A matéria é do Knight Center - Jornalismo nas Américas.
Joe Grimm, colaborador da área de recrutamento para o Poynter Institute, dá dicas sobre as principais habilidades digitais que um jornalista precisa ter nos dias de hoje.
“Eu aprenderia várias áreas de habilidade e me preocuparia menos com programas específicos”, recomenda Grimm. Você pode editar um vídeo usando o Movie Maker, iMovie, Final Cut Pro, ou o Avid, para nomear alguns. Eles variam na sofisticação, complexidade, custo e qualidade. Mas quando se aprende a produzir vídeos utilizando um certo programa, suas habilidades certamente serão transferidas caso precise usar outro no futuro.
Com relação às áreas de habilidade, é importante saber gravar e editar áudio e vídeo, editar fotos (neste caso, Grimm diz que o Photoshop é o programa mais utilizado), e manipular bases de dados (para isto o Excel é um bom começo).
O jornalista deve também aprender ferramentas da Web, como html básica, e um programa de design como o Dreamweaver ou o FrontPage. Por último, “pense além da Web e saiba como você pode transmitir informações para MP3 players e celulares”, acrescenta Grimm.
Mas, acima de tudo, nunca se esqueça que qualidades como a ética, a flexibilidade, e um forte alicerce jornalístico nunca podem ser deixadas para trás, diz.
Fonte: Knight Center
domingo, fevereiro 15, 2009
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
O Jornalista 3 em 1
O exemplo de um jornalista multimídia.
Como um único jornalista lida com múltiplos papéis: reportagem, filmagem e edição de vídeo Al Tompkins, da Poynter Online, fala com Joe Little, o "correspondente digital" da estação de TV de San Diego KGTV.
Little, conhecido na indústria como uma "banda de um único músico", descreve como grava seu próprio vídeo, faz a reportagem, e depois a edição.
Para conhecer o trabalho dele clique aqui !
Fonte : Knight Center
Capacitação em jornalismo online no YouTube
A Rede Internacional de Jornalistas (IJNet, por suas siglas em inglês) lançou um canal no YouTube que busca conectar jornalistas ao redor do mundo através de uma série de vídeos de capacitação em jornalismo online. A página estará em constante expansão.
Dentre os temas dos vídeos, estão Jornalismo 2.0, Reportagem e Edição, Ética do Jornalismo, Jornalismo Investigativo, e Técnicas de Entrevista. Para ajudar a expandir o canal, jornalistas, instrutores de jornalismo e profissionais da mídia são encorajados a contribuir com seus próprios vídeos de treinamento.
FONTE :Knight Center
Dentre os temas dos vídeos, estão Jornalismo 2.0, Reportagem e Edição, Ética do Jornalismo, Jornalismo Investigativo, e Técnicas de Entrevista. Para ajudar a expandir o canal, jornalistas, instrutores de jornalismo e profissionais da mídia são encorajados a contribuir com seus próprios vídeos de treinamento.
FONTE :Knight Center
"Mais e melhor jornalismo"
"Mais e melhor jornalismo": o debate sobre a integração das redações
Embora a tendência aponte à integração das redações, cada meio de comunicação enfrenta desafios diferentes. "Os requisitos para que funcione bem são muito exigentes em termos de adaptação, treinamento, recrutamento de novos profissionais e mudança da cultura organizacional", diz o professor da Universidade de Navarra (Espanha) José Luis Orihuela, em entrevista à jornalista peruana Esther Vargas para a revista Tinta Digital.
O slogan, diz Orihuela, deve ser: "mais e melhor jornalismo". No entanto, "o caminho da mudança para os grandes jornais é lento e está condicionado à democrafia de seu público, ao aumento os custos fixos e à evolução do mercado publicitário", acrescenta. Leia aqui a matéria completa da Tinta Digital.
