terça-feira, outubro 16, 2007
A Visão dos Estudantes Hoje - o vídeo
A idéia surgiu na Disciplina de Introdução a Antropologia Cultural , da Universidade de Kansas, EUA, 2007. Foi criado um vídeo pelo professor assistente Michael Wesch e 200 estudantes. Começou como um exercício para que eles dissessem e pensassem como eles aprendem e o que precisam aprender para o futuro. O primeiro passo foi criar um documento através do Google docs com a participação de todos, depois resultou no vídeo. ASSISTA!
quarta-feira, outubro 10, 2007
A Internet como fonte primária
A internet é fonte primária de informaçao para 7% dos brasileiros, diz um estudo do Pew Research Center. Está a frente do radio (4%) e das revistas (1%) e se aproxima dos jornais impressos. A TV é a fonte primária de informaçao para 76% dos brasileiros. O país em que a internet tem maior importância como fonte primária é a Coréia do Sul, com 20% - nos EUA, o percentual chega a 17%. O Brasil - com 7% - empata com Japao, Polonia e territorios palestinos.
Dica: Bluebus
Dica: Bluebus
sábado, outubro 06, 2007
Dica de Blog: Best Free Documentaries
Best Free Documentaries
Um Blog que apresenta os melhores documentários da BBC, PBS e outros.
Se você gosta de documentários vai gostar do blog.
Um Blog que apresenta os melhores documentários da BBC, PBS e outros.
Se você gosta de documentários vai gostar do blog.
sexta-feira, outubro 05, 2007
Facilidade para achar rede WIFI
Em lugar de abrir o laptop no meio da rua para ver se há sinal e é possivel conectar, que tal usar uma camiseta que avisa quando detecta uma rede WiFi? Ela tem tem arcos que brilham indicando se a rede está ativa - o brilho é dinâmico e oscila se a rede oscilar. A camiseta pode ser lavada na maquina - é preciso retirar o adesivo com os arcos e também a bateria. Custa U$ 29,99 . Está fora de estoque no momento, mas o site está recebendo encomendas.
Dica do Gizmodo.
Via BlueBus.
Miamar e a revolução tecnológica
A dica foi do meu amigo Daniel Lima.
O texto: uma matéria que analisa o momento histórico do povo de Miamar.
" Mianmar se vê face a face com uma revolução tecnológica"
Seth Mydans
Em Bancoc, Tailândia
Costumava ser mais fácil: fechar as fronteiras, montar os bloqueios de estrada, parar os trens, cortar as linhas telefônicas e então reprimir seu povo com impunidade. Foi isto o que os militares fizeram na antiga Birmânia quando esmagaram um levante pró-democracia em 1988.
O texto completo aqui!
O texto: uma matéria que analisa o momento histórico do povo de Miamar.
" Mianmar se vê face a face com uma revolução tecnológica"
Seth Mydans
Em Bancoc, Tailândia
Costumava ser mais fácil: fechar as fronteiras, montar os bloqueios de estrada, parar os trens, cortar as linhas telefônicas e então reprimir seu povo com impunidade. Foi isto o que os militares fizeram na antiga Birmânia quando esmagaram um levante pró-democracia em 1988.
O texto completo aqui!
segunda-feira, outubro 01, 2007
Jornalista da France Presse morreu cobrindo os conflitos em Miamar
Kenji Nagai, 50, que estava em Mianmar, cobrindo os protestos populares e a repressao.Ele foi atingido pelos tiros dos soldados que dispersavam manifestantes. Ferido, caido no chão, ainda virou a câmera para trás, na tentativa de registrar mais imagens da violência.
Nagai não resistiu e morreu.
Ele trabalhava para a France Presse.
Vídeo da matéria no telejornal japonês aqui!
Dica Blue Bus
Nagai não resistiu e morreu.
Ele trabalhava para a France Presse.
Vídeo da matéria no telejornal japonês aqui!
