sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Reuters abre agência para cobrir a África





O lançamento da Reuters África promete cobrir o continente africano em detalhes e vários ângulos. A idéia é dar um sentido mais amplo nas edições e abordar os mais variados contextos. Espera também apresentar os países individualmente e suas culturas. Reuters África quer alcançar não apenas os que vivem no continente mas também dar cobertura geral sobre o desenvolvimento, os investimentos e notícias da região.
Vamos conferir.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

BAQUIA Magazine


Se você tiver interesse em Novas Tecnologias não pode deixar de acessar ao número mais recente da Revista Baquia, publicação espanhola.

É só fazer o download aqui!


quarta-feira, fevereiro 21, 2007

UM VÍDEO SOBRE A WEB

Não deixe de ver um vídeo que em pouco mais de 4 minutos resume tão bem as questões que dizem respeito a Web. A autoria é de Michael Wesch, professor assistente de Antropologia Cultural da Kansas State University.


A dica foi do Intermezzo-weblog.

terça-feira, fevereiro 20, 2007

Craig " O matador de jornais"

O Blog do Renato Cruz traz uma interessante matéria sobre aquele que é chamado de "matador de jornais".

O programador Craig Newmark (foto) criou o Craiglist no começo de 1995 em São Francisco, como um serviço gratuito de classificados na internet. Hoje, ele cobra por anúncios de empregos em sete cidades americanas e por anúncios de imóveis em Nova York. No total, são 450 cidades atendidas, em todo mundo. Com 23 funcionários, o site tem mais de 5 bilhões de páginas vistas por mês, ficando em sétimo lugar entre as maiores audiências de sites em inglês.
O site do Guardian (em inglês) traz uma entrevista com Newmark, sob o título "O matador gentil de gigantes?". Recentemente, o programador investiu no site Daylife, um agregador de notícias.

O site do Guardian (em inglês) traz uma entrevists com Newmark, sob o título "O matador gentil de gigantes?". Recentemente, o programador investiu no site Daylife, um agregador de notícias.
O Craiglist é apontado como um dos culpados pelo declínio dos jornais. Um estudo feito no fim de 2004 por Rob Cauthorn apontou que os jornais de São Francisco perdem de US$ 50 milhões a US$ 65 milhões em receitas por ano por causa do site. Os classificados são uma fonte importante de receitas para os jornais em todo mundo. Newmark comentou ao Guardian:
"Afetamos o faturamento com anúncios dos jornais, mas muito menos do que dizem. Os jornais têm problemas muito maiores, como a perda de leitores e a queda das margens de lucro. O maior problema deles é a perda de confiança entre os leitores por não conseguir falar a verdade sobre os poderosos. Esta é uma vantagem que os blogueiros têm, porque muitas vezes eles têm essa coragem."
Mesmo assim, Newmark fez uma defesa do jornalismo profissional, que apura, checa e depois publica: "Nunca é demais destacar que, apesar de eu estar animado com o jornalismo cidadão e os blogs, nada substitui o jornalismo profissional".

Fonte: Blog do Renato Cruz

sábado, fevereiro 17, 2007

Boom de jornais na Índia

A Índia está vivendo uma proliferação de jornais impressos em seu mercado editorial. O país tem 300 grandes jornais, com circulação de 157 milhões (em 2006) - um aumento de 12,9% em relação a 2005.Dos 300 títulos, apenas algumas dezenas são em língua inglesa, com circulação de 35 milhões, mas são esses que atraem cerca de 50% das verbas de propaganda. O crescimento econômico anual de 8%, nos últimos quatro anos, trouxe benefícios para grandes anunciantes, como a indústria automobilística, companhias aéreas e construtoras.O futuro parece ainda mais promissor, pois somente 60% da população indiana são alfabetizados e aqueles que buscam aprender a ler têm os jornais como referência. Embora a internet esteja se popularizando, apenas 1,2% dos indianos acima de 12 anos costumam acessá-la.

Fonte: The Economist

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Blog dos fotógrafos da Reuters

Essa é para quem gosta de fotografia.
Os fotógrafos da agência Reuters criaram um Blog.
Como o editor Tom Szlukovenyi diz o Blog será um local para os amantes da arte de fotografar. E local onde els poderão falar sobre as imagens, como conseguiram, o processo de produção e troca de idéias.


