Os dados foram pubicados no Estadão do dia 03/08/2008:
O tamanho da web
1 trillhão
é o total de páginas de internet identificadas pelo Google. O número não inclui páginas duplicadas ou endereços que apontam para a mesma página
1 bilhão
era o número de páginas da web identificadas pelo Google até o ano 2000
26 milhões
de páginas tinham sido indexadas pelo Google em 1998, quando a empresa começou
10 anos
foi o tempo que demorou para chegar ao mercado a interface gráfica do usuário, sistema de computação baseado em imagens, como o Macintosh, da Appple, e o Windows, da Microsoft
30 anos
foi quanto levou para ser lançado um sistema comercial baseado na interface de linguagem natural, em que o computador busca entender o signficado das frases .
FONTE: O ESTADO DE SP
domingo, agosto 03, 2008
sábado, agosto 02, 2008
Jornalismo Móvel - através de um Nokia 95
Revista Época adota conceito de Jornalismo Móvel em São Paulo com repórter fazendo matérias com um celular Nokia N95 pelas ruas da cidade. Através do Urblog da revista Época SP, que entrou no ar esta semana, serão explorados temas vinculados ao espaço urbano. Vídeos, histórias, percepções da cidade serão relatadas diariamente no blog sem um roteiro prévio, sem uma pauta definida. A ideia é mostrar o que foge do olhar pautado dos repórteres. Transmissões ao vivo direto da rua via celular e o uso da tecnologia geotagging associada ao local de produção da matéria faz parte do projeto Urblog.
FONTE: Jornalismo Móvel
FONTE: Jornalismo Móvel
Bolsas para jornalistas em universidades dos Estados Unidos são boa opção para latino-americanos
A experiência de Rosental Alves num programa de Bolsa de Estudos:
Vinte anos atrás, eu terminava uma bolsa de estudos na Universidade de Harvard que seria um divisor de águas na minha carreira e na minha vida. Fui o primeiro brasileiro a conseguir uma bolsa Nieman para jornalistas, um programa que a universidade de Harvard oferece há 70 anos. De lá para cá, outras universidades criaram bolsas similares e todas estão abertas a jornalistas da América Latina e do Caribe.
Graças à Fundação John S. e James L. Knight, pelo menos duas bolsas Nieman estão reservadas todos os anos para jornalistas da América Latina. A Fundação Knight também patrocina bolsas para jornalistas em outras universidades dos Estados Unidos.
Neste mês de agosto, os bolsistas estão chegando a Cambridge, Massachusetts, para os nove meses da classe 2008-09, do ano acadêmico da Nieman Fellowship. Eles vão poder estudar o que quiserem em Harvard e participar de vários programas exclusivos, como seminários semanais na sede da Nieman.
Mas este é também um bom mês para jornalistas pensarem em se candidatar não só à Nieman, mas a pelo menos três outras excelentes bolsas similares oferecidas em universidades americanas de grande prestigio: a Knight Fellowship na Universidade de Stanford; a Knight-Wallace Fellowship na Universidade de Michigan; e a Knight Science Journalism Fellowships no MIT (Massachussetts Institute of Technology).
O que todas elas oferecem é um ano sabático, para você sair das pressões do dia-a-dia da redação e mergulhar num ambiente universitário para crescer intelectualmente. Além de não ter de pagar nada para tomar os cursos que quiser na universidade, você ainda ganha uma ajuda de custo bastante generosa: $60.000 em Harvard, $60.000 em Stanford, $70.000 em Michigan e $55.000 no MIT. Todas dão ainda ajuda para viagem, para casa e para completar seguro saúde.
Para quem estiver interessado em se candidatar a essas bolsas, é importante começar a preparar-se agora mesmo, para poder pensar bem nos detalhes do application, como as cartas de referência, o plano de estudos, o ensaio biográfico, etc. Uma dica importante: os administradores das quatro bolsas gostam de early birds, ou seja, daqueles candidatos que mandam cedo uma boa application, completa e bem organizada. E não dos que deixam para fazer tudo às pressas e mandar em cima da hora.