Fonte: Knight Center
Embora a tendência aponte à integração das redações, cada meio de comunicação enfrenta desafios diferentes. "Os requisitos para que funcione bem são muito exigentes em termos de adaptação, treinamento, recrutamento de novos profissionais e mudança da cultura organizacional", diz o professor da Universidade de Navarra (Espanha) José Luis Orihuela, em entrevista à jornalista peruana Esther Vargas para a revista Tinta Digital.
O slogan, diz Orihuela, deve ser: "mais e melhor jornalismo". No entanto, "o caminho da mudança para os grandes jornais é lento e está condicionado à democrafia de seu público, ao aumento os custos fixos e à evolução do mercado publicitário", acrescenta. Leia aqui a matéria completa da Tinta Digital.
Fonte: Knight Center
quarta-feira, janeiro 28, 2009
Nos EUA Web supera jornais como fonte de informação
Notícia do Pew Research Center for People and the Press mostra que os jornais foram superados pela internet, este ano, como fonte de informação nos EUA.
Entre 2007 e 2008, as notícias dos jornais ganharam 1% de audiência, as da TV perderam 4% e a internet –como fonte de informação- ganhou 16%. os totais de audiência, somados, passam de 100% porque a resposta é de escolhas múltiplas. de seu pico, em 2002, a TV perdeu 12 pontos; do pico de 2003, o rádio perdeu 15 pontos. por outro lado, de sua base de 2001, que é quando banda começa a se tornar realmente disponível para a internet nos EUA, a audiência para notícias, na rede, saiu de 13 para 40 pontos. sinal dos tempos. Matéria completa AQUI!
FONTE: DIA A DIA, BIT A BIT - Blog de Sílvio Meira
Entre 2007 e 2008, as notícias dos jornais ganharam 1% de audiência, as da TV perderam 4% e a internet –como fonte de informação- ganhou 16%. os totais de audiência, somados, passam de 100% porque a resposta é de escolhas múltiplas. de seu pico, em 2002, a TV perdeu 12 pontos; do pico de 2003, o rádio perdeu 15 pontos. por outro lado, de sua base de 2001, que é quando banda começa a se tornar realmente disponível para a internet nos EUA, a audiência para notícias, na rede, saiu de 13 para 40 pontos. sinal dos tempos. Matéria completa AQUI!
FONTE: DIA A DIA, BIT A BIT - Blog de Sílvio Meira
terça-feira, janeiro 27, 2009
Declínio dos jornais ameaça a democracia
A dica é de Milton Coelho da Graça.
Ele apresenta os principais pontos do Artigo da Diretora da União pelas Liberdades Civis Americanas, Deborah Jacobs . Ela alerta (Editor & Publisher, 27/1): a partir da queda de qualidade do jornal Star-Ledge, do estado de New Jersey (após ser vendido, demitiu 150 pessoas na redação), Deborah percebe que a falta de repórteres profissionais cria um crescente risco para o sistema político e as liberdades democráticas.
Os principais trechos :
“O povo de New Jersey confia em repórteres para saber o que está ocorrendo e usa essas informações para formar opiniões, agir e definir o voto. Repórteres agem como se tivessem procurações de todos nós, fazem nossos deveres de cidadãos participando de reuniões até alta madrugada. Eles descobrem corrupção política e divulgam informações que podem proteger o público. Exercem pressão sobre funcionários simplesmente pelo seu trabalho, compelindo nossos líderes a corrigirem seus erros”
Repórteres trazem questões importantes para a praça pública. (…) Organizações civis muitas vezes descobrem novas causas para defender através de reportagens. Nossa ACLU freqüentemente se engaja em questões reveladas por repórteres investigativos, como, por exemplo, os segredos do Poder Executivo e os abusos em Guantánamo. (...) se um problema é descoberto, mas não for levado a conhecimento público, o “problema” continuará a existir?” Texto completo aqui !
Fonte: Comunique-se
Ele apresenta os principais pontos do Artigo da Diretora da União pelas Liberdades Civis Americanas, Deborah Jacobs . Ela alerta (Editor & Publisher, 27/1): a partir da queda de qualidade do jornal Star-Ledge, do estado de New Jersey (após ser vendido, demitiu 150 pessoas na redação), Deborah percebe que a falta de repórteres profissionais cria um crescente risco para o sistema político e as liberdades democráticas.