Fonte: Ponto Media





quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Estudo afirma que Brasil restringe jornalismo

- De acordo com estudo divulgado pela Agência Efe, Brasil, Cuba, México, Venezuela, Bolívia e Chile são considerados os piores países da América Latina para jornalistas em 2006.

O Brasil está em quinto lugar no ranking, e é descrito como uma área onde existem 'leis-mordaça', que controlam o exercício jornalístico com ameaças de prisão. O estudo foi elaborado pela ONG Cadal (Centro para Abertura e Desenvolvimento da América Latina) no relatório 'Indicadores de Jornalismo e Democracia em Nível Local na América Latina', divulgado no dia 7.

O relatório lembra que, no último ano, o Iraque foi a única região do mundo que superou a América Latina em assassinatos de jornalistas. Em termos de repórteres presos, apenas a China consegue ter um número maior do que a região. A Venezuela e Bolívia são consideradas países em que o Estado usa a imprensa para ampliar seu poder político.

O estudo diz que o pior país para profissionais da imprensa é Cuba, com uma grande presença do Estado, forte restrição da mídia e sérias dificuldades para a entrada e trabalho de correspondentes. O relatório lembra que existe uma demora de 21 dias para o fornecimento do visto e que o jornalista é obrigado a submeter a entrevista que quiser fazer à supervisão das autoridades cubanas.

A Argentina foi considerada o país menos restritivo para o trabalho jornalístico, apesar de ter critérios políticos para a publicidade governamental, licenças de rádio e TV. O país possui um sistema para que jornalistas apresentem suas queixas por telefone.

Fonte: Coletiva net

Repórter-cidadão tende a revolucionar o jornalismo

Desde dezembro , uma página na internet (YouWitnessNews), lançada pelo Yahoo, oferece informações produzidas por usuários (sobre acontecimentos de várias partes do mundo) e avaliadas por profissionais. Há quase dois anos, o site NowPublic.com veicula fotos, vídeos e comentários de usuários.

O relato dessa experiência na matéria de Glenn Chapman
da France-Presse.

Depois de celulares com câmeras fotográficas e câmeras de vídeo digitais se tornarem onipresentes na cobertura da imprensa, que se utiliza da ajuda dos cinegrafistas amadores, internautas em todo mundo começam a ser recrutados como verdadeiros repórteres. Em função disso, a Yahoo lançou em dezembro a YouWitnessNews, uma página na internet que disponibiliza informações oferecidas pelos usuários, as quais passam, num primeiro momento, pelo crivo de editores profissionais.

Inaugurado há quase dois anos, o site de notícias NowPublic.com também se alimenta de legiões de usuários que disponibilizam fotos, vídeos e comentários. O NowPublic reúne mais de 60.000 "repórteres", que colaboram em mais de 140 países, e consegue localizar rapidamente potenciais testemunhas ou apuradores de informação que estejam próximos à última notícia, de desastres naturais a ataques terroristas.

"Nós nos tornamos a rede de notícias com maior participação do mundo", disse Leonard Brody, o presidente da NowPublic. "Contamos com todos os tipos, desde principiantes até profissionais", destacou. "As notícias no futuro terão como fonte as multidões, e estamos construindo esse exército", ressaltou.

A NowPublic e a YouWitnessNews formaram alianças com serviços de notícias tradicionais, oferecendo a eles fotos e conteúdo escrito. A NowPublic levou o acordo um passo à frente, ao oferecer rápida localização para os serviços de potenciais testemunhas ou colaboradores próximos aos locais onde está a notícia. "Se explodir uma bomba em Budapeste e você quiser contactar alguém que esteja a uma milha (1,6 km) do local, nós o encontraremos", garantiu.

A Nowpublic, com sede em Vancouver (Canadá), vem duplicando seu tamanho a cada três meses. "Creio que o fenômeno do jornalismo-cidadão é uma tendência nascente", disse Scott Moore, chefe da Yahoo News. "Realmente, foi a tecnologia que criou a oportunidade. Há dezenas de milhões de pessoas em torno do mundo que têm telefones celulares com câmeras integradas. É como ter um exército de colaboradores na ruas".