Dica Blue Bus
Sem a Câmera o repórter mandou a matéria pelo Celular
A situação em Miamar está complicada. Na última sexta feira, o repórter da ABC - Jim Sciutto teve a câmera confiscada. Jim Sciutto teve sua camera apreendida quando cruzou a fronteira da Tailândia para Mianmar. Mesmo assim ele mandou sua materia para a TV - usou o celular.
Para assistir: clique aqui! O vídeo começa após o comercial.
Dica do Boing Boing.
Via Blue Bus
Para assistir: clique aqui! O vídeo começa após o comercial.
Dica do Boing Boing.
Via Blue Bus
domingo, setembro 30, 2007
Um livro: Ensino do Jornalismo em Redes de Alta Velocidade
O livro: Ensino do Jornalismo em Redes de Alta Velocidade apresenta
uma coletânea de textos de pesquisadores brasileiros, portugueses, argentinos, galegos e espanhóis, colaboradores de uma rede acadêmica (apoio CNPq/FAPESB). Essa coletânea foi organizada por Elias Machado e Marcos Palácio. Os artigos tratam de Jornalismo e Novas Tecnologias.
Technorati Profile
uma coletânea de textos de pesquisadores brasileiros, portugueses, argentinos, galegos e espanhóis, colaboradores de uma rede acadêmica (apoio CNPq/FAPESB). Essa coletânea foi organizada por Elias Machado e Marcos Palácio. Os artigos tratam de Jornalismo e Novas Tecnologias.
Technorati Profile
quinta-feira, setembro 20, 2007
Reconhecimento Facial
A Reuters está testando tecnologia que é capaz de identificar pessoas em videos. É uma tecnologia de reconhecimento facial que poderá ajudar a catalogar videos de conteúdo jornalístico. O sistema vê os videos frame por frame e identifica os rostos. Pode fazer uma busca a partir de um nome e mostrar num determinado video o 1o frame em que aquela pessoa aparece, alem de indicar em que outras partes do filme o mesmo rosto pode ser encontrado.
Dica :Blue Bus
Dica :Blue Bus
quarta-feira, setembro 19, 2007
sexta-feira, setembro 14, 2007
Fundaçao para elevar os padrões da mídia
A agência de notícias France Presse lançou ontem a AFP Foundation aqui com o objetivo de elevar os padrões do jornalismo ao redor do mundo. Vai se dedicar ao treinamento de jornalistas em países em desenvolvimento e a ajudar organizações humanitárias e outras com media training. A fundaçao também vai fornecer material para escolas e universidades e organizar seminarios sobre liberdade de imprensa e outros temas, como ética. Entre as causas as quais a Fundaçao vai se dedicar estao a melhoria das condiçoes de trabalho para jornalistas, especialmente em areas de risco, e a melhoria do status da mulher no jornalismo.
Dica: Bluebus.
Dica: Bluebus.
quinta-feira, setembro 13, 2007
Jornal irlandês vai disponibilizar edições dos últimos 148 anos na web
O jornal irlandês Irish Times criou um arquivo online com todas as suas edições dos últimos 148 anos. O conteúdo deve ser disponibilizado em outubro e poderá ser acessado pela pesquisa de palavras-chaves.
O Irish Times precisou digitalizar mais de mil rolos de microfilme (cada um com 700 imagens de páginas). "Microfilme não é o melhor meio para isso", declarou Niall O'Connor, gerente de projeto do arquivo.
Publicado em 29/03/1859 até hoje, o diário deixará essas edições livres apenas para escolas e bibliotecas. Os demais usuários deverão pagar dez libras pelo acesso ao conteúdo.
Fonte: Jornalistas da Web
terça-feira, setembro 11, 2007
Manual de redação de veículo online
O Portal IG lançou o Manual de Redação do Último Segundo, o jornal eletrônico do IG. O documento, disponibilizado em PDF, possui 37 páginas e reúne as regras de estilo visual do jornal, os princípios editoriais e processos e padrões utilizados na apuração, edição e publicação de notícias.