O trabalho para se candidatar começa com uma pesquisa cuidadosa nos sites das quatro bolsas: Nieman Fellowship at Harvard; Knight Fellowship at Stanford; Knight-Wallace Fellowship at Michigan; e Knight Science Journalism Fellowships at MIT.
No Site do Knight Center você pode encontrar os testemunhos de gente que já viveu a experiência de ser bolsista e de quem ainda vai vivenciar um destes programas.
A dica é do Prof. Rosental Alves
FONTE: Knight Center for Journalism
Vinte anos atrás, eu terminava uma bolsa de estudos na Universidade de Harvard que seria um divisor de águas na minha carreira e na minha vida. Fui o primeiro brasileiro a conseguir uma bolsa Nieman para jornalistas, um programa que a universidade de Harvard oferece há 70 anos. De lá para cá, outras universidades criaram bolsas similares e todas estão abertas a jornalistas da América Latina e do Caribe.
Graças à Fundação John S. e James L. Knight, pelo menos duas bolsas Nieman estão reservadas todos os anos para jornalistas da América Latina. A Fundação Knight também patrocina bolsas para jornalistas em outras universidades dos Estados Unidos.
Neste mês de agosto, os bolsistas estão chegando a Cambridge, Massachusetts, para os nove meses da classe 2008-09, do ano acadêmico da Nieman Fellowship. Eles vão poder estudar o que quiserem em Harvard e participar de vários programas exclusivos, como seminários semanais na sede da Nieman.
Mas este é também um bom mês para jornalistas pensarem em se candidatar não só à Nieman, mas a pelo menos três outras excelentes bolsas similares oferecidas em universidades americanas de grande prestigio: a Knight Fellowship na Universidade de Stanford; a Knight-Wallace Fellowship na Universidade de Michigan; e a Knight Science Journalism Fellowships no MIT (Massachussetts Institute of Technology).
O que todas elas oferecem é um ano sabático, para você sair das pressões do dia-a-dia da redação e mergulhar num ambiente universitário para crescer intelectualmente. Além de não ter de pagar nada para tomar os cursos que quiser na universidade, você ainda ganha uma ajuda de custo bastante generosa: $60.000 em Harvard, $60.000 em Stanford, $70.000 em Michigan e $55.000 no MIT. Todas dão ainda ajuda para viagem, para casa e para completar seguro saúde.
Para quem estiver interessado em se candidatar a essas bolsas, é importante começar a preparar-se agora mesmo, para poder pensar bem nos detalhes do application, como as cartas de referência, o plano de estudos, o ensaio biográfico, etc. Uma dica importante: os administradores das quatro bolsas gostam de early birds, ou seja, daqueles candidatos que mandam cedo uma boa application, completa e bem organizada. E não dos que deixam para fazer tudo às pressas e mandar em cima da hora.
O trabalho para se candidatar começa com uma pesquisa cuidadosa nos sites das quatro bolsas: Nieman Fellowship at Harvard; Knight Fellowship at Stanford; Knight-Wallace Fellowship at Michigan; e Knight Science Journalism Fellowships at MIT.
No Site do Knight Center você pode encontrar os testemunhos de gente que já viveu a experiência de ser bolsista e de quem ainda vai vivenciar um destes programas.
A dica é do Prof. Rosental Alves
FONTE: Knight Center for Journalism
sexta-feira, agosto 01, 2008
Redações online e impressas começam a conviver na Argentina, Equador e Brasil
No blog Cobertura Digital, o jornalista equatoriano Christian Espinoza examina o projeto de integração das redações do jornal argentino Clarín e de sua edição online Clarín.com, explicando a criação de uma Mesa Central e de uma editoria de Notícias Contínuas 24 Horas no Clarín.
Espinoza, consultor do Diario Hoy, de Quito, diz que a proximidade entre as mesas de edição impressa e online do Hoy já criou sinergias valorosas para ambas as publicações.
No Brasil, segundo o blog Innovations in Newspapers, da consultoria Innovation, o jornal Correio da Bahia também está integrando suas redações impressa e online. Tradicionalmente identificado com a corrente política do falecido senador Antonio Carlos Magalhães, o jornal iniciou no ano passado uma série de reformas para afastar o viés político, segundo o Comunique-se.
