quarta-feira, fevereiro 21, 2007
UM VÍDEO SOBRE A WEB
A dica foi do Intermezzo-weblog.
terça-feira, fevereiro 20, 2007
Craig " O matador de jornais"
O programador Craig Newmark (foto) criou o Craiglist no começo de 1995 em São Francisco, como um serviço gratuito de classificados na internet. Hoje, ele cobra por anúncios de empregos em sete cidades americanas e por anúncios de imóveis em Nova York. No total, são 450 cidades atendidas, em todo mundo. Com 23 funcionários, o site tem mais de 5 bilhões de páginas vistas por mês, ficando em sétimo lugar entre as maiores audiências de sites em inglês.
O site do Guardian (em inglês) traz uma entrevista com Newmark, sob o título "O matador gentil de gigantes?". Recentemente, o programador investiu no site Daylife, um agregador de notícias.
O site do Guardian (em inglês) traz uma entrevists com Newmark, sob o título "O matador gentil de gigantes?". Recentemente, o programador investiu no site Daylife, um agregador de notícias.
O Craiglist é apontado como um dos culpados pelo declínio dos jornais. Um estudo feito no fim de 2004 por Rob Cauthorn apontou que os jornais de São Francisco perdem de US$ 50 milhões a US$ 65 milhões em receitas por ano por causa do site. Os classificados são uma fonte importante de receitas para os jornais em todo mundo. Newmark comentou ao Guardian:
"Afetamos o faturamento com anúncios dos jornais, mas muito menos do que dizem. Os jornais têm problemas muito maiores, como a perda de leitores e a queda das margens de lucro. O maior problema deles é a perda de confiança entre os leitores por não conseguir falar a verdade sobre os poderosos. Esta é uma vantagem que os blogueiros têm, porque muitas vezes eles têm essa coragem."
Mesmo assim, Newmark fez uma defesa do jornalismo profissional, que apura, checa e depois publica: "Nunca é demais destacar que, apesar de eu estar animado com o jornalismo cidadão e os blogs, nada substitui o jornalismo profissional".
Fonte: Blog do Renato Cruz
sábado, fevereiro 17, 2007
Boom de jornais na Índia
Fonte: The Economist
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Blog dos fotógrafos da Reuters
Essa é para quem gosta de fotografia.
Os fotógrafos da agência Reuters criaram um Blog.
Como o editor Tom Szlukovenyi diz o Blog será um local para os amantes da arte de fotografar. E local onde els poderão falar sobre as imagens, como conseguiram, o processo de produção e troca de idéias.
Fonte: Ponto Media
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Estudo afirma que Brasil restringe jornalismo
O Brasil está em quinto lugar no ranking, e é descrito como uma área onde existem 'leis-mordaça', que controlam o exercício jornalístico com ameaças de prisão. O estudo foi elaborado pela ONG Cadal (Centro para Abertura e Desenvolvimento da América Latina) no relatório 'Indicadores de Jornalismo e Democracia em Nível Local na América Latina', divulgado no dia 7.
O relatório lembra que, no último ano, o Iraque foi a única região do mundo que superou a América Latina em assassinatos de jornalistas. Em termos de repórteres presos, apenas a China consegue ter um número maior do que a região. A Venezuela e Bolívia são consideradas países em que o Estado usa a imprensa para ampliar seu poder político.
O estudo diz que o pior país para profissionais da imprensa é Cuba, com uma grande presença do Estado, forte restrição da mídia e sérias dificuldades para a entrada e trabalho de correspondentes. O relatório lembra que existe uma demora de 21 dias para o fornecimento do visto e que o jornalista é obrigado a submeter a entrevista que quiser fazer à supervisão das autoridades cubanas.
A Argentina foi considerada o país menos restritivo para o trabalho jornalístico, apesar de ter critérios políticos para a publicidade governamental, licenças de rádio e TV. O país possui um sistema para que jornalistas apresentem suas queixas por telefone.
Repórter-cidadão tende a revolucionar o jornalismo
O relato dessa experiência na matéria de Glenn Chapman
da France-Presse.
Depois de celulares com câmeras fotográficas e câmeras de vídeo digitais se tornarem onipresentes na cobertura da imprensa, que se utiliza da ajuda dos cinegrafistas amadores, internautas em todo mundo começam a ser recrutados como verdadeiros repórteres. Em função disso, a Yahoo lançou em dezembro a YouWitnessNews, uma página na internet que disponibiliza informações oferecidas pelos usuários, as quais passam, num primeiro momento, pelo crivo de editores profissionais.