A inspiração para criar a YouWitnessNews brotou quando os editores da Yahoo News buscavam fotos dos atentados de julho de 2005 em Londres. Nos 30 minutos seguintes às trágicas explosões, os editores conseguiram fotos de particulares dos locais dos fatos colocadas no site Flickr. Poucos dias depois dos atentados, havia milhares de imagens na internet. "Isso nos mostrou o potencial", destacou Moore.

E esse potencial se torna maior em eventos importantes e em aspectos da vida das comunidades que tradicionalmente não recebem atenção dos grandes veículos de imprensa, como esportes escolares. "Não acredito que vamos substituir os jornalistas, como a televisão não substituiu o rádio", disse Moore.

Apesar de a NowPublic não pagar pelas notícias que recebe, disponibilizou "caixinha para gorjetas" para que colaboradores recebam dinheiro através do serviço de pagamentos on-line PayPal. A NowPublic cobra por fazer a conexão entre meios de comunicação e esses repórteres-cidadãos.

Fonte: Jornal O POVO

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

The New York Times pode deixar de ser impresso

- O editor do 'The New York Times', um dos jornais mais prestigiados do mundo, não tem certeza se a publicação continuará a ser impressa daqui a cinco anos, devido à concorrência da internet, mas diz não estar preocupado com o fato. Em uma entrevista ao jornal israelense Haaretz , Arthur Sulzberger, presidente do grupo editorial, explicou as perspectivas da editora, que há quatro anos tem as contas no vermelho (na semana passada, o grupo declarou um prejuízo de US$ 570 milhões do jornal Boston Globe, também publicado por eles). - Não sei realmente se daqui a cinco anos ainda vamos imprimir o 'Times' e, na verdade, não importa muito - disse Sulzberger. - O fundamental é se concentrar no melhor modo de operar a transição da folha impressa à internet. - A internet é um lugar maravilhoso e nesse terreno estamos à frente de todos- disse o editor, feliz com o aumento de leitores da edição online do 'NYT', que passou a registrar 1,5 milhão de acessos por dia, enquanto o número de assinantes da edição impressa é de 1,1 milhão.

Sulzberger explicou que o 'NYT' chegou ao momento em que o grupo terá de decidir se vai manter ou não a edição impressa. É um processo que levou, por exemplo, à junção das redações do jornal impresso e da edição virtual. Segundo Sulzberger, é também um processo que deve rever as relações com os profissionais, com o desafio da manutenção de cotas de publicidade e as conseqüentes pressões dos anunciantes, com a concorrência da informação capilar, incontrolável, global e gratuita dos blogs, e a adequação a novas plataformas tecnológicas usadas para veicular notícias.

Fonte: Agência ANSA ROMA

A influência dos sites colaborativos

Sites de jornalismo colaborativo creditam sucesso à abertura de diálogo

Segundo estudo divulgado pelo instituto norte-americano J-Lab - The Institute for Interactive Journalism, o jornalismo colaborativo e os sites de notícias locais que oferecem conteúdo criado pelos próprios usuários influenciam as suas comunidades e chegaram para ficar. A pesquisa ouviu 500 sites dos Estados Unidos envolvidos com jornalismo colaborativo.


Notícia do Editors Weblog mostra que, deles, 73% creditaram seu sucesso ao impacto em suas comunidades e 61% afirmam que monitoram os governos locais. Além disso, 82% acreditam que oferecem oportunidade para o diálogo, enquanto 39% disseram que ajudam a comunidade a resolver problemas.

Fonte: coletiva net

terça-feira, janeiro 30, 2007

Jornais querem vender imagem de que estão na vanguarda





Pressionados por sucessivas quedas na circulaçao os jornais americanos tentam um novo esforço para recuperar anunciantes que estao migrando para outras midias. Noticia do Advertising Age diz que a Newspaper Association of America se prepara para lançar uma campanha que pretende mostrar uma nova imagem do jornal. Quer vender a ideia de que os jornais deixaram de ser um monte de papel e passaram a ser uma midia de vanguarda reunindo sites, podcast e outros recursos. Criada pela Martin Agency, a campanha mostra em uma das peças o que a agência e a NAA dizem ser o leitor de jornal do futuro - um individuo ligado a satelites, com um teclado de computador na mao, fios e um monitor onde lê um jornal foto. Matéria no original aqui!