FONTE: Comunique-se
Espinoza, consultor do Diario Hoy, de Quito, diz que a proximidade entre as mesas de edição impressa e online do Hoy já criou sinergias valorosas para ambas as publicações.
No Brasil, segundo o blog Innovations in Newspapers, da consultoria Innovation, o jornal Correio da Bahia também está integrando suas redações impressa e online. Tradicionalmente identificado com a corrente política do falecido senador Antonio Carlos Magalhães, o jornal iniciou no ano passado uma série de reformas para afastar o viés político, segundo o Comunique-se.
FONTE: Comunique-se
quarta-feira, julho 30, 2008
Acervo do The Times de 1785 a 1985 está online
O tradicional jornal inglês The Times, publicado diariamente desde 1785, colocou todo o seu arquivo disponível online - gratuitamente - até o ano de 1985. São 200 anos de informações de primeira mão sobre alguns dos mais importantes fatos da história da humanidade. A página do arquivo oferece recursos como uma linha do tempo com fatos relevantes de determinados anos, desde a execução da rainha da França, Maria Antonieta , passando pela prisão de Nelson Mandela em 1964 até o solo de bateria de 20 minutos de John Bonhan em 1973 .
É possível navegar também por citações que aparecem no alto da página, do lado direito. Clicando na citação, chega-se à notícia relacionada. Em duas visualizações, as frases foram " We shall fight on the beaches. We shall fight on the hills. We shall never surrender ", de Winston Churchill; e " The English ministers are fighting with each other; all is perfect anarchy ", de Napoleão Bonaparte.
O The Times não é o pioneiro na iniciativa de colocar seus arquivos na rede. No ano passado o New York Times já tinha feito o mesmo, disponibilizando gratuitamente seus arquivos desde 1987, assim como todo o material publicado de 1851 até 1922, que já era de domínio público. O jornal americano continua cobrando o acesso às notícias publicadas entre 1923 e 1986.
Outra iniciativa semelhante que merece menção é a " Fotogaleria da Biblioteca do Congresso", que publica fotos do acervo da Bilbioteca do Congresso dos EUA no Flickr. Nesse caso, além de disponibilizar gratuitamente o material, a iniciativa serve também para identificar muitas das fotos que têm "muita pouca descrição" .
FONTE: O Globo
É possível navegar também por citações que aparecem no alto da página, do lado direito. Clicando na citação, chega-se à notícia relacionada. Em duas visualizações, as frases foram " We shall fight on the beaches. We shall fight on the hills. We shall never surrender ", de Winston Churchill; e " The English ministers are fighting with each other; all is perfect anarchy ", de Napoleão Bonaparte.
O The Times não é o pioneiro na iniciativa de colocar seus arquivos na rede. No ano passado o New York Times já tinha feito o mesmo, disponibilizando gratuitamente seus arquivos desde 1987, assim como todo o material publicado de 1851 até 1922, que já era de domínio público. O jornal americano continua cobrando o acesso às notícias publicadas entre 1923 e 1986.
Outra iniciativa semelhante que merece menção é a " Fotogaleria da Biblioteca do Congresso", que publica fotos do acervo da Bilbioteca do Congresso dos EUA no Flickr. Nesse caso, além de disponibilizar gratuitamente o material, a iniciativa serve também para identificar muitas das fotos que têm "muita pouca descrição" .
FONTE: O Globo
segunda-feira, julho 28, 2008
CUIL novo sistema de busca
Depois de passar mais de dois anos como o segredo mais bem guardado do vale do silício, o engenho de busca cuil [do gaélico para conhecimento, pronunciado como em cool] está no ar a partir de hoje. segundo a home page e os press-releases espalhados cuidadosamente pela web [veja este aqui em techcrunch] a máquina cobre mais de 120 bilhões de páginas, o que deixa qualquer outro sistema de indexação e busca no chinelo. Pelo que se sabe [por baixo do pano] google indexa 40 bilhões de páginas, apesar de dizer que "sabe" de algo da ordem de um trilhão.
FONTE: BIT A BIT por Sílvio Meira
FONTE: BIT A BIT por Sílvio Meira
sábado, julho 26, 2008
Revista Esquire terá capa especial com tinta eletrônica
Os leitores da revista masculina Esquire terão uma surpresa na edição de setembro: uma capa com um display movido a bateria, com a seguinte mensagem em tinta eletrônica: “o século 21 começa agora”.
