Este trabalho tem por objetivo conceituar a importância que este novo gênero jornalístico, o jornalismo em quadrinhos, pode adquirir como sendo uma nova forma utilizada pelo jornalismo impresso de se divulgar informações, que se tornem mais compreensíveis pelos leitores, principalmente pelo o público jovem, por meio da utilização da notícia em conjunto com a imagem.
Confira o trabalho AQUI!
sábado, agosto 15, 2009
sábado, julho 25, 2009
Manual de Jornalismo da Reuters
A Reuters disponibilizou o seu manual de jornalismo que serve como guia aos profissionais que trabalham para a agência, gratuitamente na Internet.
Segundo Dean Wright, editor mundial de Inovação e Padrões de Notícias da agência Britânica “Trata-se de um bom ponto de partida para os novos jornalistas”: salienta ainda que uma das razões para a publicação do manual também se prende com facto da Reuters servir uma audiência global e ser constituída por jornalistas de diferentes culturas.
Este Manual é constituído por várias secções como os padrões e valores que um bom jornalista da Reuters deve seguir, os 10 mandamentos dos jornalistas da Reuters, o manual de redacção de A-a-Z, o manual de redacção desportivo, um guia das operações da Reuters, e uma secção de orientação especializada que fala de temas como a atribuição das fontes, os perigos legais, o uso da internet nas reportagens e como reagir perante ameaças ou reclamações.
Mindy Mcadams, professora de jornalismo, investigadora de recursos on-line e autora do blog Teaching on-line Journalism, já felicitou a iniciativa da Reuters e dá especial destaque à secção Guiões para televisão (television scripts) composta pelas secções, Write to pictures, Story structure, 10 key words Appproach, What Is the story? e Shooting Soundbites.
FONTE: Comunicamos
DICA DE SITE: Les Cahiers du Journalisme
Em francês, Les Cahiers du journalisme N° 20 - L’économie du journalisme .
domingo, julho 19, 2009
Morte dos Jornais
Foi criado um site que apresenta opiniões dos mais diversos jornalistas, estudiosos e analistas sobre a morte dos jornais.
Confira Aqui!
Confira Aqui!
sábado, julho 18, 2009
Morre Walter Cronkite - Âncora EUA
Walter Cronkite, o âncora televisivo com voz de barítono, rosto sério e bigode ralo que narrou os principais eventos mundiais dos anos 60 e 70 para a classe média americana e moldou o cargo jornalístico que seria depois adotado por emissoras no mundo inteiro, morreu ontem em decorrência de problemas cerebrovasculares. Tinha 92 anos.
Conhecido pelo epíteto "o homem mais confiável da América" e por terminar as transmissões com a frase "That's the way it is" (é assim que as coisas são, em tradução livre), apresentou o principal telejornal da CBS de 1962 a 1981. Fez isso numa época, pré-Internet e com TV paga ainda incipiente, em que seu programa e os dos concorrentes, nas emissoras ABC e NBC, tinham mais de 80% da audiência total.
Sua relevância como o rosto noticioso por excelência dos televisores do país era tamanha que, em 1995, quase 15 anos após sua aposentadoria, "Tio Walter", o apelido carinhoso pelo qual ele ficou conhecido, ainda era apontado numa pesquisa de opinião feita pelo "TV Guide" como o principal nome no noticiário de TV em 13 de 14 categorias, entre elas "o mais confiável".
FONTE : www.ig.com.br
Conhecido pelo epíteto "o homem mais confiável da América" e por terminar as transmissões com a frase "That's the way it is" (é assim que as coisas são, em tradução livre), apresentou o principal telejornal da CBS de 1962 a 1981. Fez isso numa época, pré-Internet e com TV paga ainda incipiente, em que seu programa e os dos concorrentes, nas emissoras ABC e NBC, tinham mais de 80% da audiência total.
Sua relevância como o rosto noticioso por excelência dos televisores do país era tamanha que, em 1995, quase 15 anos após sua aposentadoria, "Tio Walter", o apelido carinhoso pelo qual ele ficou conhecido, ainda era apontado numa pesquisa de opinião feita pelo "TV Guide" como o principal nome no noticiário de TV em 13 de 14 categorias, entre elas "o mais confiável".
FONTE : www.ig.com.br
quarta-feira, julho 01, 2009
sábado, junho 27, 2009
''Imprensa já não tem o poder que tinha'', diz Lula
''Imprensa já não tem o poder que tinha'', diz presidente
Lula afirma que, antes da internet, detentores da informação "podiam dar golpe de Estado"
Elder Ogliari
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que a humanidade vive um momento revolucionário por causa das transformações que a internet trouxe à comunicação. "A imprensa já não tem o poder que tinha há alguns anos atrás", avaliou, para afirmar que "a informação já não é mais uma coisa seletiva" como quando seus detentores "podiam dar um golpe de Estado". O discurso, feito aos participantes do 10º Fórum Internacional do Software Livre, em Porto Alegre, foi aplaudido diversas vezes.
Segundo Lula, noticiários eletrônicos da noite já estão velhos no dia seguinte. "O jornal (impresso) fica tão velho que todos os jornais criaram blogs para informarem seus leitores junto com os internautas do mundo inteiro".