Inaugurado há quase dois anos, o site de notícias NowPublic.com também se alimenta de legiões de usuários que disponibilizam fotos, vídeos e comentários. O NowPublic reúne mais de 60.000 "repórteres", que colaboram em mais de 140 países, e consegue localizar rapidamente potenciais testemunhas ou apuradores de informação que estejam próximos à última notícia, de desastres naturais a ataques terroristas.
"Nós nos tornamos a rede de notícias com maior participação do mundo", disse Leonard Brody, o presidente da NowPublic. "Contamos com todos os tipos, desde principiantes até profissionais", destacou. "As notícias no futuro terão como fonte as multidões, e estamos construindo esse exército", ressaltou.
A NowPublic e a YouWitnessNews formaram alianças com serviços de notícias tradicionais, oferecendo a eles fotos e conteúdo escrito. A NowPublic levou o acordo um passo à frente, ao oferecer rápida localização para os serviços de potenciais testemunhas ou colaboradores próximos aos locais onde está a notícia. "Se explodir uma bomba em Budapeste e você quiser contactar alguém que esteja a uma milha (1,6 km) do local, nós o encontraremos", garantiu.
A Nowpublic, com sede em Vancouver (Canadá), vem duplicando seu tamanho a cada três meses. "Creio que o fenômeno do jornalismo-cidadão é uma tendência nascente", disse Scott Moore, chefe da Yahoo News. "Realmente, foi a tecnologia que criou a oportunidade. Há dezenas de milhões de pessoas em torno do mundo que têm telefones celulares com câmeras integradas. É como ter um exército de colaboradores na ruas".
A inspiração para criar a YouWitnessNews brotou quando os editores da Yahoo News buscavam fotos dos atentados de julho de 2005 em Londres. Nos 30 minutos seguintes às trágicas explosões, os editores conseguiram fotos de particulares dos locais dos fatos colocadas no site Flickr. Poucos dias depois dos atentados, havia milhares de imagens na internet. "Isso nos mostrou o potencial", destacou Moore.
E esse potencial se torna maior em eventos importantes e em aspectos da vida das comunidades que tradicionalmente não recebem atenção dos grandes veículos de imprensa, como esportes escolares. "Não acredito que vamos substituir os jornalistas, como a televisão não substituiu o rádio", disse Moore.
Apesar de a NowPublic não pagar pelas notícias que recebe, disponibilizou "caixinha para gorjetas" para que colaboradores recebam dinheiro através do serviço de pagamentos on-line PayPal. A NowPublic cobra por fazer a conexão entre meios de comunicação e esses repórteres-cidadãos.
Fonte: Jornal O POVO
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
The New York Times pode deixar de ser impresso
- O editor do 'The New York Times', um dos jornais mais prestigiados do mundo, não tem certeza se a publicação continuará a ser impressa daqui a cinco anos, devido à concorrência da internet, mas diz não estar preocupado com o fato. Em uma entrevista ao jornal israelense Haaretz , Arthur Sulzberger, presidente do grupo editorial, explicou as perspectivas da editora, que há quatro anos tem as contas no vermelho (na semana passada, o grupo declarou um prejuízo de US$ 570 milhões do jornal Boston Globe, também publicado por eles). - Não sei realmente se daqui a cinco anos ainda vamos imprimir o 'Times' e, na verdade, não importa muito - disse Sulzberger. - O fundamental é se concentrar no melhor modo de operar a transição da folha impressa à internet. - A internet é um lugar maravilhoso e nesse terreno estamos à frente de todos- disse o editor, feliz com o aumento de leitores da edição online do 'NYT', que passou a registrar 1,5 milhão de acessos por dia, enquanto o número de assinantes da edição impressa é de 1,1 milhão.
Sulzberger explicou que o 'NYT' chegou ao momento em que o grupo terá de decidir se vai manter ou não a edição impressa. É um processo que levou, por exemplo, à junção das redações do jornal impresso e da edição virtual. Segundo Sulzberger, é também um processo que deve rever as relações com os profissionais, com o desafio da manutenção de cotas de publicidade e as conseqüentes pressões dos anunciantes, com a concorrência da informação capilar, incontrolável, global e gratuita dos blogs, e a adequação a novas plataformas tecnológicas usadas para veicular notícias.
Fonte: Agência ANSA ROMAA influência dos sites colaborativos
Segundo estudo divulgado pelo instituto norte-americano J-Lab - The Institute for Interactive Journalism, o jornalismo colaborativo e os sites de notícias locais que oferecem conteúdo criado pelos próprios usuários influenciam as suas comunidades e chegaram para ficar. A pesquisa ouviu 500 sites dos Estados Unidos envolvidos com jornalismo colaborativo.