Os principais trechos :
“O povo de New Jersey confia em repórteres para saber o que está ocorrendo e usa essas informações para formar opiniões, agir e definir o voto. Repórteres agem como se tivessem procurações de todos nós, fazem nossos deveres de cidadãos participando de reuniões até alta madrugada. Eles descobrem corrupção política e divulgam informações que podem proteger o público. Exercem pressão sobre funcionários simplesmente pelo seu trabalho, compelindo nossos líderes a corrigirem seus erros”
Repórteres trazem questões importantes para a praça pública. (…) Organizações civis muitas vezes descobrem novas causas para defender através de reportagens. Nossa ACLU freqüentemente se engaja em questões reveladas por repórteres investigativos, como, por exemplo, os segredos do Poder Executivo e os abusos em Guantánamo. (...) se um problema é descoberto, mas não for levado a conhecimento público, o “problema” continuará a existir?” Texto completo aqui !
Fonte: Comunique-se
sábado, janeiro 24, 2009
DICA DE SITE : stuffjournalistslike
O Blog Stuffjournalistlike é despretencioso e destaca facetas da do dia a dia do jornalista. Ele fala desde a mesa bagunçada presente em todas as redações, bem como dos jargões da profissão e rotina produtiva.
Vale a pena conferir!
Vale a pena conferir!
sexta-feira, janeiro 23, 2009
Jornal quer que repórteres andem armados na Rússia
BRUXELAS - Uma caneta numa mão. Uma arma na outra. As ameaças contra jornalistas na Rússia obrigaram o jornal Novaya Gazeta a pedir permissão da Justiça local para que seus jornalistas andem armados. Nesta semana, mais um jornalista foi assassinado em Moscou, ao lado de um procurador. Mas uma parte dos jornalistas do grupo já alerta: não vão sair à rua armados.
Os casos de assassinatos de jornalistas na Rússia vem se proliferando e, segundo a entidade Freedom House, 16 profissionais foram mortos no país desde 2000. Dezenas de outros jornalistas foram agredidos e ameaçados. Na Europa, entidades como Repórteres Sem Fronteiras atacam o governo russo por não proteger jornalistas e até criar um ambiente de terror contra alguns jornais.
Nesta semana, Aleksandr Lebedev - um ex-agente secreto da KGB e hoje dono do jornal liberal em Moscou "Novaya Gazeta" - fez um apelo para que as autoridades permitam que jornalistas andem armados. "O governo não está cumprindo sua missão. Portanto, estamos pedindo oficialmente para que possamos portar armas", disse. Pela lei russa, cidadãos não podem andar armado, salvo em casos autorizados.
A vítima nesta semana foi a repórter Anastasia Baburova, que saia de uma conferência de imprensa ao lado do procurador Stanislav Markelov. Ambos foram assassinados. Baburova foi a quarta funcionária do jornal assassinada em oito anos. O primeiro, o jornalista Igor Domnikov, foi morto em 2000. Em 2003, Yury Shchekochikhin estava investigando o envolvimento dos serviços de segurança da Rússia em operações ilegais. Acabou sendo envenenado.
Mas o caso mais famoso é de Anna Politkovskaya, morta em 2006 ao sair de sua casa. Ela acusava em seus artigos o Exército russo de abusos contra a população na Chechênia. Sergei Sokolov, editor chefe do jornal, alerta que não tem outra opção agora senão tomar a si a responsabilidade de defender seus funcionários. Mas nem todos na redação aceitaram a ideia de levar uma arma. Para o Centro para Jornalismo em Situações Extremas, armar jornalistas não funcionará.
FONTE :O ESTADO DE SP
Os casos de assassinatos de jornalistas na Rússia vem se proliferando e, segundo a entidade Freedom House, 16 profissionais foram mortos no país desde 2000. Dezenas de outros jornalistas foram agredidos e ameaçados. Na Europa, entidades como Repórteres Sem Fronteiras atacam o governo russo por não proteger jornalistas e até criar um ambiente de terror contra alguns jornais.