FONTE: O Estado de Sp
27 06 2009
Lula afirma que, antes da internet, detentores da informação "podiam dar golpe de Estado"
Elder Ogliari
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que a humanidade vive um momento revolucionário por causa das transformações que a internet trouxe à comunicação. "A imprensa já não tem o poder que tinha há alguns anos atrás", avaliou, para afirmar que "a informação já não é mais uma coisa seletiva" como quando seus detentores "podiam dar um golpe de Estado". O discurso, feito aos participantes do 10º Fórum Internacional do Software Livre, em Porto Alegre, foi aplaudido diversas vezes.
Segundo Lula, noticiários eletrônicos da noite já estão velhos no dia seguinte. "O jornal (impresso) fica tão velho que todos os jornais criaram blogs para informarem seus leitores junto com os internautas do mundo inteiro".
FONTE: O Estado de Sp
27 06 2009
terça-feira, junho 23, 2009
DICAS PARA ESTAGIÁRIOS
Esse POST fala diretamente aos estagiários de Publicidade, mas com jeitinho você pode adaptá-lo para a sua área profissional.
O autor é Carlos Henrique Vilela do Site : CHMKT
Dicas para estagiários que querem ser contratados
Se você faz estágio em agência e deseja ser efetivado, tem 2 opções: esperar que a oportunidade de contratação caia do céu - e isso gera um nível de ansiedade altíssimo e desnecessário, com desgaste provavelmente em vão. Ou você pode conduzir o processo, criando condições para que seu chefe não tenha outra opção, a não ser contratá-lo.
Para ajudar nesse processo, a Advertising Age publicou 5 dicas bem interessantes que, se colocadas em prática, vão aumentar e muito as suas chances de começar uma carreira profissional já fazendo a diferença. São elas:
1 - Encontre projetos: O estagiário que senta na mesa e espera pelos projetos é aquele que será dispensado em questão de meses. Lembre-se que sempre há algum trabalho que pode ser feito. Não pare enquanto não encontrar um. No final do dia, você terá aprendido muito mais do que se ficasse no Facebook o dia todo.
2 - Faça uma lista: No seu primeiro dia como estagiário, crie uma planilha de Excel com seus projetos. À cada novo projeto, você atualiza sua lista. Inclua todos os detalhes possíveis. Por exemplo, o nome do projeto, com que você trabalhou, quais recursos foram usados, as novas habilidades que você aprendeu, quais softwares e ferramentas foram usados, prazo, feedback, etc. No final do estágio, você terá uma lista detalhada de todas as coisas importantes que fez.
3 - Reporte seu progresso: Não há nada de errado em manter o seu chefe atualizado. No final da semana, dê uma olhada na sua lista e escreva um e-mail com todos os projetos em que está envolvido, os prazos, o que você já completou ou não, e mostre que deseja fazer mais. Isso ajudará seu supervisor a monitorar seu progresso, além de mostrar que você é uma pessoa dedicada e proativa.
4 – Arrase nos treinos: Ser estagiário é como ser reserva em um time de basquete. Os melhores estagiários são aqueles que arrasam no aquecimento e convertem todas as cestas. Eles são informados e bem preparados, e melhor: criativos e curiosos. Eles fazem perguntas. Eles dedicam tempo e pensamentos para cada projeto, e tem idéias para melhorá-los. Quando for chamado para o jogo, mostre a eles para que veio. É sua grande chance.
5 - Torne-se um especialista: Talvez você seja um conhecedor das redes sociais. Talvez você tenha pesquisado tudo sobre um cliente e tem um sólido domínio do que foi trabalhado naquele segmento no passado. Talvez você tenha desenvolvido um ótimo relacionamento com a conta na qual vem trabalhando. Seja o que for, encontre uma maneira de aumentar seu valor na empresa. Saiba ou seja algo que ninguém lá dentro seja.
Tudo o que foi falado aqui parece ser mais fácil dito do que feito. Na verdade, são pontos muito simples de serem praticados. O importante é que, como estagiário, você tem uma oportunidade fantástica de provar qual o seu valor. Seja lá o que você faz, trabalhe duro e tenha sempre uma atitude positiva. Assim, com crise ou sem crise, suas chances de ser contratado vão ás alturas.
O autor é Carlos Henrique Vilela do Site : CHMKT
Dicas para estagiários que querem ser contratados
Se você faz estágio em agência e deseja ser efetivado, tem 2 opções: esperar que a oportunidade de contratação caia do céu - e isso gera um nível de ansiedade altíssimo e desnecessário, com desgaste provavelmente em vão. Ou você pode conduzir o processo, criando condições para que seu chefe não tenha outra opção, a não ser contratá-lo.
Para ajudar nesse processo, a Advertising Age publicou 5 dicas bem interessantes que, se colocadas em prática, vão aumentar e muito as suas chances de começar uma carreira profissional já fazendo a diferença. São elas:
1 - Encontre projetos: O estagiário que senta na mesa e espera pelos projetos é aquele que será dispensado em questão de meses. Lembre-se que sempre há algum trabalho que pode ser feito. Não pare enquanto não encontrar um. No final do dia, você terá aprendido muito mais do que se ficasse no Facebook o dia todo.