Segundo a editora-chefe do canal, Mariana Castro, o manual on-line é muito parecido com o já existente para veículos impressos. A diferença está nas orientações concernentes ao trabalho da internet, como padronização de links eárea do Ultimo Segundo no IG.
Apesar destes novos tópicos, a editora salienta que os procedimentos de apuração e checagem de informações seguem os princípios básicos do jornalismo. 'Sempre que conversamos com quem vem do impresso para o online dizemos que, apesar de mudarem alguns procedimentos, os princípios básicos continuam os mesmos', disse Castro entrevista ao Portal IMPRENSA.
Um dos pontos polêmicos abordados pelo manual é o procedimento que deve ser adotado em caso de erro. Segundo Mariana Castro, apesar de a internet possibilitar a correção naprópria matéria, este não é o comportamento que o jornalista do Último Segundo deve adotar.
'No começo da internet as pessoas mudavam, consertavam os erros sem dar satisfação para o leitor. Hoje em dia, esse procedimento não é mais possível, porque o que se coloca na interneté rapidamente reproduzido em blogs e outros sites. Devido a esse panorama, o Último Segundo criou um canal próprio de correção, que funciona como a errata do jornal'.
Seguindo a dinâmica da internet, o manual, segundo a editora, será atualizado com mais freqüência que o manual impresso. 'Essa é uma exigência do novo meio. Nele faremos sugestões, críticas, até as vindas de internautas', explica.
O manual de redação do Último Segundo está disponível para consulta de internautas desde o final de agosto, mas, segundo Mariana, os jornalistas do canal- cerca de 30 profissionais, mais colaboradores e blogueiros - já o utilizavam há algum tempo, pela intranet do domínio. Em breve, o documento deve ganhar uma versão interativa.
fonte: Portal Revista Imprensa
Segundo a editora-chefe do canal, Mariana Castro, o manual on-line é muito parecido com o já existente para veículos impressos. A diferença está nas orientações concernentes ao trabalho da internet, como padronização de links eárea do Ultimo Segundo no IG.
Apesar destes novos tópicos, a editora salienta que os procedimentos de apuração e checagem de informações seguem os princípios básicos do jornalismo. 'Sempre que conversamos com quem vem do impresso para o online dizemos que, apesar de mudarem alguns procedimentos, os princípios básicos continuam os mesmos', disse Castro entrevista ao Portal IMPRENSA.
Um dos pontos polêmicos abordados pelo manual é o procedimento que deve ser adotado em caso de erro. Segundo Mariana Castro, apesar de a internet possibilitar a correção naprópria matéria, este não é o comportamento que o jornalista do Último Segundo deve adotar.
'No começo da internet as pessoas mudavam, consertavam os erros sem dar satisfação para o leitor. Hoje em dia, esse procedimento não é mais possível, porque o que se coloca na interneté rapidamente reproduzido em blogs e outros sites. Devido a esse panorama, o Último Segundo criou um canal próprio de correção, que funciona como a errata do jornal'.
Seguindo a dinâmica da internet, o manual, segundo a editora, será atualizado com mais freqüência que o manual impresso. 'Essa é uma exigência do novo meio. Nele faremos sugestões, críticas, até as vindas de internautas', explica.
O manual de redação do Último Segundo está disponível para consulta de internautas desde o final de agosto, mas, segundo Mariana, os jornalistas do canal- cerca de 30 profissionais, mais colaboradores e blogueiros - já o utilizavam há algum tempo, pela intranet do domínio. Em breve, o documento deve ganhar uma versão interativa.
fonte: Portal Revista Imprensa
sexta-feira, setembro 07, 2007
O que os leitores de Blogs buscam?