Notícia do Editors Weblog mostra que, deles, 73% creditaram seu sucesso ao impacto em suas comunidades e 61% afirmam que monitoram os governos locais. Além disso, 82% acreditam que oferecem oportunidade para o diálogo, enquanto 39% disseram que ajudam a comunidade a resolver problemas.
Fonte: coletiva netterça-feira, janeiro 30, 2007
Jornais querem vender imagem de que estão na vanguarda
Pressionados por sucessivas quedas na circulaçao os jornais americanos tentam um novo esforço para recuperar anunciantes que estao migrando para outras midias. Noticia do Advertising Age diz que a Newspaper Association of America se prepara para lançar uma campanha que pretende mostrar uma nova imagem do jornal. Quer vender a ideia de que os jornais deixaram de ser um monte de papel e passaram a ser uma midia de vanguarda reunindo sites, podcast e outros recursos. Criada pela Martin Agency, a campanha mostra em uma das peças o que a agência e a NAA dizem ser o leitor de jornal do futuro - um individuo ligado a satelites, com um teclado de computador na mao, fios e um monitor onde lê um jornal foto. Matéria no original aqui!
Fonte: Blue Bus
segunda-feira, janeiro 29, 2007
Telejornalismo em Close
Telejornalismo em Close: uma reflexão sobre a mídia A coluna Telejornalismo em Close, parte do projeto acadêmico do prof. Paulo José Cunha da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, vem sendo produzida desde agosto de 1999. Com cerca de 60 linhas (5.500 caracteres com espaços), "Telejornalismo em Close" é distribuída às quartas-feiras para publicação no final de semana seguinte. A retransmissão via web é incentivada e gratuita, mas a publicação em meios impressos depende de autorização do autor.
O prof. Paulo José Cunha é jornalista (ex-O Globo, ex-JB e ex-TV Globo).
Os interessados em receber "Telejornalismo em Close" podem fazer a solicitação pelo e-mail: paulojosecunha@uol.com.br, ou acessar o website oficial: http://caid.sites.uol.com.br.
sábado, janeiro 27, 2007
O fim do papel
Já não existe mais sentido econômico em publicar jornal de papel. Esta é a visão de Walter Bender (foto), que por mais de 20 anos foi diretor do Grupo de Publicação Eletrônica do Media Lab, do Massachusetts Institute of Technology (MIT).
Atualmente, Bender é presidente de Software e Conteúdo da organização sem fins lucrativos Um Laptop Por Criança (OLPC, na sigla em inglês), que tem como objetivo levar computadores de baixo custo para estudantes de países em desenvolvimento. É deles o projeto do XO, também conhecido como laptop de US$ 100.
O que o senhor acha da discussão sobre a morte do jornal?
Eu nunca disse que o jornal ia morrer. A notícia impressa pode morrer, mas não o jornal.
Quanto tempo levaria?
Isto é totalmente determinado por fatores econômicos. Em um ponto ou outro, os custos –- do papel e da distribuição, das máquinas e da energia, das sobras e da reciclagem –- vão causar uma mudança. Eu não sei quando isso vai acontecer. Olhando estritamente os números, o ponto já passou. Publicar eletronicamente é muito mais barato. Nossa tela, por exemplo, já tem resolução melhor que o papel impresso, pode ser lida ao ar livre, como o jornal, e consome muito pouca energia. Acho que esta geração de crianças não irá ler o jornal impresso. Estão interessadas em notícias, mas não em papel.
Quando as pessoas poderão comprar um dispositivo de papel eletrônico flexível e acessível?
É só uma questão de fabricação, não é mais uma questão de invenção. A tecnologia existe. Não há nada que já não saibamos para fazer isso.
E por que não aconteceu ainda?
Já aconteceu da perspectiva da tecnologia, mas não da perspectiva das empresas. Eu acho que em parte é por má administração.
Fonte: Blog Estadão
Forum de discussão para ciberjornalistas
A OJR - online journalism review criou um espaço online para que jornalistas troquem idéias e conselhos sobre a indústria das notícias, notas e lista de empregos. E ainda,segundo Robert Niles,levantar questões e respostas como fazer dinheiro com Blog; como configurar ou instalar softwares, por exemplo. A idéia é apresentar uma questão e conseguir a resposta num Forum de discussão.
Fonte: OJRquinta-feira, janeiro 25, 2007
O "You tube" do MP3
Por que eu também não tive essa idéia...
www.goear.com
quarta-feira, janeiro 24, 2007
Morre um mestre do jornalismo
Kapuscinski, Prêmio Príncipe de Astúrias de Comunicação e Humanidades em 2003, nasceu em 4 de março de 1932, em Pinsk, e era formado em História. Aos 17 anos começou no jornalismo, na revista "Hoje e amanhã". Mas tornou-se profissional na agência de notícias polonesa "PAP", para a qual trabalhou como repórter durante 30 anos (1958-1981).