2 - Faça uma lista: No seu primeiro dia como estagiário, crie uma planilha de Excel com seus projetos. À cada novo projeto, você atualiza sua lista. Inclua todos os detalhes possíveis. Por exemplo, o nome do projeto, com que você trabalhou, quais recursos foram usados, as novas habilidades que você aprendeu, quais softwares e ferramentas foram usados, prazo, feedback, etc. No final do estágio, você terá uma lista detalhada de todas as coisas importantes que fez.
3 - Reporte seu progresso: Não há nada de errado em manter o seu chefe atualizado. No final da semana, dê uma olhada na sua lista e escreva um e-mail com todos os projetos em que está envolvido, os prazos, o que você já completou ou não, e mostre que deseja fazer mais. Isso ajudará seu supervisor a monitorar seu progresso, além de mostrar que você é uma pessoa dedicada e proativa.
4 – Arrase nos treinos: Ser estagiário é como ser reserva em um time de basquete. Os melhores estagiários são aqueles que arrasam no aquecimento e convertem todas as cestas. Eles são informados e bem preparados, e melhor: criativos e curiosos. Eles fazem perguntas. Eles dedicam tempo e pensamentos para cada projeto, e tem idéias para melhorá-los. Quando for chamado para o jogo, mostre a eles para que veio. É sua grande chance.
5 - Torne-se um especialista: Talvez você seja um conhecedor das redes sociais. Talvez você tenha pesquisado tudo sobre um cliente e tem um sólido domínio do que foi trabalhado naquele segmento no passado. Talvez você tenha desenvolvido um ótimo relacionamento com a conta na qual vem trabalhando. Seja o que for, encontre uma maneira de aumentar seu valor na empresa. Saiba ou seja algo que ninguém lá dentro seja.
Tudo o que foi falado aqui parece ser mais fácil dito do que feito. Na verdade, são pontos muito simples de serem praticados. O importante é que, como estagiário, você tem uma oportunidade fantástica de provar qual o seu valor. Seja lá o que você faz, trabalhe duro e tenha sempre uma atitude positiva. Assim, com crise ou sem crise, suas chances de ser contratado vão ás alturas.
As dez boas práticas para estudantes de jornalismo com relação a redes sociais
O Mashable listou na semana passada dez boas práticas para estudantes de jornalismo com relação a redes sociais. Vale a pena dar uma olhada no post inteiro. Mas antecipo a lista (ainda que agora o diploma de jornalismo não valha mais muita coisa):
1 - Promoção de conteúdo, via Twitter, por exemplo
2 - Entrevista, via Facebook, ou Skype
3 - Pesquisa e coleta de notícias
4 - Crowdsourcing - o poder do esforço coletivo para resolver questões e desenvolver idéias
5 - Publicações de conteúdos jornalísticos exclusivamente via redes sociais
6 - Integração (por exemplo CoveritLive + Twitter + Qik)
7 - Construção de comunidade
8 - Marca pessoal (o texto fala que vale mais para estudantes do que para profissionais, que se utilizam das marcas para quais trabalham)
9 - Ética (lembra o perigo de participar de comunidades que não pegam muito bem para empregadores)
10 - Experimentação (usar, abusar, mesclar as diversas e crescentes plataformas de produção, publicação e compartilhamento de conteúdo online).
A dica é do Blog Rede e Mídia VIA TWITTER
1 - Promoção de conteúdo, via Twitter, por exemplo
2 - Entrevista, via Facebook, ou Skype
3 - Pesquisa e coleta de notícias
4 - Crowdsourcing - o poder do esforço coletivo para resolver questões e desenvolver idéias
5 - Publicações de conteúdos jornalísticos exclusivamente via redes sociais
6 - Integração (por exemplo CoveritLive + Twitter + Qik)
7 - Construção de comunidade
8 - Marca pessoal (o texto fala que vale mais para estudantes do que para profissionais, que se utilizam das marcas para quais trabalham)
9 - Ética (lembra o perigo de participar de comunidades que não pegam muito bem para empregadores)
10 - Experimentação (usar, abusar, mesclar as diversas e crescentes plataformas de produção, publicação e compartilhamento de conteúdo online).
A dica é do Blog Rede e Mídia VIA TWITTER
sexta-feira, junho 19, 2009
LOST no jornalismo?
TV boliviana pasa imágenes de serie 'Lost' y las presenta como caída del Air France
Engaño sobre la tragedia. Un noticiero transmitió fotos del supuesto momento en que la nave modelo Airbus parte antes de caer al Atlántico.
AQUI
Engaño sobre la tragedia. Un noticiero transmitió fotos del supuesto momento en que la nave modelo Airbus parte antes de caer al Atlántico.
AQUI
quarta-feira, maio 20, 2009
Sites sobre o mundo - onde há dados confiáveis sobre países na rede
Informações confiáveis na internet valem ouro - ou dólares, para jornalistas das editorias internacionais. Por isso, para esses profissionais, ter portos seguros na web para encontrar dados dos países sobre os quais irão escrever é fundamental. Para facilitar a tarefa, segue uma lista com os links mais usados nas redações:
- CIA World Factbook - Informações precisas compiladas pela agência de inteligência americana, atualizadas em 14 de maio de 2009. É a fonte mais completa, com mapas, história etc. Em inglês.