65% DOS LEITORES DOS BLOGS BUSCAM OPINIÃO. 39% NOTÍCIAS. 38% ENTRETENIMENTO. RESPOSTAS MÚLTIPLAS.
WEBPRONEWS
80% dos americanos sabem o que é um blog, diz uma pesquisa da Synovate e Marketing Daily. Metade deles já visitou um blog e 8% dos americanos têm o seu próprio. Segundo o levantamento, 46% se dizem fieis, visitando os mesmo blogs regularmente. Quando questionados sobre o tipo de informação que lêem nos blogs, 65% responderam 'opinião', 39% disseram 'noticias' e 'entretenimento' foi a resposta de 38%. 43% dos que visitam blogs já viram publicidade e 1/3 disse ter clicado em alguma peça. A maior parte dos visitantes não está substituindo outras mídias pelos blogs, mas 13% disseram que passam menos tempo com outros meios (jornais, TV, radio etc) desde que começaram a ler blogs.
WEBPRONEWS
80% dos americanos sabem o que é um blog, diz uma pesquisa da Synovate e Marketing Daily. Metade deles já visitou um blog e 8% dos americanos têm o seu próprio. Segundo o levantamento, 46% se dizem fieis, visitando os mesmo blogs regularmente. Quando questionados sobre o tipo de informação que lêem nos blogs, 65% responderam 'opinião', 39% disseram 'noticias' e 'entretenimento' foi a resposta de 38%. 43% dos que visitam blogs já viram publicidade e 1/3 disse ter clicado em alguma peça. A maior parte dos visitantes não está substituindo outras mídias pelos blogs, mas 13% disseram que passam menos tempo com outros meios (jornais, TV, radio etc) desde que começaram a ler blogs.
terça-feira, setembro 04, 2007
Criada a Blogosferawiki
A dica é do Blog Circuito Integrado.
Uma página WIKI só para tratar da Blogsfera.
Entre os assuntos a serem constru[idos colaborativamente: Técnicas de Redação, Literatura sobre o assunto, Audiência... Enfim, tudo que diga respeito ao mundo dos blogueiros.
Uma página WIKI só para tratar da Blogsfera.
Entre os assuntos a serem constru[idos colaborativamente: Técnicas de Redação, Literatura sobre o assunto, Audiência... Enfim, tudo que diga respeito ao mundo dos blogueiros.
segunda-feira, setembro 03, 2007
Acordo do Google por noticias pode afetar os sites dos jornais e de TVs
Uma notícia que pode ter consequências. É que a partir de agora existe um acordo do Google por noticias. O Google passou a disponibilizar em seu site conteudo produzido pela Associated Press e três outras agências de noticias, France Presse, Press Association e Canadian Press.E isso pode afetar os sites dos jornais e de TVs. Antes,o Google remetia os usuarios para este tipo de material hospedado em outros sites. A mudança envolve centenas de matérias e fotos distribuidas diariamente pelos 4 serviços e pode significar reduçao de audiência para sites de jornais e de redes de TV, que costumam publicar o mesmo conteudo. O acordo com as agências vinha sendo negociado há 2 anos. Noticia do The Wall Street Journal.
Dica: Blue Bus
Dica: Blue Bus
domingo, setembro 02, 2007
Dica: Você é Repórter - Matéria da Revista Galileu
Web 2.0 fortalece o jornalismo participativo, mas muitos torcem o nariz para a vastidão de informações pipocando na rede Esta é apenas uma das discussões sobre o jornalismo colaborativo. A Revista Galileu deste mês apresenta as experiências bem sucedidas e levanta a bola da discussão sobre Jornalistas X Blogueiros.
Quem quiser conferir é só clicar aqui!
sexta-feira, agosto 31, 2007
O que buscam os leitores de blogs ?
Os leitores de blogs buscam opiniao e depois as noticias e entretenimento.