No entanto, os leitores não poderão interagir com a tela, que deve deixar de funcionar em 90 dias, quando a bateria acabar.
As informações foram reveladas pelo editor chefe da revista, David Granger, em entrevista ao New York Times.
A nova capa será inserida apenas em 100 mil exemplares da tiragem de 720 mil da revista.
A Esquire firmou um acordo exclusivo com a E Ink - que fornece a tecnologia usada no leitor de e-books Kindle, da Amazon - para utilizar o display com tinta eletrônica até 2009 em revistas impressas.
FONTE: IDG NOW
No entanto, os leitores não poderão interagir com a tela, que deve deixar de funcionar em 90 dias, quando a bateria acabar.
As informações foram reveladas pelo editor chefe da revista, David Granger, em entrevista ao New York Times.
A nova capa será inserida apenas em 100 mil exemplares da tiragem de 720 mil da revista.
A Esquire firmou um acordo exclusivo com a E Ink - que fornece a tecnologia usada no leitor de e-books Kindle, da Amazon - para utilizar o display com tinta eletrônica até 2009 em revistas impressas.
FONTE: IDG NOW
sexta-feira, julho 25, 2008
O Twitter é uma forma de jornalismo?
"Para muitos jornalistas e guardiões da profissão, a idéia de que algum jornalista possa voluntariamente adotar um espaço mais curto é horripilante e burra", escreve o repórter político John Dickerson na mais nova edição da Nieman Reports. Mas, diz ele, o "Twitter não ameaça as tradições do nosso trabalho. Ele acrescenta, em vez de subtrair, ao que nós fazemos."
O Twitter tornou-se uma forma cada vez mais popular de microblog, permitindo que os usuários publiquem mensagens instantâneas para amigos em sua rede de contatos em pequenos textos de até 140 caracteres - mesmo tamanho de uma mensagem instantânea enviada pelo celular.
Mas será que o Twitter é uma forma de jornalismo? O USA Today, nesta semana, o comparou a um hipertransmissor de fofocas. Ao passo que o serviço incha de usuários (de 200 mil em maio de 2007 para 2 milhões hoje), as empresas jornalísticas começam a utilizá-lo para dividir notícias de última hora e jornalistas individuais vêm encontrando nele um lar conveniente para informações que não cabem no impresso. Como observa Dickerson:
"Enquanto passo quase todo o meu tempo na estrada, atualmente, cobrindo as campanhas presidenciais, o Twitter é o lugar perfeito para todas aquelas observações que escrevi nas centenas de bloquinhos que tenho guardados na minha garagem de coberturas de campanhas e outras reportagens ao longo dos anos. Dentro desses blocos estão pequenos pedaços de vida que captei ao longo do caminho. Às vezes, eles fogem demais do assunto ou são inconseqüentes demais para colocar numa reportagem. Às vezes, são pequenas noções ou pensamentos paralelos que se tornam o lead de uma reportagem. Todos eles encontraram seu lar no Twitter."
No Brasil, o programa de entrevistas Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo, abriu um canal para a participação de usuários do Twitter. A cada programa, três usuários do serviço participam no estúdio, contando bastidores do programa e interagindo com os espectadores. O jornalista André Deak, que participou nesta semana, fez em seu blog algumas observações sobre a experiência.
Para obter dicas sobre como usar o Twitter para cobrir eventos ao vivo, veja este texto de Amy Gahran.
Nieman Reports, USA Today
FONTE Knight Center
O Twitter tornou-se uma forma cada vez mais popular de microblog, permitindo que os usuários publiquem mensagens instantâneas para amigos em sua rede de contatos em pequenos textos de até 140 caracteres - mesmo tamanho de uma mensagem instantânea enviada pelo celular.