- BBC Country Profiles - O conglomerado de comunicações britânico tem esse belo site, que abrange também instituições como ONU e Liga Árabe, em linguagem e interface mais amigáveis do que o do CIA. Em inglês e francês.
- The Economist Country Brifiengs - A revista britânica traz um conteúdo reflexivo que reúne artigos, antecedentes e previsões compiladas pelo banco de dados Economist Intelligence Unit. Em inglês.
- IBGE Países - O IBGE tem esse site com um visual bem desenhado e boas opções de comparação entre países e download por excel. Em português, inglês e espanhol.
- Banco Mundial Países - Um mundo de informações reunidas pelo Bird sobre comércio, desenvolvimento, população etc. Em inglês.
A redatora da Editoria Mundo do GLOBO Sabrina Valle também indica o site da agência de notícias Reuters, que em coberturas mais quentes também faz infográficos com vários dados necessários. Ah, ela também desaconselha o uso da Wikipedia na apuração...
Via twitter
- CIA World Factbook - Informações precisas compiladas pela agência de inteligência americana, atualizadas em 14 de maio de 2009. É a fonte mais completa, com mapas, história etc. Em inglês.
- BBC Country Profiles - O conglomerado de comunicações britânico tem esse belo site, que abrange também instituições como ONU e Liga Árabe, em linguagem e interface mais amigáveis do que o do CIA. Em inglês e francês.
- The Economist Country Brifiengs - A revista britânica traz um conteúdo reflexivo que reúne artigos, antecedentes e previsões compiladas pelo banco de dados Economist Intelligence Unit. Em inglês.
- IBGE Países - O IBGE tem esse site com um visual bem desenhado e boas opções de comparação entre países e download por excel. Em português, inglês e espanhol.
- Banco Mundial Países - Um mundo de informações reunidas pelo Bird sobre comércio, desenvolvimento, população etc. Em inglês.
A redatora da Editoria Mundo do GLOBO Sabrina Valle também indica o site da agência de notícias Reuters, que em coberturas mais quentes também faz infográficos com vários dados necessários. Ah, ela também desaconselha o uso da Wikipedia na apuração...
Via twitter
DICA DE VÍDEO : Uma análise da revolução da mídia participativa e as conseqüências para o futuro com Henry Jerkyns
Entrevista de Henry Jerkyns para o Programa Milênio em Março de 2009.
Os criadores de mídia estão transformando a cultura contemporânea. Henry Jenkins, teórico da mídia, aponta os caminhamos para um mundo onde o cinema vai perder a posição de líder do entretenimento.
FONTE: Via Twitter alexprimo
Os criadores de mídia estão transformando a cultura contemporânea. Henry Jenkins, teórico da mídia, aponta os caminhamos para um mundo onde o cinema vai perder a posição de líder do entretenimento.
FONTE: Via Twitter alexprimo
Luisa, do Rio, oferece 13 mil dólares para trabalhar de graça como jornalista.
A notícia completa está no site da lucia guimarães. Por muitos anos Lucia Guimarães fez parte da equipe do Manhattan Connection . Atualmente, colabora com o Programa Saia Justa , do GNT e escreve no estado de SP.
" Uma jovem carioca, Luisa Borges, ofereceu 13 mil dólares pelo privilégio de fazer um estágio de verão no site fundado por Arianna Huffington. O Huffngton Post emprega menos de 30 jornalistas e se alimenta principalmente de textos escritos de graça por deconhecidos ou celebridades. O leilão continua até 28 de maio, o próximo lance mínimo deve ser de 15.500 dólares". Estória completa aqui!
" Uma jovem carioca, Luisa Borges, ofereceu 13 mil dólares pelo privilégio de fazer um estágio de verão no site fundado por Arianna Huffington. O Huffngton Post emprega menos de 30 jornalistas e se alimenta principalmente de textos escritos de graça por deconhecidos ou celebridades. O leilão continua até 28 de maio, o próximo lance mínimo deve ser de 15.500 dólares". Estória completa aqui!
Holanda vai pagar para jovens jornalistas
A Holanda vai pagar os salários dos 60 jovens jornalistas que irão prestar serviços em diversos periódicos publicados por empresas privadas. O governo holandês reservou mais de 4 milhões de euros para o projeto, que vai durar dois anos. Durante este período, vários jornais do país poderão utilizar os serviços de dois destes jornalistas subsidiados com os salários. O ministro holandês da Comunicação, Ronald Plasterk, explicou que a medida responde ao fato de que os jornalistas são frequentemente os mais jovens os primeiros a perder os seus empregos quando há cortes. A sua carteira tem ainda outros 8 mil milhões de euros para gastar com novas medidas para salvar o setor.
FONTE: 233GRADOS
FONTE: 233GRADOS
quinta-feira, maio 07, 2009
PARA SALVAR O JORNALISMO
Na home do "New York Times", "Amazon apresenta um Kindle de tela grande". É uma versão maior de seu leitor de livros, agora também para jornais. Em acordo com a empresa de comércio eletrônico, "NYT" e "Washington Post" vão oferecer o aparelho aos leitores, com desconto. O custo inicial é de US$ 489.