Nesta semana, Aleksandr Lebedev - um ex-agente secreto da KGB e hoje dono do jornal liberal em Moscou "Novaya Gazeta" - fez um apelo para que as autoridades permitam que jornalistas andem armados. "O governo não está cumprindo sua missão. Portanto, estamos pedindo oficialmente para que possamos portar armas", disse. Pela lei russa, cidadãos não podem andar armado, salvo em casos autorizados.
A vítima nesta semana foi a repórter Anastasia Baburova, que saia de uma conferência de imprensa ao lado do procurador Stanislav Markelov. Ambos foram assassinados. Baburova foi a quarta funcionária do jornal assassinada em oito anos. O primeiro, o jornalista Igor Domnikov, foi morto em 2000. Em 2003, Yury Shchekochikhin estava investigando o envolvimento dos serviços de segurança da Rússia em operações ilegais. Acabou sendo envenenado.
Mas o caso mais famoso é de Anna Politkovskaya, morta em 2006 ao sair de sua casa. Ela acusava em seus artigos o Exército russo de abusos contra a população na Chechênia. Sergei Sokolov, editor chefe do jornal, alerta que não tem outra opção agora senão tomar a si a responsabilidade de defender seus funcionários. Mas nem todos na redação aceitaram a ideia de levar uma arma. Para o Centro para Jornalismo em Situações Extremas, armar jornalistas não funcionará.
FONTE :O ESTADO DE SP
Jornal com conteúdo de Blogs
- Imagine ler posts de um blog num jornal impresso dedicado apenas a esse tipo de conteudo. É o que está propondo o empreendedor americano Joshua Karp, que prepara o lançamento do Printed Blog, que sairá duas vezes por dia e terá distribuiçao gratuita. Circulará em algumas cidades nos EUA, terá conteudo de blogs locais e espera com isso atrair anunciantes também locais, incluindo os classificados. Karp acredita que nao vai gastar mais do que USD 15 mil com a produçao e distribuiçao do 1o numero, que sai no dia 27. O jornal terá todas as suas paginas a cores. A meta é automatizar a produçao e dar ao leitor a possibilidade de votar nos blogs que devem ter conteudo incluido na ediçao seguinte. A noticia é da Wired.
Fonte: Bluebus
Fonte: Bluebus
sexta-feira, janeiro 16, 2009
O que faz um repórter ser “bom”?
O que faz um repórter ser “bom”?
Em um recente artigo, a ombudsman do Washington Post Deborah Howell declarou que "Bons repórteres são o principal na apuração da notícia". Se é notícia, Howell disse, "Eles têm que saber. Sem [bons] repórteres, o público não teria a notícia e informação essenciais para o funcionamento de uma democracia".
As características inerentes a um bom repórter, de acordo com Howell, incluem: curiosidade sem fim, compromisso, a necessidade profunda de saber o que está acontencendo, a habilidade de seguir um pista pequena e filtrar informações conflitantes. Bons repórteres também tem muita energia e sabem pesquisar bem, ela explicou.
Artigo completo aqui!
FONTE: ijnet
Em um recente artigo, a ombudsman do Washington Post Deborah Howell declarou que "Bons repórteres são o principal na apuração da notícia". Se é notícia, Howell disse, "Eles têm que saber. Sem [bons] repórteres, o público não teria a notícia e informação essenciais para o funcionamento de uma democracia".
As características inerentes a um bom repórter, de acordo com Howell, incluem: curiosidade sem fim, compromisso, a necessidade profunda de saber o que está acontencendo, a habilidade de seguir um pista pequena e filtrar informações conflitantes. Bons repórteres também tem muita energia e sabem pesquisar bem, ela explicou.
Artigo completo aqui!
FONTE: ijnet
Wave magazine busca artigos investigativos de jovens jornalistas
Wave magazine busca artigos investigativos de jovens jornalistas
Jovens jornalistas de todos os países podem enviar trabalhos para a Wave magazine, um projeto na Internet, que busca cooperação internacional. Os trabalhos são aceitos até o dia 10 de cada mês.