Mas será que o Twitter é uma forma de jornalismo? O USA Today, nesta semana, o comparou a um hipertransmissor de fofocas. Ao passo que o serviço incha de usuários (de 200 mil em maio de 2007 para 2 milhões hoje), as empresas jornalísticas começam a utilizá-lo para dividir notícias de última hora e jornalistas individuais vêm encontrando nele um lar conveniente para informações que não cabem no impresso. Como observa Dickerson:
"Enquanto passo quase todo o meu tempo na estrada, atualmente, cobrindo as campanhas presidenciais, o Twitter é o lugar perfeito para todas aquelas observações que escrevi nas centenas de bloquinhos que tenho guardados na minha garagem de coberturas de campanhas e outras reportagens ao longo dos anos. Dentro desses blocos estão pequenos pedaços de vida que captei ao longo do caminho. Às vezes, eles fogem demais do assunto ou são inconseqüentes demais para colocar numa reportagem. Às vezes, são pequenas noções ou pensamentos paralelos que se tornam o lead de uma reportagem. Todos eles encontraram seu lar no Twitter."
No Brasil, o programa de entrevistas Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo, abriu um canal para a participação de usuários do Twitter. A cada programa, três usuários do serviço participam no estúdio, contando bastidores do programa e interagindo com os espectadores. O jornalista André Deak, que participou nesta semana, fez em seu blog algumas observações sobre a experiência.
Para obter dicas sobre como usar o Twitter para cobrir eventos ao vivo, veja este texto de Amy Gahran.
Nieman Reports, USA Today
FONTE Knight Center
quinta-feira, julho 24, 2008
KNOL - a Wikipédia do Google
O Google abriu ontem para o publico em geral o Knol, que vinha sendo testado desde dezembro. O serviço reune artigos produzidos pelos usuarios - cada um escreve sobre área que conhece profundamente. Os textos sao assinados - um diferencial em relaçao à Wikipedia, que permite o anonimato. Diferente também da Wikipedia, o Knol nao terá apenas um artigo sobre um tema - será encorajada a concorrência entre os usuarios de forma a ter varios textos sobre um mesmo assunto. A popularidade dos artigos junto aos visitantes vai determinar como eles estarao posicionados no ranking. Os usuários que lerem os artigos nao vao poder edita-los nem colaborar, a nao ser que tenham permissao do autor. Mas poderao notificar o Google em caso de conteudo questionável.
Fonte: Bluebus
terça-feira, julho 22, 2008
" Quando um homem morde um cachorro.. "
O espírito do jornalismo diz que "quando um cachorro morde um homem, não é notícia; mas, quando um homem morde um cachorro, temos a notícia".
No G1 - Menino morde pit bull para se defender de ataque
No G1 - Menino morde pit bull para se defender de ataque
sexta-feira, julho 18, 2008
Jornais têm futuro lucrativo, diz Juan Luis Cebrián
Para Juan Luis Cebrián, fundador do jornal espanhol El Pais e presidente do Grupo Prisa, ainda que os jornais estejam perdendo seu papel central entre os meios de comunicação, não devem desaparecer porque "o jornal continua a ter um futuro racional e lucrativo", disse o empresário e intelectual em entrevista publicada pela revista colombiana La Semana.
Apesar das mudanças no negócio, Cebrián defende o papel tradicional do jornalista - "alguém que conta aos outros o que acontece" - como importante para todas as plataformas de mídia - impressa, rádio, TV e Web.
"A dificuldade que temos agora é que a sociedade digital tende a nulificar os processos de intermediação. Isso significa que há muita informação precisa misturada com muitas mentiras, boatos e lixo". Entretanto, disse Cebrián, é aí que o jornalista pode intervir, no processo de mediação entre a realidade e os cidadãos.
Ao referir-se aos investimentos do Grupo Prisa fora da Espanha, ele disse que a empresa ainda não havia avaliado a possibilidade de lançar um jornal nacional na Colômbia, o que demandaria uma liderança jornalística local.
Leia a entrevista completa aqui.
Assinante processa jornal que demitiu jornalistas
Keith Hempstead, assinante do News & Observer de Raleigh, disse que renovou sua assinatura em maio, um mês antes de o jornal anunciar a demissão de 70 funcionários e cortes de páginas de notícias, relata o jornal. Para ele, o jornal perdeu valor e quebrou o contrato com ele.
Hempstead, advogado e ex-repórter, disse que poderia simplesmente cancelar a assinatura, mas moveu o processo como ponto de princípio.
