euros em 2011, segundo Telenor. Mas, “a publicidade não será suficiente, prevê Pierre Conte, diretor geral de atividades eletrônicas e de publicidade de Le Fígaro. Serão necessárias novas receitas na Web com o desenvolvimento de serviços em torno da marca.

3. A evolução de formas de trabalhar esteve ao centro dos debates de donos de jornais “O modelo de integração de salas de redação parece dominante”, ressalta Vincent Giret, diretor editorial multimídia de Lagardère Active. “Mudamos nossa maneira de fazer jornalismo”, explica Xavier Moreno, responsável do site de El País. Le Monde, mantém duas organizações independentes.

4. Le Fígaro reforçou a cooperação entre os dois apoios: as duas redações coabitam, mas permanecem autônomas, e ambas dependem de apenas uma redação geral. “Nosso credo é sempre reforçar nosso trabalho no papel. Apenas o quotidiano, que representa 34% do faturamento do grupo, ainda é a nave mãe, mas é necessário desenvolver o que existe ao seu redor”, insiste Francis Morel, diretor geral de Le Fígaro”.

Fonte: Ex-Blog César Maia
Original - Aqui!

sábado, junho 21, 2008

Inovação

Um de vídeo de Mario Tascón onde ele expõe de maneira clara o conceito de inovação.
Foi numa palestra no Simpósio de jornalismo Online, que ocorreu em abril, no Texas (EUA).
Mario Tascon trabalhou nos últimos sete anos como diretor de conteúdo da Prisacon (responsável pelo El Pais.com). Em pouco mais de três minutos, ele fala sobre convergência e o papel central da internet na comunicação daqui para frente.

Vídeo aqui!

Fonte: Rede + Mídia

Curso de jornalismo digital à distância e gratuito


O Centro Knight para o Jornalismo nas Américas abriu inscrições o curso à distância Jornalismo 2.0: Oportunidades e Desafios na Era Digital. Ele ocorrerá entre 21 de julho e 17 de agosto deste ano e foi desenvolvido pelo jornalista e professor brasileiro Carlos Castilho. E o melhor: é gratuito!

Castilho traduziu para o português o manual Jornalismo 2.0: Como Sobreviver e Prosperar: Um guia de cultura digital na era da informação, do norte-americano Mark Briggs.
Inscrições até 13/07/2008
Faça a inscrição aqui !
Fonte:Rede + Mídia

sexta-feira, junho 13, 2008

Dicas para garimpar idéias para reportagens

Walt Bogdanich, editor de investigações no New York Times participou da Conferência da Investigative Reporters and Editors (IRE) e falou da experiência dele em encontrar boas pautas.

Segundo Bogdanich, que já ganhou três prêmios Pulitzer, o segredo é ler o jornal de maneira diferente daquela com que o leitor casual lê, e questionar o que está faltando, diz Myers. Bogdanich encontrou a idéia para sua série vencedora do Pulitzer sobre a entrada de componentes farmacêuticos tóxicos no mercado mundial ao ler sobre as mortes no Panamá atribuídas a remédios frios, o que ele julgava não poder ser completamente acidental.

Bogdanich também dá idéias para convencer editores a liberar um repórter para investigar uma pauta.

Estudantes de jornalismo da Florida International University (FIU) blogaram a conferência inteira.
Leia o IRE/FIU Conference blog.

FONTE: knightcenter

Site de jornalismo investigativo sem fins lucrativos inaugura "monitor de escândalos"

ProPublica.org, uma iniciativa de Paul Steiger, ex-editor executivo do Wall Street Journal, inaugurou seu website com uma mistura de reportagens originais, links para investigações de outras publicações e seu novo "Monitor de Escândalos", diz a Editor & Publisher (E&P).

No post de apresentação, o editor-chefe Steiger e o editor executivo Steve Engelberg explicam que o objetivo do site é fazer reportagens sobre traição da confiança pública e abuso de poder que poderiam escapar aos olhos do público, além de acompanhar investigações de outros meios de comunicação.

Uma seção que se destaca no site é o “Monitor de Escândalos”, que aponta para cinco investigações (além da feita por eles próprios) em qualquer momento, selecionada pelos editores e organizada pela intensidade de cobertura, acrescenta a E&P.

O site também terá conteúdo original, publicado em conjunto com um ou mais parceiros, bem como a análise do noticiário atual e uma coletânea do jornalismo investigativo publicado na web.

FONTE: knightcenter

quinta-feira, junho 05, 2008

Nomes dos jornalistas na primeira página

Nota do jornalista Daniel Oiticica informa que o jornal Página 12, uma das poucas vozes na imprensa argentina claramente favorável ao governo Kirchner (dizem que graças aos polpudos contratos de publicidade oficial), relançou sua página na internet com uma novidade que valoriza o trabalho do jornalista: coloca na home do site o nome de todos os repórteres que publicaram alguma matéria na edição do dia, para que o leitor possa buscar a informação não pela informação propriamente dita, mas pelo nome do jornalista.
É só conferir
Aqui!