A Wave magazine tem o objetivo de promover o jornalismo de investigação de impacto internacional realizado por jovens jornalistas. Universitários também podem participar. Até o momento, os artigos devem ser escritos em inglês ou sérvio.
Atualmente, a revista trabalha com jornalistas da Itália, Alemanha, Ucrânia, Polônia, Áustria, Sérvia e Brasil.
Para mais informação ou participar do grupo, escreva para office@wavemagazine.net. Para saber mais sobre a Wave magazine, visite (em inglês) http://www.wavemagazine.net
/index.html.
FONTE: ijnet
Jovens jornalistas de todos os países podem enviar trabalhos para a Wave magazine, um projeto na Internet, que busca cooperação internacional. Os trabalhos são aceitos até o dia 10 de cada mês.
A Wave magazine tem o objetivo de promover o jornalismo de investigação de impacto internacional realizado por jovens jornalistas. Universitários também podem participar. Até o momento, os artigos devem ser escritos em inglês ou sérvio.
Atualmente, a revista trabalha com jornalistas da Itália, Alemanha, Ucrânia, Polônia, Áustria, Sérvia e Brasil.
Para mais informação ou participar do grupo, escreva para office@wavemagazine.net. Para saber mais sobre a Wave magazine, visite (em inglês) http://www.wavemagazine.net
/index.html.
FONTE: ijnet
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Relembrando a campanha de O GLOBO - Muito além do papel de um jornal
Em setembro O Globo apresentou a campanha 'Muito além do papel de um jornal' .
O slogan traduz a proposta de ser um veiculo de informaçao, independentemente da plataforma - papel, internet, celular - ou do formato - texto, imagem, audio.
A campanha criada pela F Nazca aborda ainda a participaçao do leitor na produçao do conteudo.
Confira aqui!
Fonte: Blue Bus
O slogan traduz a proposta de ser um veiculo de informaçao, independentemente da plataforma - papel, internet, celular - ou do formato - texto, imagem, audio.
A campanha criada pela F Nazca aborda ainda a participaçao do leitor na produçao do conteudo.
Confira aqui!
Fonte: Blue Bus
Campanha do El Mundo - Onde quer que você vá
O espanhol El Mundo saiu com campanha para divulgar suas plataformas, além do papel, também a internet e o celular. A trilha sonora do filme repete o verso "wherever you may go" (onde quer que você vá), sugerindo que o conteudo acompanha o leitor sem prendê-lo a um unico formato.
Confira aqui!
Fonte: Blue Bus
Confira aqui!
Fonte: Blue Bus
sábado, dezembro 27, 2008
10 funções no jornalismo
10 funções no jornalismo
Pelo Blog Mindpark
O blog Mindpark apresenta os possíveis novos papéis dos editores no uso da Web na mídia :
Editor de Pesquisa. Uma crescente parcela de um site do tráfego vem do Google e outros motores de busca. Você precisa de uma pessoa para seguir de perto este tráfego.
Editor de Estatísticas. A web oferece várias oportunidades para acompanhar os usuários em seu site comportamento de perto.
Editor de Projetos. Muitas empresas parecem estar na mídia de forma muito mais rápida para lançar novos projetos no papel do que na web. Por que?
Editor de Link. Quem liga a maioria, vence no final. Mas alguém tem de ser o responsável pela ligação entre política e atividades.
Editor de Comunidade. Estar presente na atividade do leitor em nossos sites, bem como comunidades Centrar-se em outros sites.
Editor de Rede/conversa. Embarcar e responder as discussões sobre a sua marca em outros sites.
Editor de Tag. O desenvolvimento e manutenção estrutura de tags. A maioria das comunicação social as empresas não são muito sofisticadas, a este respeito.
Mashup Editor. Incluindo os widgets e mashups em seu site.
Editor de qualidade na Web. Garantir na mídia local os novos requisitos de qualidade na Web, bem como a inclusão das novas tendências.