Fonte: The News & Observer
Hempstead, advogado e ex-repórter, disse que poderia simplesmente cancelar a assinatura, mas moveu o processo como ponto de princípio.
Fonte: The News & Observer
quinta-feira, julho 17, 2008
Entrevista Judith Miller
"Repórteres não iniciam uma guerra"
Em entrevista a ÉPOCA, a jornalista Judith Miller, que publicou reportagens dizendo que Saddam Hussein tinha armas de destruição em massa, reconhece o erro, mas nega que tenha responsabilidade no início da guerra dos Estados Unidos contra o Iraque
"Nos Estados Unidos, os jornalistas têm que escolher entre a prisão e a proteção suas fontes"
Entrevista completa na Revista Época.
Em entrevista a ÉPOCA, a jornalista Judith Miller, que publicou reportagens dizendo que Saddam Hussein tinha armas de destruição em massa, reconhece o erro, mas nega que tenha responsabilidade no início da guerra dos Estados Unidos contra o Iraque
"Nos Estados Unidos, os jornalistas têm que escolher entre a prisão e a proteção suas fontes"
Entrevista completa na Revista Época.
quinta-feira, julho 03, 2008
Dica de Site 2 - Marca Texto
O site se propõe a selecionar palavras e frases como se usasse uma caneta marca texto. As ferramentas vão um pouco além: é possível gerar uma nova página usando apenas os trechos selecionados. Também é possível compartilhar endereços marcados com outros usuários.
Fonte: Comunique-se
Dicas de Site - Dicionário
O Hyperdicionary fornece definições de termos em inglês, apresentando sinônimos e antônimos. Basta um clique e qualquer termo que compõe a resposta também pode ser consultado.
Fonte: Comunique-se
terça-feira, julho 01, 2008
Releases palavras que chamam atenção
Escrevendo nos releases palavras que os jornalistas querem ler...
'Verde', 'sexo', 'ambiente' e 'dinheiro' sao algumas das palavras usadas por profissionais de RP nos EUA para chamar atençao dos jornalistas para seus releases, diz noticia do New York Times. Quem trabalha na area de entretenimento ensina que o ideal é usar os termos 'bebê', 'rompimento', 'casamento' e 'divorcio', preferencialmente junto de um nome de celebridade. Especialistas ouvidos pelo jornal dizem que nao se trata apenas de criar um titulo que seja um chamariz para a midia, mas de trabalhar 'cientificamente' para que ele seja eficiente também para as ferramentas de busca, de forma a aparecer no alto nos resultados das pesquisas.
FONTE :Bluebus
'Verde', 'sexo', 'ambiente' e 'dinheiro' sao algumas das palavras usadas por profissionais de RP nos EUA para chamar atençao dos jornalistas para seus releases, diz noticia do New York Times. Quem trabalha na area de entretenimento ensina que o ideal é usar os termos 'bebê', 'rompimento', 'casamento' e 'divorcio', preferencialmente junto de um nome de celebridade. Especialistas ouvidos pelo jornal dizem que nao se trata apenas de criar um titulo que seja um chamariz para a midia, mas de trabalhar 'cientificamente' para que ele seja eficiente também para as ferramentas de busca, de forma a aparecer no alto nos resultados das pesquisas.
FONTE :Bluebus
Quanto custa a sobrecarga de informações?
Segundo a companhia de pesquisas norte-americana Basex, a sobrecarga de informação já custa cerca de US$ 650 bilhões aos EUA. A informação é do Read Write Web.
Os dados indicam que as tecnologias que criamos para aumentar nossa produtividade (em especial computadores e internet) também deixam os trabalhadores esgotados, ao lidar com cada vez maiores quantidades de informação e interrupções.
A coisa está ficando tão séria que, segundo o New York Times, Microsoft, Intel, Google e IBM estão se unindo para criar um grupo para estudar o problema.
Fonte: Produtividade Pessoal
sexta-feira, junho 27, 2008
50 % das notícias tem que ser positivas
O Senado da Romênia aprovou uma emenda para a lei que vai obrigar as emissoras de televisão e rádio a veicularem notícias positivas em pelo menos 50% da programação.