Fonte: Bluebus
Nota: Argentinas Etc

quarta-feira, junho 04, 2008

Livro: Os desafios e avaliação do jornalismo científico ibero-americano

– Com o objetivo de avaliar a situação atual do jornalismo científico na América Latina, cerca de 40 pesquisadores e profissionais de 13 países da região se reuniram no fim de julho de 2007, na cidade Boliviana de Santa Cruz de la Sierra, no evento Jornadas Ibero-americanas sobre a Ciência e os Meios de Comunicação de Massa.

Os resultados dos debates sobre os desafios da divulgação científica no continente podem ser conferidos no livro Os desafios e avaliação do jornalismo científico ibero-americano, que acaba de ser publicado na internet e pode ser lido gratuitamentem AQUI!

Fonte: Agência Fapesp

segunda-feira, junho 02, 2008

Jornalismo 2.0

Bem vindo ao Jornalismo 2.0
Um artigo interessante de Camila Bertolazzi e Deborah Dubner publicado no www.itu.com.br fala das mudanças presentes no jornalismo atual e o que o futuro nos reserva.

"O futuro do jornalismo para os próximos 20 anos (e não 200!) promete uma revolução muito maior do que nos últimos 200, afirma Alan Dubner, diretor da Cybermind Comunicação Interativa e pioneiro em projetos digitais e de Midia Social, como os Municípios Digitais.
Para Deborah Dubner, diretora do www.itu.com.br, o jornalismo 2.0 mora entre o presente o futuro. "Ele está desabrochando lentamente, mas acredito que só estará consolidado quando a mentalidade das pessoas que trabalham com mídia mudar radicalmente. A prática de ações de sustentabilidade, ética, humanidade e senso coletivo será definitivamente parte do jornalismo 2.0. O que vemos hoje é apenas a semente. Mas não vamos esquecer, que qualquer grande árvore nasce de uma pequena sementinha...", afirma a jornalista.

Artigo Aqui !

Fonte: www.itu.com.br

"Adeus, jornalismo velho " por Marcos Sá Corrêa

Entrevista do jornalista Marcos Sá Corrêa, à Revista de História da Biblioteca Nacional:
“Hoje, acho o jornal uma velharia. Todos os jornais em papel vão morrer nos próximos vinte anos, no máximo, e já vão tarde. Eles são a pior maneira de se divulgar notícia. ‘Jornalismo’ vai virar um anacronismo. É uma palavra que se baseia no nome de um produto que, fisicamente, terá deixado de existir. Estamos sentados na praia de um tsunami, achando tudo tranqüilo porque a maré está baixa...”. Na reportagem, que leva o nome de "Adeus, jornalismo velho", Sá Corrêa alerta: “Se você tiver um notebook ligado na Internet e escrever uma coisa que o mundo inteiro esteja precisando desesperadamente saber, não há nenhuma diferença no alcance dessa notícia e da mesma notícia publicada pelo Globo”, afirma o jornalista.
Entrevista Aqui!

Fonte: www.itu.com.br

quinta-feira, maio 29, 2008

Dica de Site: WEBMANARIO

Navegando por aí encontrei um bom site sobre jornalismo : Webmanario.
É um site que reúne links , sugestões de navegação e conteúdo de aulas do jornalista Alec Duarte, 38 anos, 19 de profissão. Ele também é professor do curso de Comunicação Social do Unifai (Centro Universitário Assunção), de São Paulo-SP.
Parabéns, Alec!

Números da Banda Larga no Brasil

Pesquisa do Ibope Ratings aponta que o acesso a web por banda larga cresceu 53% em 1 ano.
82% dos usuarios brasileiros ativos em abril, que acessaram a web de casa, navegaram utilizando banda larga. Comparando com o mesmo mês de 2007, o crescimento dos usuarios de banda larga foi de 53% - eram 11,9 milhoes, agora sao 18,3 milhoes.
Ainda de acordo com o Ibope, em abril, 22,8 milhoes de pessoas usaram a internet residencial, 41,3% a mais que em abril de 2007. O tempo medio de navegaçao por usuario ficou em 22 horas e 47 minutos por pessoa, 4,9% acima do registrado no mesmo mês do ano passado.

Fonte: Bluebus

quarta-feira, maio 28, 2008

As Mudanças no Jornalismo

A Agência EFE traz a discussão sobre as mudanças no jornalismo com o advento das novas tecnologias e em especial a Internet com a participação de importantes acadêmicos.