Editor de Internet. Cobrir o que se passa na web. Mesmo jornais locais deveriam fazer isso!
VIA Synergias
Pelo Blog Mindpark
O blog Mindpark apresenta os possíveis novos papéis dos editores no uso da Web na mídia :
Editor de Pesquisa. Uma crescente parcela de um site do tráfego vem do Google e outros motores de busca. Você precisa de uma pessoa para seguir de perto este tráfego.
Editor de Estatísticas. A web oferece várias oportunidades para acompanhar os usuários em seu site comportamento de perto.
Editor de Projetos. Muitas empresas parecem estar na mídia de forma muito mais rápida para lançar novos projetos no papel do que na web. Por que?
Editor de Link. Quem liga a maioria, vence no final. Mas alguém tem de ser o responsável pela ligação entre política e atividades.
Editor de Comunidade. Estar presente na atividade do leitor em nossos sites, bem como comunidades Centrar-se em outros sites.
Editor de Rede/conversa. Embarcar e responder as discussões sobre a sua marca em outros sites.
Editor de Tag. O desenvolvimento e manutenção estrutura de tags. A maioria das comunicação social as empresas não são muito sofisticadas, a este respeito.
Mashup Editor. Incluindo os widgets e mashups em seu site.
Editor de qualidade na Web. Garantir na mídia local os novos requisitos de qualidade na Web, bem como a inclusão das novas tendências.
Editor de Internet. Cobrir o que se passa na web. Mesmo jornais locais deveriam fazer isso!
VIA Synergias
sexta-feira, dezembro 26, 2008
Abraji lança site que faz mapeamento de dados sobre o Brasil
O projeto “Mapas temáticos sobre o Brasil” faz o mapeamento de diversos assuntos, como crescimento populacional, resultados de eleições, incidência da criminalidade e educação e serve de ferramenta aos jornalistas para a produção de reportagens. Ele integra o projeto internacional “Mapeamento dos meios de comunicação nas Américas”, que busca investigar a relação entre democracia e meios de comunicação no Canadá e 11 países da América Latina. Todos os mapas podem ser reproduzidos para fins jornalísticos, desde que citada a fonte. Há versões em alta resolução disponíveis para download.
Internet ultrapassa jornais como principal fonte de informação dos americanos
Internet ultrapassa jornais como principal fonte de informação dos americanos
A internet superou os jornais impressos como fonte de informações dos americanos. De acordo com pesquisa realizada pela Pew Research Center, 40% dos entrevistados afirmaram que o principal meio de informação é a internet, contra 35% que citaram os jornais. A televisão continua liderando o ranking, com 70%. Em 2007, a internet foi citada por apenas 24% dos pesquisados.
O percentual é ainda maior quando a pesquisa se limita aos americanos com menos de 30 anos. Nessa faixa etária, 59% disseram buscar informações na internet, o mesmo percentual alcançado pela TV.
Numa avaliação dos últimos oito anos da pesquisa, percebe-se que os leitores de jornais se estabilizaram na faixa dos 35% e que a internet vem “roubando” audiência da televisão. A queda no número de entrevistados que citaram a TV foi de quatro pontos percentuais em 2008 em relação ao ano passado.
De acordo com o levantamento, os jornais impressos perderam leitores principalmente entre 2003 e 2005, quando apresentou queda de 14 pontos percentuais.
Fonte: Comunique-se
A internet superou os jornais impressos como fonte de informações dos americanos. De acordo com pesquisa realizada pela Pew Research Center, 40% dos entrevistados afirmaram que o principal meio de informação é a internet, contra 35% que citaram os jornais. A televisão continua liderando o ranking, com 70%. Em 2007, a internet foi citada por apenas 24% dos pesquisados.
O percentual é ainda maior quando a pesquisa se limita aos americanos com menos de 30 anos. Nessa faixa etária, 59% disseram buscar informações na internet, o mesmo percentual alcançado pela TV.