Visa a "salvar o jornalismo", destacou o "New York Observer", registrando a reação do "publisher" do "NYT", Arthur Sulzberger Jr., sobre o aparelho: "Maravilhoso". Contido, o "WSJ", que desenvolve aparelho concorrente, de título para a "tela maior".
"AINDA PEQUENO"
Nas "primeiras impressões" do próprio "NYT", em crítica de Damon Karlin, "ele ainda parece pequeno" e "não se sente como um jornal".
No título do site PC World, cobrando mais "flexibilidade" na apresentação das notícias, "Por que o Kindle DX não vai salvar os jornais".
"UM GRANDE PASSO"
A crítica mais positiva veio do site Gizmodo. Por exemplo, "a tela maior não é só efeito cosmético" e ajuda na funcionalidade. Agora professores e alunos podem distribuir PDFs antes vetados tecnicamente. Mas o crítico Wilson Rothman vê como "tênue" o vínculo com jornais.
FONTE: Coluna Nelson de Sá
Folha de Sp - 07 05 2009
sexta-feira, maio 01, 2009
GUIA DE COBERTURA JORNALÍSTICA PARA GRIPE SUINA 2
Guía de cubrimiento de la influenza porcina
La FNPI y La Iniciativa de la Comunicación recomiendan a los periodistas consultar las opciones de información acerca de cómo cubrir la influenza porcina que están disponibles en el sitio de Red Salud, una comunidad de práctica creada por iniciativa de ambas instituciones, junto con la Organización Panamericana de la Salud (OPS).
Hemos seleccionado una primera serie de vínculos a distintas guías y manuales con conceptos, recomendaciones y herramientas sobre cómo cubrir de manera profesional y responsable los hechos y la evolución de la influenza porcina.
Preguntas más frecuentes sobre la Influenza Porcina
Documento de la Organización Panamericana de la Salud (OPS) que de manera clara resume los aspectos más importantes que se deben saber sobre la Influenza Porcina.
http://www.comminit.com/es/node/290852
Gripe porcina: preguntas frecuentes
La Organización Mundial de la Salud (OMS), que coordina la respuesta mundial a los casos de gripe porcina A (H1N1) notificados en humanos y monitorea la amenaza de una pandemia, ofrece en su página web un documento sobre las preguntas que surgen ante esta enfermedad.
http://www.comminit.com/es/node/290855
Influenza Porcina
Sitio con información básica de la Dirección General de Promoción de la Salud / México.
http://www.comminit.com/en/node/290938
Datos importantes sobre la influenza porcina (gripe porcina) – Centers for Disease Control and Prevention
Define qué es la gripa porcina y cómo se contrae.
http://www.comminit.com/en/node/290941
Manual para periodistas: Comunicación sobre brotes epidémicos
Este manual tiene como referencia la pandemia de gripe o influencia aviar, pero responde a la necesidad de los profesionales de la información de contar con parámetros adecuados para el cubrimiento de otro tipo de pandemias similares.
http://www.comminit.com/es/node/173942
Pandemia de gripe: manual de la OMS para periodistas
La Organización Mundial de la Salud (OMS) ha publicado un nuevo recurso para ayudar a periodistas a aclarar la ciencia detrás de la gripe aviar y otros brotes de influenza.
http://www.comminit.com/es/node/173298
Guía informativa para comunicadores sobre la posible pandemia de influenza
Esta guía brinda la información necesaria para entender el problema, identificar sus consecuencias, y dar a conocer los componentes del Plan Nacional de Preparación y Respuesta ante una Pandemia de Influenza del estado Mexicano.
http://www.comminit.com/es/node/275711
La influenza pandémica y la comunicación de riesgo
Expertos y periodistas especializados en temas de salud ven la necesidad de impedir desastres y de dar un sonido de alarma con respecto a la influenza aviar.
http://www.comminit.com/es/node/196600
Periodismo preventivo y cobertura de situaciones de riesgo
Esta publicación pretende servir como punto de referencia para periodistas de diferentes segmentos de los medios de comunicación, a la hora de realizar coberturas de carácter preventivo, de situaciones de riesgo o de crisis.
http://www.comminit.com/en/node/290932
Herramientas de preparación para comunicadotes. Anticiparse a la pandemia de influenza. Un enfoque de promoción de la salud
Recurso didáctico para comunicadores de la Dirección General de Promoción de la Salud / México.
http://www.comminit.com/en/node/290937
Alerta y Respuesta ante Epidemias y Pandemias (EPR)
La Organización Mundial de la Salud (OMS) sobre gripe porcina A (H1N1) y da seguimiento a la evolución de la situación.
http://www.comminit.com/es/node/290853
Medidas preventivas – Portal informativo sobre la Influenza del Gobierno Federal de México
Presenta recomendaciones para prevenir el contagio.
http://www.comminit.com/en/node/290945
Planifique y Prepárese - PandemicFlu.gov - Sitio del gobierno de Estados Unidos
En estas páginas se brinda información para ayudar a que cada sector de la sociedad, desde el gobierno federal, estatal y local, hasta individuos y familias, participe en nuestros esfuerzos de planificación nacional.
http://www.comminit.com/en/node/290943
Kit para prepararse contra una Pandemia de Influenza
Este material busca incrementar la conciencia de las personas sobre la pandemia de influenza, de forma tal que se puedan tomar las medidas preventivas adecuadas para protegerse.