" O Jornalismo vive uma "mudança de época" proporcionada pela revolução digital que transformou dramaticamente o papel social e político dos meios de comunicação, segundo especialistas reunidos em Madri pela Fundação Novo Jornalismo Ibero-americano (FNPI), presidida por Gabriel García Márquez. Organizado pela Casa da América e pela Agência Efe para a Tribuna Ibero-Americana, a Fundação convidou para o debate três dos professores da Fundação: o brasileiro Rosental Alves, o francês Jean François Fogel e o espanhol Gumersindo Lafuente. Um quarto docente da escola de jornalismo fundada e inspirada pelo prêmio Nobel de Literatura colombiano chamou para anfitrião o presidente da Agência Efe, Álex Grijelmo, que apresentou seus companheiros como "autênticas referências do novo jornalismo, mas que procedem do anterior" e como "professores de nossa profissão". Os três concordaram na certeza de que a mudança já começou a ser produzida e de que é incerto o alcance de uma transformação "gigantesca, só comparável ao que ocorreu quando Johannes Gutenberg inventou a imprensa moderna", disse Alves. Este pioneiro do jornalismo digital na América Latina que hoje é professor na Universidade do Texas, destacou que a "internet é a ponta do iceberg de algo muito maior que está acontecendo no mundo, uma revolução digital que está substituindo a sociedade industrial pela sociedade da informação e do conhecimento".
Mais informações aqui!

sexta-feira, abril 18, 2008

Maior empresa de informações do mundo



Thomson Reuters é o nome da maior empresa global de informações, que inicia atividades nesta quinta-feira. A Thomson desembolsou mais de R$ 16 bilhões de dólares em dinheiro e ações para incorporar a agência de notícias americana e a nova empresa vai vender notícias eletrônicas e dados a operadores, além de informações específicas para mercados que vão desde o tecnológico e financeiro à indústria de saúde. Segundo informa a Reuters, fusão deve competir diretamente com as redes Bloomberg e Reed Elsevier. Entretanto, o presidente-executivo da companhia, Tom Glocer, pretende oferecer concorrência também a gigantes como Microsoft e Google. "Todos nós vamos manter um olho em cada um", disse Glocer. "Vamos todos competir em algumas áreas, cooperar em outras", disse à agência.

A longo prazo, a idéia é que a Thomson Reuters uma dados de ambas as empresas e forme o que clássica como "informação inteligente", por meio de fácil acesso ao conteúdo.

quarta-feira, abril 09, 2008

Museu de jornalismo é inaugurado nos EUA

Newseum mostra como a mídia cobriu grandes acontecimentos e faz homenagem a heróis da profissão; capa do ‘Estado’ representa o Brasil


A porta do edifício Watergate que levou à eclosão do escândalo, mais de 35 mil capas de jornais do século 16 até hoje, o bloco de anotações do jornalista que deu o furo sobre o caso de Bill Clinton e Monica Lewinsky e até um pedaço do muro de Berlim - tudo isso faz parte do maior museu de jornalismo do mundo, que será inaugurado na sexta-feira, em Washington (EUA). O Newseum custou US$ 450 milhões, sendo a maior parte financiada pelo Freedom Forum, fundação para defesa da livre imprensa ligada à Gannett (que publica o USA Today). Grandes grupos jornalísticos como The New York Times, Knight Foundation, Bloomberg, News Corp, ABC News, Time Warner e NBC News também colaboraram.
Na internet é só consultar: AQUI!

Fonte: O Estado de SP

sábado, abril 05, 2008

Nova enciclopédia internacional de comunicação

O grupo editorial Wiley-Blackwell uniu-se à International Communication Association(ICA) para lançar no mercado acadêmico a nova The International Encyclopedia of Communication, dirigida por Wolfgang Donsbach. A obra, em 12 volumes, está circulando desde m arço de 2008, contendo 1.339 verbetes, distribuídos em 29 áreas de interesse: theory and philosophy, interpersonal communication, journalism, intercultural and intergroup communication, media effects, strategic communication, public relations and advertising, communication and media law and policy, media systems in the world, and communication and technology.

Os verbetes foram escritos por um time de peso na academia mundial, composto majoritariamente por cientistas dos EUA, Inglaterra, Austrália, Canadá , Alemanha e Países Nórdicos, mas incluindo também autores latino-americanos como Luis Ramiro Beltrán (Bolívia), Jesús Martin Barbero (Colômbia), José Marques de Melo (Brasil), José Carlos Lozano (México) e Guillermo Mastrini (Argentina).

A presença temática da América Latina na enciclopédia se dá através de verbetes sobre os sistemas midiáticos da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia e Mexico, bem como pelas resenhas sobre o campo acadêmico da comunicação, comunicação para o desenvolvimento, retórica e políticas de comunicação.