80% dos americanos sabem o que é um blog, diz uma pesquisa da Synovate e Marketing Daily. Metade deles já visitou um blog e 8% dos americanos têm o seu proprio. Segundo o levantamento, 46% se dizem fieis, visitando os mesmo blogs regularmente. Quando questionados sobre o tipo de informaçao que lêem nos blogs, 65% responderam 'opiniao', 39% disseram 'noticias' e 'entretenimento' foi a resposta de 38%. 31/08
De acordo com a pesquisa, há mais mulheres blogueiras do que os homens - 20% das americanas que já visitaram um blog tem a sua propria pagina, contra 14% dos americanos do sexo masculino. 43% dos que visitam blogs já viram publicidade e 1/3 disse ter clicado em alguma peça. A maior parte dos visitantes nao está substituindo outras midias pelos blogs, mas 13% disseram que passam menos tempo com outros meios (jornais, TV, radio etc) desde que começaram a ler blogs.
Dica do Blue Bues: Noticia do Webpronews.
80% dos americanos sabem o que é um blog, diz uma pesquisa da Synovate e Marketing Daily. Metade deles já visitou um blog e 8% dos americanos têm o seu proprio. Segundo o levantamento, 46% se dizem fieis, visitando os mesmo blogs regularmente. Quando questionados sobre o tipo de informaçao que lêem nos blogs, 65% responderam 'opiniao', 39% disseram 'noticias' e 'entretenimento' foi a resposta de 38%. 31/08
De acordo com a pesquisa, há mais mulheres blogueiras do que os homens - 20% das americanas que já visitaram um blog tem a sua propria pagina, contra 14% dos americanos do sexo masculino. 43% dos que visitam blogs já viram publicidade e 1/3 disse ter clicado em alguma peça. A maior parte dos visitantes nao está substituindo outras midias pelos blogs, mas 13% disseram que passam menos tempo com outros meios (jornais, TV, radio etc) desde que começaram a ler blogs.
Dica do Blue Bues: Noticia do Webpronews.
quinta-feira, agosto 30, 2007
A importância do Jornalismo Participativo
Jornalismo Participativo será uma tendência importante,inclusive aos países em desenvolvimento, diz Dan Gilmor, estudioso do Jornalismo cidadão. As idéias dele no o jornal El Tiempo, da Colômbia.
Trechos :
1. O jornalismo cidadão é muito importante nas democracias frágeis ou imaturas, por causa da tendência dos governos interferirem na liberdade de expressão e na liberdade de imprensa. Uma imprensa forte e confiável, que inclua as organizações com um papel nos grandes meios tradicionais de comunicação, é necessária para qualquer democracia prosperar. Não vejo como o jornalismo cidadão pode funcionar bem num vazio, sem um sentido de liberdade de imprensa em geral.
2. Também podem convidar o público a participar do próprio processo de jornalismo, solicitando ajuda para histórias e investigações. Levar o jornalismo aos leitores poderia melhorar a qualidade e a credibilidade do repórter, caso isso se faça de maneira correta.
3. Os blogs, que focam temas de nicho (tais como a tecnologia), estão provando ser rentáveis. Também há grandes organizações, como OhmyNews. Investidores estão colocando grandes quantidades de dinheiro nesse campo. Mas é um pouco cedo para dizer que sabemos quais os modelos de negócios autônomos vão funcionar.
4. Sim, necessitamos ajudar os jornalistas cidadãos a entender os princípios do bom jornalismo.
5. A ameaça ao jornalismo tradicional é mais financeira do que jornalística, pois as novas categorias de companhias estão tomando conta das receitas da publicidade. Não estou a favor de substituir o jornalismo tradicional, porque sinto que o necessitamos. Mas acredito que um ecossistema de mídia mais diversificada é uma boa coisa, especificamente para o público.
6. Como assinalei, creio que a participação do público é essencial para o futuro do jornalismo tradicional na maioria dos casos. Uma coisa que sabemos que não funciona bem é montar a página web e esperar que a gente a use.