Numa avaliação dos últimos oito anos da pesquisa, percebe-se que os leitores de jornais se estabilizaram na faixa dos 35% e que a internet vem “roubando” audiência da televisão. A queda no número de entrevistados que citaram a TV foi de quatro pontos percentuais em 2008 em relação ao ano passado.
De acordo com o levantamento, os jornais impressos perderam leitores principalmente entre 2003 e 2005, quando apresentou queda de 14 pontos percentuais.
Fonte: Comunique-se
terça-feira, dezembro 16, 2008
Jornais como Estradas de Ferro
"Os jornais hoje parecem ser o equivalente das estradas de ferro no inicio do século 20 - foram um grande negócio, mas foram eclipsadas por uma nova tecnologia", escreve James Surowiecki no artigo 'News you can lose' (Noticias que você pode perder) na ultima ediçao da New Yorker. E segue comentando ainda o que aconteceu com as estradas de ferro - "Se os empresarios tivessem entendido que eles estavam no negocio de transportes, e nao no negocio de estradas de ferro, eles poderiam ter migrado para os caminhoes ou para o transporte aereo, em vez de deixar outras empresas dominarem". E compara - "muitos argumentam que se os jornais tivessem entendido que estavam no negocio da informaçao, e nao no negocio do impresso, teriam se adaptado mais rapidamente e com mais sucesso à internet". O artigo analisa a situaçao dos jornais nos EUA, partindo do pedido de concordata do grupo Tribune, anterior aqui, e passa pela queda na receita publicitaria, a perda de leitores, a internet e o comportamento dos consumidores. Conclui - "O verdadeiro problema dos jornais, em outras palavras, nao é a internet; somos nós. Nós que queremos acesso a tudo, queremos agora, e queremos de graça".
A dica é do Blue Bus.
E o artigo completo no originalestá aqui!
Leia a integra, em inglês,
sexta-feira, dezembro 12, 2008
"Qualquer jornalista feliz e apaixonado pelo seu trabalho vai produzir notícias melhores":
Mark Deuze acredita que "qualquer jornalista feliz e apaixonado pelo seu trabalho vai produzir notícias melhores":
Mark Deuze reconhece que muitas plataformas estão a emergir na web e muitas têm um carácter inclusivo, desafiando as características do jornalismo tradicional.
Inicialmente, quando as organizações noticiosas passaram para o online, ou colavam o material da edição do meio tradicional sem pensar, ou faziam outsourcing de uma redacção localizada longe da redacção “original”.
O resultado disto, diz Mark Deuze, é que, nos últimos 5-10 anos, essas redacções online desenvolveram culturas próprias, muitas vezes opostas às culturas dos colegas do meio tradicional.
Mark Deuze afirma que há 6 ou 7 anos, previam-se vários futuros para os novos media:
- mais do mesmo (informação geral para público geral com interesse geral), porque as coisas não mudam rapidamente
- a possibilidade de a natureza da internet permitir dar notícias específicas para público específico de interesse específico, porque a Internet permite aos jornalistas saberem o que a audiência queria
- “jornalismo dialógico”, quando o jornalista pensa que o seu papel jornalista é igual ao papel de alguém da comunidade que ele serve. É o jornalista entrar numa conversação com a sociedade ou a comunidade, na vez de decidir o que aquelas pessoas vão saber.
Mark Deuze fala numa das novas tendências, o jornalismo “hiperlocal”, que desenvolve notícias para uma comunidade muito específica ou, por vezes, é a própria comunidade gere essas notícias.
Hoje vêem-se grandes exemplos de jornalismo como conversação (como o WikiNews), diz Mark Deuze, e também de participação dos cidadãos (como o Yo Periodista, do El País, entre muitos outros), mas em sites separados. Isto é, o jornalismo abraça cautelosamente a participação, não a associando completamente ao meio “original”.
O especialista holandês alerta para o aumento dos despedimentos no jornalismo e para a mudança do poder cultural, que passa do jornalista empregado para o seu empregador. E “encoraja os jornalistas a criarem alianças com os colegas e com pessoas específicas da comunidade, para produzir em conjunto”, declara.