Fonte: Blue Bus

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Telejornalismo em Close

Telejornalismo em Close: uma reflexão sobre a mídia

A coluna Telejornalismo em Close, parte do projeto acadêmico do prof. Paulo José Cunha da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, vem sendo produzida desde agosto de 1999. Com cerca de 60 linhas (5.500 caracteres com espaços), "Telejornalismo em Close" é distribuída às quartas-feiras para publicação no final de semana seguinte. A retransmissão via web é incentivada e gratuita, mas a publicação em meios impressos depende de autorização do autor.

O prof. Paulo José Cunha é jornalista (ex-O Globo, ex-JB e ex-TV Globo).

Os interessados em receber "Telejornalismo em Close" podem fazer a solicitação pelo e-mail: paulojosecunha@uol.com.br, ou acessar o website oficial: http://caid.sites.uol.com.br.


sábado, janeiro 27, 2007

O fim do papel

O fim do papel
por Renato Cruz

Já não existe mais sentido econômico em publicar jornal de papel. Esta é a visão de Walter Bender (foto), que por mais de 20 anos foi diretor do Grupo de Publicação Eletrônica do Media Lab, do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Atualmente, Bender é presidente de Software e Conteúdo da organização sem fins lucrativos Um Laptop Por Criança (OLPC, na sigla em inglês), que tem como objetivo levar computadores de baixo custo para estudantes de países em desenvolvimento. É deles o projeto do XO, também conhecido como laptop de US$ 100.

O que o senhor acha da discussão sobre a morte do jornal?

Eu nunca disse que o jornal ia morrer. A notícia impressa pode morrer, mas não o jornal.

Quanto tempo levaria?

Isto é totalmente determinado por fatores econômicos. Em um ponto ou outro, os custos –- do papel e da distribuição, das máquinas e da energia, das sobras e da reciclagem –- vão causar uma mudança. Eu não sei quando isso vai acontecer. Olhando estritamente os números, o ponto já passou. Publicar eletronicamente é muito mais barato. Nossa tela, por exemplo, já tem resolução melhor que o papel impresso, pode ser lida ao ar livre, como o jornal, e consome muito pouca energia. Acho que esta geração de crianças não irá ler o jornal impresso. Estão interessadas em notícias, mas não em papel.

Quando as pessoas poderão comprar um dispositivo de papel eletrônico flexível e acessível?

É só uma questão de fabricação, não é mais uma questão de invenção. A tecnologia existe. Não há nada que já não saibamos para fazer isso.

E por que não aconteceu ainda?

Já aconteceu da perspectiva da tecnologia, mas não da perspectiva das empresas. Eu acho que em parte é por má administração.

Fonte: Blog Estadão

Forum de discussão para ciberjornalistas


A OJR - online journalism review criou um espaço online para que jornalistas troquem idéias e conselhos sobre a indústria das notícias, notas e lista de empregos. E ainda,segundo Robert Niles,levantar questões e respostas como fazer dinheiro com Blog; como configurar ou instalar softwares, por exemplo. A idéia é apresentar uma questão e conseguir a resposta num Forum de discussão.

Fonte: OJR

quinta-feira, janeiro 25, 2007

O "You tube" do MP3

Assim como existe o you tube para divulgar vídeos. Já existe um site que divulga arquivos em MP3.

Por que eu também não tive essa idéia...

www.goear.com

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Morre um mestre do jornalismo

O escritor e jornalista polonês Ryszard Kapuscinski, que morreu nesta terça-feira em Varsóvia, foi um dos grandes mestres do jornalismo moderno, símbolo da ética na profissão e o autor polonês mais traduzido e publicado no estrangeiro.

Kapuscinski, Prêmio Príncipe de Astúrias de Comunicação e Humanidades em 2003, nasceu em 4 de março de 1932, em Pinsk, e era formado em História. Aos 17 anos começou no jornalismo, na revista "Hoje e amanhã". Mas tornou-se profissional na agência de notícias polonesa "PAP", para a qual trabalhou como repórter durante 30 anos (1958-1981).

Foi testemunha de mudanças políticas em países do Terceiro Mundo, como Angola e o antigo Zaire (hoje República Democrática do Congo). Além disso, cobriu o processo de descolonização e independência no Terceiro Mundo, além de fatos históricos como a queda do regime democrático chileno e a revolução iraniana.

Em sua carreira presenciou 27 revoluções, viveu 12 frentes de guerra e foi condenado em quatro ocasiões a ser fuzilado.