7. Que poderia aprender o jornalismo de experiências, como YouTube, Wikipedia, MySpace, e inclusive eBay? Principalmente o valor das redes e a conversação.
DICA: Ex-Blog César Maia
Trechos :
1. O jornalismo cidadão é muito importante nas democracias frágeis ou imaturas, por causa da tendência dos governos interferirem na liberdade de expressão e na liberdade de imprensa. Uma imprensa forte e confiável, que inclua as organizações com um papel nos grandes meios tradicionais de comunicação, é necessária para qualquer democracia prosperar. Não vejo como o jornalismo cidadão pode funcionar bem num vazio, sem um sentido de liberdade de imprensa em geral.
2. Também podem convidar o público a participar do próprio processo de jornalismo, solicitando ajuda para histórias e investigações. Levar o jornalismo aos leitores poderia melhorar a qualidade e a credibilidade do repórter, caso isso se faça de maneira correta.
3. Os blogs, que focam temas de nicho (tais como a tecnologia), estão provando ser rentáveis. Também há grandes organizações, como OhmyNews. Investidores estão colocando grandes quantidades de dinheiro nesse campo. Mas é um pouco cedo para dizer que sabemos quais os modelos de negócios autônomos vão funcionar.
4. Sim, necessitamos ajudar os jornalistas cidadãos a entender os princípios do bom jornalismo.
5. A ameaça ao jornalismo tradicional é mais financeira do que jornalística, pois as novas categorias de companhias estão tomando conta das receitas da publicidade. Não estou a favor de substituir o jornalismo tradicional, porque sinto que o necessitamos. Mas acredito que um ecossistema de mídia mais diversificada é uma boa coisa, especificamente para o público.
6. Como assinalei, creio que a participação do público é essencial para o futuro do jornalismo tradicional na maioria dos casos. Uma coisa que sabemos que não funciona bem é montar a página web e esperar que a gente a use.
7. Que poderia aprender o jornalismo de experiências, como YouTube, Wikipedia, MySpace, e inclusive eBay? Principalmente o valor das redes e a conversação.
DICA: Ex-Blog César Maia
quarta-feira, agosto 29, 2007
Será o fim do modelo atual de TV, prevê um dos 'pais' da internet
Londres - Vint Cerf, um dos cientistas da computação que criaram a internet há 30 anos, acredita que os dias da televisão atual estão contados e revelou que trabalha atualmente com outros especialistas em um sistema para o uso da rede na comunicação espacial.
- Quero mais internet, quero que cada um dos 6 bilhões de habitantes do planeta possa se conectar à rede, pois considero que eles poderiam fornecer coisas que beneficiariam todos nós - disse.
Em um palestra no Festival Internacional de Televisão em Edimburgo, publicada pelo jornal "The Guardian", Cerf predisse que a TV se aproxima do mesmo momento crítico que a indústria musical teve que enfrentar com a chegada do som digital, como o formato MP3.
- Quase 85% de todo o material de vídeo que vemos é pré-gravado. Por isso, uma pessoa pode preparar o próprio sistema para fazer os downloads convenientes à vontade - explicou Cerf, atual vice-presidente do Google e presidente da ICANN, a organização que administra a internet.
- Vamos continuar precisando da televisão para certas coisas, como notícias, eventos esportivos e emergências, mas cada vez mais vai ser quase como com o iPod, no qual se pode baixar conteúdo para ver mais tarde - afirmou.
Dirigindo-se aos diretores da indústria da televisão, Cerf, de 64 anos, encorajou-os a parar de ver a internet como uma ameaça à sobrevivência do meio de comunicação em vez de uma grande oportunidade.
O especialista americano, que criou os protocolos TCP/IP usados atualmente, previu que em breve a maioria verá a televisão pela internet. Esta revolução pode significar a morte dos canais tradicionais em favor de novos serviços interativos.