Antes de se tornar lei, a emenda precisa ser assinada pelo presidente Traian Basescu.
A União dos Jornalistas Profissionais da Romênia afirmou nesta quinta-feira que considera a proposta uma "censura" ao conteúdo, além de ser "impossível estabelecer quando uma matéria positiva ou negativa".
Rasvan Popescu, presidente do Conselho Nacional Audiovisual - órgão que regula os meios de comunicação na Romênia- afirma que as notícias refletem a realidade e não são negativas nem positivas.
O Clube Romeno de Imprensa (CRP) também protestou contra a emenda e pediu que o presidente Basescu não a sancione.
O Conselho de Honra do CRP afirmou em comunicado divulgado nesta quinta-feira que o projeto legislativo tem caráter "profundamente autoritario", vai contra as normas européias, limita a liberdade de expressão e o direito à informação.
"Apenas nas sociedades autoritárias se apresenta um texto de lei para obrigar a louvar certos aspectos da sociedade", disse o CRP, acrescentando que informações de caráter negativo que sejam de interesse público correm o risco de não entrar em telejornais em razão do critério imposto.
Antes de se tornar lei, a emenda precisa ser assinada pelo presidente Traian Basescu.
A União dos Jornalistas Profissionais da Romênia afirmou nesta quinta-feira que considera a proposta uma "censura" ao conteúdo, além de ser "impossível estabelecer quando uma matéria positiva ou negativa".
Rasvan Popescu, presidente do Conselho Nacional Audiovisual - órgão que regula os meios de comunicação na Romênia- afirma que as notícias refletem a realidade e não são negativas nem positivas.
O Clube Romeno de Imprensa (CRP) também protestou contra a emenda e pediu que o presidente Basescu não a sancione.
O Conselho de Honra do CRP afirmou em comunicado divulgado nesta quinta-feira que o projeto legislativo tem caráter "profundamente autoritario", vai contra as normas européias, limita a liberdade de expressão e o direito à informação.
"Apenas nas sociedades autoritárias se apresenta um texto de lei para obrigar a louvar certos aspectos da sociedade", disse o CRP, acrescentando que informações de caráter negativo que sejam de interesse público correm o risco de não entrar em telejornais em razão do critério imposto.
quinta-feira, junho 26, 2008
1/4 do planeta estará online em 2012
1/4 do mundo vai estar online em 2012, segundo pesquisa da Jupiter Research. Significa que 25% da populaçao do planeta estarao acessando a internet com regularidade. Essa expansao está sendo puxada pelos países emergentes - Brasil, Russia, India e China estarao entre as maiores taxas de crescimento. Até 2011, a China assume a liderança em numero de usuarios regulares, com os EUA em 2o e a India em uma distante 3a posiçao. De acordo com a pesquisadora, a Asia nao apenas terá o maior indice de crescimento comparado aos das outras regioes como também terá um grande numero de usuarios mais experientes.
Fonte: Bluebus
Fonte: Bluebus
YOU TOMB
You Tomb - O nome parece piada, mas trata-se de um projeto de investigaçao do MIT ligado a uma organizaçao internacional chamada Students for Free Culture. O projeto monitora a retirada dos vídeos mais populares do YouTube e armazena toda a informaçao possível sobre o conteúdo e, ainda mais, sobre o motivo da denúncia. O objetivo, finalmente, é separar o joio do trigo, ou seja, o que é realmente ilegal do que é um simples erro do algoritmo.
O YouTomb tem mais de 240 mil vídeos monitorados, mas, obviamente, nao disponibiliza o conteúdo na íntegra, apenas uma imagem e a informaçao relacionada. Ou seja, se o que você quer mesmo é assistir ao vídeo, nao vai ajudar muito. Mas para os curiosos de plantao, é um prato cheio.
Fonte: Bluebus
Por: Débora Serra
O YouTomb tem mais de 240 mil vídeos monitorados, mas, obviamente, nao disponibiliza o conteúdo na íntegra, apenas uma imagem e a informaçao relacionada. Ou seja, se o que você quer mesmo é assistir ao vídeo, nao vai ajudar muito. Mas para os curiosos de plantao, é um prato cheio.
Fonte: Bluebus
Por: Débora Serra
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