http://www.comminit.com/es/node/174438
Reducción del impacto de la próxima pandemia de influenza utilizando intervenciones de salud pública basadas en los hogares
Contenido publicado en la revista médica internacional PloS Medicine que determina la efectividad de medidas preventivas que las comunidades pueden implementar.
http://www.comminit.com/es/node/196522
OTRAS FUENTES:
Gripe porcina: respuestas a sus dudas – BBC
Preguntas desde México y otros países de América Latina.
http://www.bbc.co.uk/mundo/participe/2009/04/090429_participe_gripe_experta_am.shtml
Fases de una pandemia – BBC Mundo
La Organización Mundial de la Salud (OMS) establece seis fases de alerta pandémica cuando un virus se convierte en una amenaza.
http://www.bbc.co.uk/mundo/internacional/2009/04/090428_1218_gripe_porcina_fases_mr.shtml
¿Cuáles son los signos o síntomas para sospechar de Influenza?
Información sobre síntomas y recomendaciones para la población en general del Gobierno Federal de México.
http://www.e-mexico.gob.mx/wb2/eMex/eMex_Cuales_son_los_signos_o_sintomas_para_sospech
Señales de Alerta - El Universal de México
Recomendaciones y una tabla con información sobre las diferencias entre el catarro común y la influenza.
http://www.eluniversal.com.mx/graficos/pdf09/tablainfluenza2.pdf
Cómo cubrir la gripe porcina, en momentos en que más países declaran emergencias sanitarias
Este documento de Knight Center for Journalism in the Americas dirige a sitios web de organizaciones que están proporcionando recursos para periodistas.
http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=es/node/3772
FONTE: FNPI y La Iniciativa de la Comunicación
La FNPI y La Iniciativa de la Comunicación recomiendan a los periodistas consultar las opciones de información acerca de cómo cubrir la influenza porcina que están disponibles en el sitio de Red Salud, una comunidad de práctica creada por iniciativa de ambas instituciones, junto con la Organización Panamericana de la Salud (OPS).
Hemos seleccionado una primera serie de vínculos a distintas guías y manuales con conceptos, recomendaciones y herramientas sobre cómo cubrir de manera profesional y responsable los hechos y la evolución de la influenza porcina.
Preguntas más frecuentes sobre la Influenza Porcina
Documento de la Organización Panamericana de la Salud (OPS) que de manera clara resume los aspectos más importantes que se deben saber sobre la Influenza Porcina.
http://www.comminit.com/es/node/290852
Gripe porcina: preguntas frecuentes
La Organización Mundial de la Salud (OMS), que coordina la respuesta mundial a los casos de gripe porcina A (H1N1) notificados en humanos y monitorea la amenaza de una pandemia, ofrece en su página web un documento sobre las preguntas que surgen ante esta enfermedad.
http://www.comminit.com/es/node/290855
Influenza Porcina
Sitio con información básica de la Dirección General de Promoción de la Salud / México.
http://www.comminit.com/en/node/290938
Datos importantes sobre la influenza porcina (gripe porcina) – Centers for Disease Control and Prevention
Define qué es la gripa porcina y cómo se contrae.
http://www.comminit.com/en/node/290941
Manual para periodistas: Comunicación sobre brotes epidémicos
Este manual tiene como referencia la pandemia de gripe o influencia aviar, pero responde a la necesidad de los profesionales de la información de contar con parámetros adecuados para el cubrimiento de otro tipo de pandemias similares.
http://www.comminit.com/es/node/173942
Pandemia de gripe: manual de la OMS para periodistas
La Organización Mundial de la Salud (OMS) ha publicado un nuevo recurso para ayudar a periodistas a aclarar la ciencia detrás de la gripe aviar y otros brotes de influenza.
http://www.comminit.com/es/node/173298
Guía informativa para comunicadores sobre la posible pandemia de influenza
Esta guía brinda la información necesaria para entender el problema, identificar sus consecuencias, y dar a conocer los componentes del Plan Nacional de Preparación y Respuesta ante una Pandemia de Influenza del estado Mexicano.
http://www.comminit.com/es/node/275711
La influenza pandémica y la comunicación de riesgo
Expertos y periodistas especializados en temas de salud ven la necesidad de impedir desastres y de dar un sonido de alarma con respecto a la influenza aviar.
http://www.comminit.com/es/node/196600
Periodismo preventivo y cobertura de situaciones de riesgo
Esta publicación pretende servir como punto de referencia para periodistas de diferentes segmentos de los medios de comunicación, a la hora de realizar coberturas de carácter preventivo, de situaciones de riesgo o de crisis.
http://www.comminit.com/en/node/290932
Herramientas de preparación para comunicadotes. Anticiparse a la pandemia de influenza. Un enfoque de promoción de la salud
Recurso didáctico para comunicadores de la Dirección General de Promoción de la Salud / México.
http://www.comminit.com/en/node/290937
Alerta y Respuesta ante Epidemias y Pandemias (EPR)
La Organización Mundial de la Salud (OMS) sobre gripe porcina A (H1N1) y da seguimiento a la evolución de la situación.