Mark Deuze faz um apelo: “Talvez devêssemos parar de investigar e apoiar jornalistas que trabalham para grandes organizações. Devíamos olhar para o mais inovador e original jornalismo”, como o ProPublica, nos EUA. “Precisamos de jornalistas, mas, eventualmente, não os inseridos nas das grandes organizações noticiosas“, acrescenta.
“O desafio primário deste ecossistema com um meio único é a gestão”, considera. A indústria que tem futuro hoje é a “small-skill industry”, continua o especialista holandês, que precisa de pouco dinheiro para funcionar.
Mark Deuze acredita sinceramente que “qualquer jornalista feliz e apaixonado pelo seu trabalho vai produzir notícias melhores e mais relevantes para a comunidade” e aconselha sempre os seus alunos a “não tirarem cursos que os façam empregados de uma organização noticiosa, mas sim que os façãm criar o seu próprio projecto”.
FONTE : I Congresso Internacional de Ciberjornalismo
“Tendências do Jornalismo para a Emergente Sociedade em Rede”
Rosental Alves, professor na Universidade de Austin, Texas, acredita que esta nova sociedade ainda não tem um nome definido. Manuel Castells chama-lhe “sociedade em rede”, diz. E, apesar de a “revolução digital” já influenciar a política, economia e toda a sociedade, há dificuldades em receber a mudança, há “jornalistas revoltados”.
Pela primeira vez na História, o dispositivo que recebe também começa a emitir. A tecnologia digital derruba fronteiras entre os meios e todos passam a ser multimédia, tal como a ideia de periodicidade fixa se torna obsoleta (porque a informação é instantânea e está sempre disponível na Internet), explica Rosental Alves.
Segundo o professor, os media tradicionais já estão a perder poder e controlo e há três mudanças fundamentais:
- redes activas substituem ou convivem com audiencias passivas
- meios multimedia substituem ou convivem com meios monomedia
- ruptura da periocidiade tradicional das entregas informativas
Daí que a ruptura nos modelos de negócio seja inevitável.
O jornalismo, segundo Rosental Alves, deixou de ser monopólio do jornalista, “quer queiramos quer não, por muito que professores, estudantes e jornalistas protestem”. Antes, para ser jornalista era necessário um meio tradicional porque não havia audiência noutro sítio, mas hoje já não existe essa barreira.
Os produtos fechados abrem-se à participação do público, transformam-se em serviços abertos. “Publicar uma notícia não é mais o fim de um processo”, reitera Rosental Alves, que acredita que os jornalistas estão a aperceber-se que “não pode estar à margem da grande conversação da Sociedade em Rede”. O público não só reage à notícia como ajuda na sua construção (corrigindo erros, sugerindo adendas).
Os blogs tornam-se pequenas empresas de media, com grande audiência e que chegam a fazer publicidade para meios noticiosos gigantes como o New York Times e existe também o jornalismo agregado ou “de curadoria”. Hoje, os jornais fazem links para outros media, embora ainda “timidamente”, diz Rosental Alves, porque os media mostram versões diferentes do que está publicado no seu site online, em vez de coisas que acrescentem ao que o site publicou.
Há também uma ascenção de jornalismo sem fim lucrativo e novos modelos de negócio, já que as pessoas se apercebem, nos EUA, que não se podem dar ao luxo de perder os jornais. Daí que floresçam projectos como o Spot.us e que os jornais sem fins lucrativos que dependem da comunidade para financiar a sua actividade, como o Voice of San Diego.
Esta “revolução digital”, diz Rosental Alves, é “uma reconstrução que não respeita fronteiras”.
DICA DE SITE
Um site sensacional - que oferece em áudio as pronúncias de diversas palavras, nas mais diferentes línguas possíveis e o mais legal: Você pode gravar palavras disponíveis! Além de tirar a sua dúvida, você acaba registrando seu sotaque para o mundo e, possivelmente, também tirar as dúvidas de alguém.
DICA: Ah!Tri Né
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