Wolfgang Donsbach, diretor do projeto, é professor de Communicação e diretor-fundador do Department of Communication at Dresden University of Technology, Germany. PhD pela University of Mainz, ele lecionou nas universidades de Dortmund, Mainz, and Berlin. 1989/90 e foi professor visitante e fellow no the Gannett Center for Media Studies, Columbia University, New York, 1999, Lombard Visiting Professor at Harvard University. De 1995 a 1996 foi presidente da World Association for Public Opinion Research (WAPOR) e de 2004 a 2005 president da International Communication Association (ICA). Publicou 13 livros e mais de 100 artigos em periódicos científicos.

Maiores informações : www.icahdq.org



FONTE: Intercom

segunda-feira, março 17, 2008

Internet não mudou jornalismo da maneira esperada, diz estudo

Pesquisa diz que era esperada a democratização da informação, mas a agenda de notícias continua limitada
NOVA YORK - A internet mudou profundamente o jornalismo, mas não da maneira que se esperava no surgimento do jornalismo online, concluiu um estudo do Project for Excellence in Journalism, nos Estados Unidos, divulgado neste domingo, 16.
Segundo o estudo, acreditava-se que a internet iria democratizar a informação, oferecendo novas vozes, histórias e perspectivas, mas a agenda de notícias continua limitada - os sites oferecem primordialmente as mesmas informações.

Matéria completa aqui!

Fonte: Estadão

domingo, março 09, 2008

Dica de Livro

Lançado nos EUA um livro que trata do papel das mulheres na mídia. Apresenta a situação em 15 países, parte do Brasil foi escrita por Vanessa Higgins.

Women, Men, and News: Divided and Disconnected in the News Media Landscape
sheds new light on consumers of news in the United States and worldwide, including Brazil and other countries in Latin America, the Middle East, Africa, Asia, and Europe. With Brazil and 14 countries and regions from around the world represented, Women, Men, and News is unprecedented in its global examination of news media and news consumption.

Los periodistas están en vías de extinción

Los periodistas están en vías de extinción
Ignacio Ramonet



La gente se pregunta a menudo sobre el papel que desempeñan los periodistas. No obstante, los periodistas están en vías de extinción. El sistema ya no quiere más periodistas. En este momento, puede funcionar sin ellos o, digamos, con periodistas reducidos a meros obreros de una cadena de montaje, como Charlot en la película "Tiempos Modernos", es decir, meros trabajadores que hacen retoques en los partes de agencia. Es necesario ver lo que son las redacciones actuales, tanto en los periódicos como en las radios y las televisiones. La gente conoce a los periodistas famosos que presentan los telediarios de la noche, pero detrás de ellos se esconden miles de periodistas que, sin embargo, son los que alimentan la maquinaria. La calidad del trabajo de los periodistas se encuentra en regresión, al igual que su estatus social. Se está produciendo una taylorización del trabajo de los periodistas.

En nuestro tiempo, el periodista está en vías de desaparición. Pienso que es un tema de actualidad y todos somos conscientes de que lo que se está produciendo hoy en día, especialmente en el ámbito de las nuevas tecnologías, concierne directamente a esta profesión.

Estamos asistiendo a una doble revolución, de índole tecnológica y económica. Quizás estamos experimentando, en este momento, lo que podría denominarse una segunda revolución capitalista. Esta revolución comporta muchas transformaciones y modifica sustancialmente el mundo de la comunicación y, en particular, el ámbito de la información, en la medida en que da lugar a una entronización del mercado y a la mundialización de la economía. Todo esto está en el centro mismo del tema que nos ocupa. AQUI!


Fonte: Suzana Gutierrez

sábado, março 01, 2008

Internet para ler notícias

- Quase 70 por cento dos norte-americanos acreditam que o jornalismo tradicional está fora de forma e perto da metade usa a Internet para se informar, de acordo com uma nova pesquisa.

Apesar da maioria das pessoas pensarem que o jornalismo é importante para a qualidade de vida, 64 por cento estão insatisfeitos com o conteúdo midiático em suas comunidades, segundo uma pesquisa online de We Media/Zogby Interactive.

"Essa é uma reflexão realmente animadora de que as pessoas se importam A) com jornalismo e B) entendem que ele faz diferença para as vidas delas", disse Andrew Nachison, do iFOCOS, um instituto que organizou um fórum em Miami, onde as descobertas foram apresentadas.

Quase a metade dos 1.979 pesquisados afirmaram que sua fonte primária de notícias e informações é a Internet, número maior que os 40 por cento do ano passado. Menos de um terço usa a televisão para se informar, enquanto 11 por cento ouvem rádio e 10 por cento lêem jornais.

Mais da metade daqueles que cresceram com a Internet, as pessoas entre 18 e 29 anos de idade, obtêm a maioria das suas informações pela rede mundial de computadores, em comparação com os 35 por cento entre os que têm 65 anos de idade ou mais.

Adultos mais velhos formam o único grupo que prefere veículos distintos da Internet como fonte primária de informação.

FONTE: Reuters