"No Japão já é possível baixar o conteúdo de uma hora de vídeo em apenas 16 segundos", explicou. "Já estamos começando a ver a forma de misturar e combinar informações... Imagine-se a possibilidade de fazer uma pausa em um programa de TV e utilizar o mouse para clicar em qualquer um dos diferentes ícones que aparecem na tela e ver mais coisas sobre o assunto".
Por outro lado, Cerf advertiu que não se deve crer em quem adverte que o aumento do vídeo na rede poderia causar seu colapso (como dizem alguns provedores) e disse que "estamos ainda longe de esgotar a capacidade".
Vint Cerf contou que trabalha atualmente no desenvolvimento da internet para utilizá-la em comunicações com veículos espaciais, inclusive os interplanetários enviados a Marte.
- Até agora viemos utilizando a chamada Rede do Espaço Profundo (DSN) para nos comunicar pelo espaço mediante sinais de rádio. Do que eu e meus colegas gostaríamos seria utilizar para isso uma versão da internet - afirmou.
Cerf reconheceu que houve alguns problemas como ter de esperar 40 minutos por uma resposta de um veículo espacial a 378 milhões de quilômetros de distância, mas alegou que o sistema pode ser eventualmente usado para aperfeiçoar as comunicações.
- Quero mais internet, quero que cada um dos 6 bilhões de habitantes do planeta possa se conectar à rede, pois considero que eles poderiam fornecer coisas que beneficiariam todos nós - disse.
Em um palestra no Festival Internacional de Televisão em Edimburgo, publicada pelo jornal "The Guardian", Cerf predisse que a TV se aproxima do mesmo momento crítico que a indústria musical teve que enfrentar com a chegada do som digital, como o formato MP3.
- Quase 85% de todo o material de vídeo que vemos é pré-gravado. Por isso, uma pessoa pode preparar o próprio sistema para fazer os downloads convenientes à vontade - explicou Cerf, atual vice-presidente do Google e presidente da ICANN, a organização que administra a internet.
- Vamos continuar precisando da televisão para certas coisas, como notícias, eventos esportivos e emergências, mas cada vez mais vai ser quase como com o iPod, no qual se pode baixar conteúdo para ver mais tarde - afirmou.
Dirigindo-se aos diretores da indústria da televisão, Cerf, de 64 anos, encorajou-os a parar de ver a internet como uma ameaça à sobrevivência do meio de comunicação em vez de uma grande oportunidade.
O especialista americano, que criou os protocolos TCP/IP usados atualmente, previu que em breve a maioria verá a televisão pela internet. Esta revolução pode significar a morte dos canais tradicionais em favor de novos serviços interativos.
"No Japão já é possível baixar o conteúdo de uma hora de vídeo em apenas 16 segundos", explicou. "Já estamos começando a ver a forma de misturar e combinar informações... Imagine-se a possibilidade de fazer uma pausa em um programa de TV e utilizar o mouse para clicar em qualquer um dos diferentes ícones que aparecem na tela e ver mais coisas sobre o assunto".
Por outro lado, Cerf advertiu que não se deve crer em quem adverte que o aumento do vídeo na rede poderia causar seu colapso (como dizem alguns provedores) e disse que "estamos ainda longe de esgotar a capacidade".
Vint Cerf contou que trabalha atualmente no desenvolvimento da internet para utilizá-la em comunicações com veículos espaciais, inclusive os interplanetários enviados a Marte.
- Até agora viemos utilizando a chamada Rede do Espaço Profundo (DSN) para nos comunicar pelo espaço mediante sinais de rádio. Do que eu e meus colegas gostaríamos seria utilizar para isso uma versão da internet - afirmou.
Cerf reconheceu que houve alguns problemas como ter de esperar 40 minutos por uma resposta de um veículo espacial a 378 milhões de quilômetros de distância, mas alegou que o sistema pode ser eventualmente usado para aperfeiçoar as comunicações.
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