Foi testemunha de mudanças políticas em países do Terceiro Mundo, como Angola e o antigo Zaire (hoje República Democrática do Congo). Além disso, cobriu o processo de descolonização e independência no Terceiro Mundo, além de fatos históricos como a queda do regime democrático chileno e a revolução iraniana.
Em sua carreira presenciou 27 revoluções, viveu 12 frentes de guerra e foi condenado em quatro ocasiões a ser fuzilado.
Irritado com a censura polonesa, a partir da década de 80 começou a colaborar com jornais e revistas internacionais, como "The New York Times" e "Frankfurter Allgemeine Zeitung". Ao mesmo tempo, entrava no campo literário, através das grandes reportagens.
Eleito em 1999 o melhor jornalista polonês do século XX, publicou cerca de 20 livros. O primeiro foi "Bus po polsku" (1962), mas o primeiro de importância foi "O imperador" (1978), sobre a queda do trono de Haile Selassie na Etiópia, em 1974.
Em seguida vieram "O Xá, ou a desmedida do poder" (1987), sobre a saída de Reza Pahlevi do Irã, "Lapidarium" (1990), "A guerra do futebol e outros personagens" (1992), "O império" (1993), sobre a antiga URSS, "Ébano" (1998), "Os cínicos não servem para este trabalho" (2000), no qual fala do bom jornalismo, "Da África" (2001), "Os cinco sentidos do jornalista" (2003) e o livro-oficina da Fundação para um Novo Jornalismo Latino-americano (FNPI, 2004).
A maioria de sua obra é uma combinação da grande história com a pequena, que afeta cada indivíduo, uma análise fina e pormenorizada de fatos e reflexões.
Prêmio Bruno Kreisky para livros políticos de 2004, na Áustria, e doutor "honoris causa" em 2005 pela Universidade catalã Ramón Llull, ele dedicou os últimos anos de sua vida a viagens, conferências e reflexões sobre o processo da globalização e suas conseqüências para a civilização humana. Além disso continuou escrevendo livros em Varsóvia.
FONTE : AGÊNCIA EFE
sábado, janeiro 20, 2007
Como trabalha um jornalista da The New Yorker
How The New Yorker's media writer does his job pode ser lida aqui!
Dica: Via e-mail Prof.José Antônio Meira Rocha
http://www.boingboing.net/2007/01/16/how_the_new_yorkers_.html
VIII CONGRESSO DE PERIODISMO DIGITAL
Entre os assuntos a serem debatidos : Internet, o novo papel das revistas e imprensa digital .
www.congresoperiodismo.com
Glossário de termos de Jornalismo Online
E o que é interessante é que está aberto a receber contribuições.
quinta-feira, janeiro 18, 2007
2006 Ano "sangrento" na história do jornalismo
Só no Iraque foram assassinados 69 jornalistas no ano passado, o que explica o número recorde de repórteres mortos, revela o relatório anual da IFJ.
O documento destaca também que 22 jornalistas morreram em 2006 em acidentes ocorridos durante o exercício de sua profissão, dez deles na América Latina.
No relatório, a IFJ acusa "a maioria" das empresas de comunicação de não adotar medidas necessárias para reduzir os riscos ligados à profissão.
Essa responsabilidade é especialmente importante na América Latina "onde, todos os anos, morrem muitos profissionais dos meios de comunicação", afirmou a IFJ, que exigiu dos proprietários desses meios "ação, em vez de indiferença".
Além disso, o documento revela que o Oriente Médio liderou no ano passado a lista de regiões onde mais jornalistas morreram, com 73 repórteres assassinados.
"Quase todos eles eram iraquianos. Está claro que o Governo do Iraque e o Exército dos Estados Unidos devem fazer da segurança dos jornalistas uma de suas maiores prioridades ou, caso contrário, o país jamais terá uma verdadeira liberdade de expressão", disse o secretário-geral da IFJ, Aidan White.
Relatório completo: IFJ
Os Blogs completam 10 anos de agitação
" El 1 de abril de 1997 Dave Winer publicó la primera entrada de 'Scripting News', el que se considera primer 'weblog' de Internet. Diez años después hay más de 62 millones de cuadernos personales circulando por la Red. En este periodo han destapado algunos escándalos públicos y denunciado abusos, pero su gran aportación es la participación de los internautas en los contenidos de la Red, germen de la Web 2.0."
segunda-feira, janeiro 15, 2007
Jornal quer impedir confidências em blogs de seus jornalistas
Materia em inglês no site.
Fonte: Blue Bus