http://www.comminit.com/es/node/290853
Medidas preventivas – Portal informativo sobre la Influenza del Gobierno Federal de México
Presenta recomendaciones para prevenir el contagio.
http://www.comminit.com/en/node/290945
Planifique y Prepárese - PandemicFlu.gov - Sitio del gobierno de Estados Unidos
En estas páginas se brinda información para ayudar a que cada sector de la sociedad, desde el gobierno federal, estatal y local, hasta individuos y familias, participe en nuestros esfuerzos de planificación nacional.
http://www.comminit.com/en/node/290943
Kit para prepararse contra una Pandemia de Influenza
Este material busca incrementar la conciencia de las personas sobre la pandemia de influenza, de forma tal que se puedan tomar las medidas preventivas adecuadas para protegerse.
http://www.comminit.com/es/node/174438
Reducción del impacto de la próxima pandemia de influenza utilizando intervenciones de salud pública basadas en los hogares
Contenido publicado en la revista médica internacional PloS Medicine que determina la efectividad de medidas preventivas que las comunidades pueden implementar.
http://www.comminit.com/es/node/196522
OTRAS FUENTES:
Gripe porcina: respuestas a sus dudas – BBC
Preguntas desde México y otros países de América Latina.
http://www.bbc.co.uk/mundo/participe/2009/04/090429_participe_gripe_experta_am.shtml
Fases de una pandemia – BBC Mundo
La Organización Mundial de la Salud (OMS) establece seis fases de alerta pandémica cuando un virus se convierte en una amenaza.
http://www.bbc.co.uk/mundo/internacional/2009/04/090428_1218_gripe_porcina_fases_mr.shtml
¿Cuáles son los signos o síntomas para sospechar de Influenza?
Información sobre síntomas y recomendaciones para la población en general del Gobierno Federal de México.
http://www.e-mexico.gob.mx/wb2/eMex/eMex_Cuales_son_los_signos_o_sintomas_para_sospech
Señales de Alerta - El Universal de México
Recomendaciones y una tabla con información sobre las diferencias entre el catarro común y la influenza.
http://www.eluniversal.com.mx/graficos/pdf09/tablainfluenza2.pdf
Cómo cubrir la gripe porcina, en momentos en que más países declaran emergencias sanitarias
Este documento de Knight Center for Journalism in the Americas dirige a sitios web de organizaciones que están proporcionando recursos para periodistas.
http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=es/node/3772
FONTE: FNPI y La Iniciativa de la Comunicación
GUIA DE COBERTURA JORNALÍSTICA PARA GRIPE SUINA
Várias organizações fornecem recursos para jornalistas que estão cobrindo o surto da gripe suína:
* O Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos tem um site na internet com dados e estatísticas sobre o surto em inglês. Além disso, o governo americano criou um site especial, onde reúne informações sobre a gripe suína, disponível em inglês e espanhol.
* A Organização Mundial da Saúde também traz informações em inglês e espanhol.
* A Association of Health Care Journalists disponibiliza
documento sobre gripe aviária e pandemias de influenza (arquivo em PDF). O seu guia sobre recursos para cobrir a gripe suína, pandemias e estados de prevenção contém alguns links, disponíveis apenas para membros, mas muitos outros acessíveis para todos os jornalistas.
* Al Tompkins, do Poynter.org, publica material explicativo sobre a doença e links para fatos-chave da gripe suína e conselhos para as pessoas (em espanhol), disponibilizados pelo Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos.
* A Caixa de Ferramentas para Jornalistas (em inglês), da Society of Professional Journalists, oferece uma lista de sites relacionados com o tema da saúde, além de outros recursos para repórteres.
* O Google Maps localiza as pessoas que contraíram o vírus H1N1.
FONTE: KNIGHT CENTER
* O Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos tem um site na internet com dados e estatísticas sobre o surto em inglês. Além disso, o governo americano criou um site especial, onde reúne informações sobre a gripe suína, disponível em inglês e espanhol.
* A Organização Mundial da Saúde também traz informações em inglês e espanhol.
* A Association of Health Care Journalists disponibiliza
documento sobre gripe aviária e pandemias de influenza (arquivo em PDF). O seu guia sobre recursos para cobrir a gripe suína, pandemias e estados de prevenção contém alguns links, disponíveis apenas para membros, mas muitos outros acessíveis para todos os jornalistas.
* Al Tompkins, do Poynter.org, publica material explicativo sobre a doença e links para fatos-chave da gripe suína e conselhos para as pessoas (em espanhol), disponibilizados pelo Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos.
* A Caixa de Ferramentas para Jornalistas (em inglês), da Society of Professional Journalists, oferece uma lista de sites relacionados com o tema da saúde, além de outros recursos para repórteres.
* O Google Maps localiza as pessoas que contraíram o vírus H1N1.
FONTE: KNIGHT CENTER
Mudança Editorial na Folha de SP
Folha de S. Paulo dá início a mudança editorial
Jornal terá de 'trazer informação exclusiva, ampliar carga de interpretação e análise e ser conciso e claro'
Com o objetivo de dar início a uma mudança editorial, o diretor de redação da Folha de S. Paulo, Otavio Frias Filho, e a editora-executiva, Eleonora de Lucena, enviaram e-mail à redação para apresentar as diretrizes que vão “nortear as ações na produção e edição da Folha”. O jornal terá que trazer “informação exclusiva”, ampliar “a carga de interpretação e análise” e ser “conciso e claro”.