Irritado com a censura polonesa, a partir da década de 80 começou a colaborar com jornais e revistas internacionais, como "The New York Times" e "Frankfurter Allgemeine Zeitung". Ao mesmo tempo, entrava no campo literário, através das grandes reportagens.

Eleito em 1999 o melhor jornalista polonês do século XX, publicou cerca de 20 livros. O primeiro foi "Bus po polsku" (1962), mas o primeiro de importância foi "O imperador" (1978), sobre a queda do trono de Haile Selassie na Etiópia, em 1974.

Em seguida vieram "O Xá, ou a desmedida do poder" (1987), sobre a saída de Reza Pahlevi do Irã, "Lapidarium" (1990), "A guerra do futebol e outros personagens" (1992), "O império" (1993), sobre a antiga URSS, "Ébano" (1998), "Os cínicos não servem para este trabalho" (2000), no qual fala do bom jornalismo, "Da África" (2001), "Os cinco sentidos do jornalista" (2003) e o livro-oficina da Fundação para um Novo Jornalismo Latino-americano (FNPI, 2004).

A maioria de sua obra é uma combinação da grande história com a pequena, que afeta cada indivíduo, uma análise fina e pormenorizada de fatos e reflexões.

Prêmio Bruno Kreisky para livros políticos de 2004, na Áustria, e doutor "honoris causa" em 2005 pela Universidade catalã Ramón Llull, ele dedicou os últimos anos de sua vida a viagens, conferências e reflexões sobre o processo da globalização e suas conseqüências para a civilização humana. Além disso continuou escrevendo livros em Varsóvia.
FONTE : AGÊNCIA EFE

sábado, janeiro 20, 2007

Como trabalha um jornalista da The New Yorker

Vale conferir o método pessoal de um jornalista da The New Yorker em guardar e organizar as informações colhidas para o trabalho. O assunto foi tema de entrevista de Ken Auletta.
How The New Yorker's media writer does his job pode ser lida aqui!

Dica
: Via e-mail Prof.José Antônio Meira Rocha




http://www.boingboing.net/2007/01/16/how_the_new_yorkers_.html

VIII CONGRESSO DE PERIODISMO DIGITAL

Já estão abertas as inscrições para o VIII CONGRESSO DE PERIODISMO DIGITAL . A oitava edição acontecerá na cidade de HUESCA, nos dias 1 e 2 de março.
Entre os assuntos a serem debatidos : Internet, o novo papel das revistas e imprensa digital .



www.congresoperiodismo.com

Glossário de termos de Jornalismo Online

Robert Niles do OJR - Online Journalism Review criou um glossário de termos utilizados no jornalismo online. Os termos estão na WIKI e toda contribuição é bem vinda. AQUI:
E o que é interessante é que está aberto a receber contribuições.

quinta-feira, janeiro 18, 2007

2006 Ano "sangrento" na história do jornalismo

O ano de 2006 foi o mais "sangrento" da história do jornalismo, com o assassinato de 155 repórteres em todo o mundo, 37 deles na América Latina, informou hoje a Federação Internacional de Jornalistas (IFJ).
Só no Iraque foram assassinados 69 jornalistas no ano passado, o que explica o número recorde de repórteres mortos, revela o relatório anual da IFJ.

O documento destaca também que 22 jornalistas morreram em 2006 em acidentes ocorridos durante o exercício de sua profissão, dez deles na América Latina.

No relatório, a IFJ acusa "a maioria" das empresas de comunicação de não adotar medidas necessárias para reduzir os riscos ligados à profissão.

Essa responsabilidade é especialmente importante na América Latina "onde, todos os anos, morrem muitos profissionais dos meios de comunicação", afirmou a IFJ, que exigiu dos proprietários desses meios "ação, em vez de indiferença".

Além disso, o documento revela que o Oriente Médio liderou no ano passado a lista de regiões onde mais jornalistas morreram, com 73 repórteres assassinados.

"Quase todos eles eram iraquianos. Está claro que o Governo do Iraque e o Exército dos Estados Unidos devem fazer da segurança dos jornalistas uma de suas maiores prioridades ou, caso contrário, o país jamais terá uma verdadeira liberdade de expressão", disse o secretário-geral da IFJ, Aidan White.

Relatório completo: IFJ