“Com esse projeto - que será desdobrado em várias medidas práticas -, busca-se reforçar os pilares do Projeto Editorial: praticar um jornalismo plural, crítico, apartidário e independente”, escrevem os dois na mensagem enviada na semana passada.
Conheça as diretrizes para a realização da mudança editorial:
1. Organizar a pauta selecionando mais os assuntos e priorizando as abordagens exclusivas dos fatos de relevo. Buscar o furo como prioridade máxima. Ter um planejamento de médio e longo prazo para desenvolvimento de pautas mais abrangentes;
2. Na produção, cuidar para ampliar o número de fontes, buscar o contraditório e sempre entender o contexto e os interesses que cercam a notícia. Não hesitar em pautar histórias que revigorem o prazer da leitura;
3. Na elaboração dos textos, trabalhar com concisão e didatismo. Observar a necessidade de a redação ter:
a) frases e parágrafos curtos (máximo de 10 linhas justificadas),
b) uso de aspas apenas quando houver relevância ou quando declaração for curiosa;
c) emprego de números e cifras com mais critério, lembrando sempre de relacionar a parte e o todo,
d) preocupação com as nuances, os matizes de argumentos e fatos, fazendo relatos com fidelidade, sem tentar enquadrá-los em categorias preconcebidas,
e) a memória do caso e suas inter-relações,
f) narração clara e fácil, evitando jargões;
g) conexão com a vida prática dos leitores;
4. Na edição, ter a preocupação de oferecer um produto mais compacto e integrado, sem reduzir espaço reservado a artes e fotos. É necessário reforçar a hierarquia nas páginas. Ajuste gráfico em curso auxiliará nessa tarefa. É preciso dar visibilidade ao “outro lado” e usar com mais frequência recursos como:
a) “análise”,
b) “perguntas e respostas” / “para entender o caso”,
c) “quem ganha e quem perde”,
d) “saiba mais”,
e) “e eu com isso?”
FONTE: Comunique-se
Master em Jornalismo
Jornal terá de 'trazer informação exclusiva, ampliar carga de interpretação e análise e ser conciso e claro'
Com o objetivo de dar início a uma mudança editorial, o diretor de redação da Folha de S. Paulo, Otavio Frias Filho, e a editora-executiva, Eleonora de Lucena, enviaram e-mail à redação para apresentar as diretrizes que vão “nortear as ações na produção e edição da Folha”. O jornal terá que trazer “informação exclusiva”, ampliar “a carga de interpretação e análise” e ser “conciso e claro”.
“Com esse projeto - que será desdobrado em várias medidas práticas -, busca-se reforçar os pilares do Projeto Editorial: praticar um jornalismo plural, crítico, apartidário e independente”, escrevem os dois na mensagem enviada na semana passada.
Conheça as diretrizes para a realização da mudança editorial:
1. Organizar a pauta selecionando mais os assuntos e priorizando as abordagens exclusivas dos fatos de relevo. Buscar o furo como prioridade máxima. Ter um planejamento de médio e longo prazo para desenvolvimento de pautas mais abrangentes;
2. Na produção, cuidar para ampliar o número de fontes, buscar o contraditório e sempre entender o contexto e os interesses que cercam a notícia. Não hesitar em pautar histórias que revigorem o prazer da leitura;
3. Na elaboração dos textos, trabalhar com concisão e didatismo. Observar a necessidade de a redação ter:
a) frases e parágrafos curtos (máximo de 10 linhas justificadas),
b) uso de aspas apenas quando houver relevância ou quando declaração for curiosa;
c) emprego de números e cifras com mais critério, lembrando sempre de relacionar a parte e o todo,
d) preocupação com as nuances, os matizes de argumentos e fatos, fazendo relatos com fidelidade, sem tentar enquadrá-los em categorias preconcebidas,
e) a memória do caso e suas inter-relações,
f) narração clara e fácil, evitando jargões;
g) conexão com a vida prática dos leitores;
4. Na edição, ter a preocupação de oferecer um produto mais compacto e integrado, sem reduzir espaço reservado a artes e fotos. É necessário reforçar a hierarquia nas páginas. Ajuste gráfico em curso auxiliará nessa tarefa. É preciso dar visibilidade ao “outro lado” e usar com mais frequência recursos como:
a) “análise”,
b) “perguntas e respostas” / “para entender o caso”,
c) “quem ganha e quem perde”,
d) “saiba mais”,
e) “e eu com isso?”
FONTE: Comunique-se
Master em Jornalismo
quarta-feira, abril 08, 2009
Mapa dos mais influentes da internet
Todos os anos, a Information Architects elabora um mapa de tendências da internet usando como referência o metrô de Tóquio. O estudo mapeia os 333 domínios e as 111 pessoas de maior influência na web e as transfere de acordo com o ranking para o mapa do metrô. Por exemplo, este ano o Twitter está na estaçao de Shibuya, que é a com maior movimento.
Para ver o mapa em alta resolução, clique aqui!
A dica é do LikeCool.
FONTE: Bluebus
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